A Usina Salgado, uma das maiores do estado de Pernambuco, foi invadida por movimentos de apoio aos sem-terra. A usina estava em funcionamento e os invasores “exigem” sua desapropriação com base em um “novo conceito” que desejam ver implantado. A Usina Salgado tem dívidas com a União, de natureza trabalhista, e, alegam os invasores, de natureza ambiental. O líder local dos sem-terra, Josival Oliveira, afirma que “se o Governo não cobra, nós (MLST) executamos a dívida”.
Somente má fé e interesse próprio e a tolerância das autoridades (a partir do governo federal) poderiam justificar o misto de arrogância e ignorância da liderança dos invasores. Isto tudo não passaria de uma patuscada não fosse o superintendente do INCRA em Recife, Abelardo Siqueira, ter se arvorado em autoridade judiciária credenciada, ao afirmar: “Se a usina deve realmente R$85 milhões, eles fizeram a ação correta”. Se for verdade, vamos trabalhar para concretizar a primeira desapropriação por dívidas ao governo no estado”.
É incrível a tolerância que grassa entre os vários escalões do governo Lulla. Um superintendente do INCRA não tem nada a ver com as dívidas tributárias de uma empresa privada com entes públicos. No campo vai tudo mal, a partir da afronta diária ao direito de propriedade. Depois, com a forma com que são sustentados esses movimentos da reforma agrária. São integrados e chefiados por gente que não tem origem para o dinheiro com o qual se sustenta. Boa parte deles é sustentada por ONGs que, por sua vez, são supridas de caixa pelo Tesouro.
Já imaginou o leitor se tivesse sua casa invadida por autodenominados integrantes do Movimento dos Sem-teto caso tenha alguma dívida (reconhecida ou contestada) com, digamos, a Receita Federal? É muito semelhante ao que vemos agora justificado por uma autoridade do Executivo “chamada” por uma das partes a “arbitrar” uma questão com que nada tem a ver. O pior de tudo é que nem são os potenciais credores trabalhistas que invadiram a Usina.
Por ARTHUR CHAGAS DINIZ - Presidente do Instituto Liberal
Somente má fé e interesse próprio e a tolerância das autoridades (a partir do governo federal) poderiam justificar o misto de arrogância e ignorância da liderança dos invasores. Isto tudo não passaria de uma patuscada não fosse o superintendente do INCRA em Recife, Abelardo Siqueira, ter se arvorado em autoridade judiciária credenciada, ao afirmar: “Se a usina deve realmente R$85 milhões, eles fizeram a ação correta”. Se for verdade, vamos trabalhar para concretizar a primeira desapropriação por dívidas ao governo no estado”.
É incrível a tolerância que grassa entre os vários escalões do governo Lulla. Um superintendente do INCRA não tem nada a ver com as dívidas tributárias de uma empresa privada com entes públicos. No campo vai tudo mal, a partir da afronta diária ao direito de propriedade. Depois, com a forma com que são sustentados esses movimentos da reforma agrária. São integrados e chefiados por gente que não tem origem para o dinheiro com o qual se sustenta. Boa parte deles é sustentada por ONGs que, por sua vez, são supridas de caixa pelo Tesouro.
Já imaginou o leitor se tivesse sua casa invadida por autodenominados integrantes do Movimento dos Sem-teto caso tenha alguma dívida (reconhecida ou contestada) com, digamos, a Receita Federal? É muito semelhante ao que vemos agora justificado por uma autoridade do Executivo “chamada” por uma das partes a “arbitrar” uma questão com que nada tem a ver. O pior de tudo é que nem são os potenciais credores trabalhistas que invadiram a Usina.
Por ARTHUR CHAGAS DINIZ - Presidente do Instituto Liberal
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