11.28.2007

Em 2006, os investimentos do ministério da saude não receberam nenhum centavo das receitas da CPMF.

Em 2001, nenhuma porção dos recursos da CPMF foi usada para investimentos no Ministério da Saúde; em 2002, os investimentos da pasta receberam 0,02% do total de verbas do imposto; em 2003, o percentual foi de 0,01%; em 2004, 0,1%; em 2005, 0,8%, e, em 2006, os investimentos do ministério não receberam nenhum centavo das receitas da CPMF. E mais, aquilo que não foi gasto em um ano também não aparece nos orçamentos dos exercícios seguintes.

Esses dados fazem parte de um levantamento feito pela pesquisadora Tathiane dos Santos Piscitelli, e foi recentemente divulgado pela Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tathiane fez o trabalho a partir dos dados do Siga Brasil, programa do Senado que torna disponíveis informações orçamentárias para consulta da população. "Se não é possível controlar o destino de uma contribuição, não há como fundamentar a existência da CPMF. A falta de controle da destinação descaracteriza a contribuição", acrescentou o professor de Direito Eurico Marcos Diniz, da FGV, que participou do debate sobre a análise.


A CPMF tornou-se um grande filão para o governo financiar programas sociais eleitoreiros e engordar contas bancárias de várias "autoridades". O fato é que a saúde pública continua à míngua. Lula, apesar de iletrado e boçal, é muito esperto!

Por. Leví Inimá de Miranda - CEL MED REF
Perito Legista aposentado da Polícia Civil/RJ
Postado por MiguelGCF >Visite> Impunidade > Vergonha     Nacional

Nenhum comentário:

Postar um comentário