2.03.2008

Correção: Gilberto Gil pode ser o próximo a cair por uso abusivo de R$ 79 mil no cartão de crédito oficial

O ministro da Cultura, que também é negro, corre o risco de ser a próxima vítima da farra dos cartões corporativos do desgoverno Lula. O cantor Gilberto Gil está irritado por ter de explicar como seus assessores diretos torraram R$ 79 mil no BB Visanet “chapa branca” (e não os R$ 278 mil que o Alerta equivocadamente noticiou). O artista tenta minimizar a despesa elevada (bem maior que aquela que derrubou Matilde Ribeiro), alegando que “ganha este valor em dois shows”. Em cada espetáculo, Gil fatura a média de R$ 120 mil. A diferença é que o cartão do ministério quem paga é o dinheiro público.


Outra que terá problemas para explicar seus gastos é a Ministra do Turismo. Marta Suplicy também teria de explicar seus R$ 98 mil torrados em viagens, eventos e compras de equipamentos. Neste sábado, o ministro dos Esportes, Orlando Silva, anunciou em uma entrevista coletiva, em São Paulo, que devolveu aos cofres públicos tudo o que gastou com o seu cartão nos últimos dois anos. Segundo ele, os gastos somam R$ 30.870,38. Ainda de acordo com o ministro, o valor foi retirado de uma aplicação pessoal dele no Banco do Brasil na sexta-feira.

O ministro destacou que essa atitude foi um ato de indignação, depois que ele viu a sua vida política sendo questionada pela imprensa. Orlando Silva defendeu o uso do cartão corporativo e afirmou que vai continuar recorrendo a ele, de acordo com as novas regras estabelecidas por decreto pelo presidente Lula. O ministro afirmou que em nenhum momento utilizou o cartão corporativo para saques, que a partir de agora estão restritos.

PS - A besta do meu Agente 171 me passou o número errado. Mas a falha da turma do ministro é certa. Perdão pela nossa falha.

Acordos do Mensalão

Marcos Valério e Delúbio Soares estão prestes a fechar acordos com o Procurador Geral da República, Antônio Fernando de Souza, para se livrar do processo do Mensalão.

Os dois vão prestar serviços comunitários em troca de "colaboração" com a Justiça.

A exemplo da "transação Judicial" que salvou Silvinho Pereira, Valério e Delúbio tendem a se salvar.

Por Jorge Serrão

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