3.16.2012

Prosseguir na açao

"Tratar com honra aos soldados que deram a vida em defesa da liberdade dos cidadãos e de seu País é que faz a diferença entre um grande País e um País grande"
Gen Bda Marco Antonioi Felício da Silva 
O Exército de veteranos estava acantonado, silente, subestimado, embora as inúmeras campanhas realizadas. Veteranos experimentados, curtidos ao longo dos anos pelas chuvas inclementes e pelo sol escaldante.
Vigilantes e argutos observadores, mantinham-se prontos a qualquer chamamento da Nação a quem juraram defender com o sacrifício da própria vida. Um juramento eterno para quem tem a pele como farda.
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Poderiam sofrer vicissitudes as mais diversas, mas não aceitariam qualquer afronta à dignidade do soldado, uma mínima mancha na imagem da sua Força Armada ou o desrespeito a suas tradições de bem-servir à Pátria amada e a Nação, com a qual se confunde, a real detentora da soberania nacional.
 Observado pelo Exército Ativo, sua continuidade, este imóvel e fiel aos chefes militares e à lei, o Exército de veteranos se levantou, impulsionado pelo apoio de centenas de civis. Ultrapassando a linha de partida, tomando como direção estratégica o caminho da lei e como arma a voz e a coragem moral de seus soldados os quais,  empunhando a pena, que não cora de ombrear-se com o sabre, como já dizia o poeta, marcharam na direção dos objetivos a conquistar: Restaurar a dignidade ferida, limpar o que manchava a imagem da Força e mostrar que estão prontos, como o fizeram em épocas passadas, a combater o bom combate, rumo a vitória.
A missão recebida foi a de atacar, defender-se caso necessário e jamais recuar.
Vencidas as primeiras escaramuças com a força da lei e da pena, com o massivo apoio dos civis, prosseguem os veteranos na ação em busca da conquista de novo objetivo intermediário, fieis ao que afirmou um antigo comandante, ao final da última campanha : “Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se oporem a agitadores e terroristas, de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia”.
Os veteranos tomaram para si, como um lema a motivá-los, o que gritava o Marechal Mallet para seus soldados artilheiros, brasileiros de todas as matizes, frente ao feroz ataque da numerosa cavalaria inimiga :
     “Eles que venham. Por aqui, não passarão !
  do:http://verdadesufocada.com

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