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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

3.30.2009

“ESTADÃO” A SOLDO DO PT

Pouco a pouco se instala no Brasil o terror policial contra a
plutocracia nacional. A esquerda, na marcha da sua revolução pela via de
Antonio Gramsci, aparelhou a tal ponto os órgãos do Estado que o terror
policial passou a ser tolerado como normalidade. O terror já faz parte
da paisagem cotidiana, é manchete diária dos jornais.

Vimos o caso esdrúxulo da proprietária da loja Daslu ser condenada à
inacreditável pena de 94 anos de prisão, que nem mesmo homicidas
hediondos matadores de pais e de criancinhas receberam por seus crimes.
A senhora Eliana Maria Tranchesi cometeu o "crime" mais bárbaro na ótica
dos revolucionários, o de ter enriquecido por seus próprios méritos, por
seu próprio empreendedorismo. Não vimos uma única palavra no jornal
"Estadão" contra esse abuso judicial, que começou muito antes, pela
formatação do sistema legal espúrio, tipificando crimes que não deveriam
existir enquanto tal. E pelas escutas telefônicas "legais" (um abuso
policial totalitário). Eis o desfecho justiceiro da Justiça tornada
revolucionária.

O mesmo caso vimos quando do episódio da prisão de Daniel Dantas. O
aparelhamento das forças policiais federais contra empresários enquanto
tal e, em especial, contra aqueles ligados aos grupos políticos tidos
por inimigos tornou-se rotina. Ser empresário no Brasil hoje se tornou
algo muito perigoso. Como o Estado é o grande cliente da maior parte das
grandes empresas, elas têm que vender para ele de qualquer forma. E
vender para o Estado é se submeter às máfias esquerdistas que o
controlam e cobram propinas, como toda a gente sabe e ficou muito claro
por ocasião da CPI dos Correios e no depoimento do ex-deputado Roberto
Jefferson. E fazer negócios com esses mafiosos significa o risco de que
eles mesmos usem a lei (moldada por eles mesmos), a polícia e a Justiça
a qualquer momento, ao seu bel prazer, contra os fornecedores do Estado
e contra qualquer um que se ponha no seu caminho.

É a lei positiva utilizada como guilhotina contra as pessoas de bem, que
não têm como escapar às armadilhas. Essa gente precisa ter uma vida
produtiva e vida produtiva exige vender ao Estado. A situação lembra
muito aquilo que aconteceu na Alemanha de Hitler. Quem não virou vassalo
dos governantes nazistas foi simplesmente destruído, seja
economicamente, seja moralmente. Muitos foram parar na prisão em face da
inexorável lei injusta. O filme A LISTA DE SCHINDLER é uma crônica
memorável desse momento funesto da História. Outro filme sobre a falsa
Justiça sob revolucionários é o formidável UMA MULHER CONTRA HITLER. A
lei praticando e suportando a mais hedionda injustiça

Escrevo essa nota, caro leitor, para apontar a má fé do "Estadão",
jornal posto a serviço do Planalto, como de resto toda a mídia. O caso
dos grampos envolvendo o Grupo Camargo Correa, um dos gigantes da
construção civil no Brasil, foi tão escandaloso que assustou a
plutocracia nacional, tanto que mandaram plantar uma manchete
"solidária" aos companheiros plutocratas:. "Operação assusta o
Planalto". Uma mentira escandalosa. Alguém imagina o Planalto assustado
com os frutos de suas ações? O conteúdo da matéria não poderia ser mais
ridículo, posto em negrito no alto da capa do jornal: "O advogado Marcio
Thomaz Bastos, ex-ministro e conselheiro do presidente Lula, atendeu a
solicitação do Palácio do Planalto e foi contratado pela Camargo
Correa". Ora, Lula agora escolhe os advogados das vítimas? Será isso um
antídoto contra o totalitarismo em marcha? Deus nos acuda. Só um imbecil
para engolir uma notícia dessa.

Vemos aqui o exemplo clássico da desinformação, da mentira pura e
simples transformada em nota soporífera objetivando tranqüilizar a
opinião pública. Fique atento, caro leitor. Esse movimento contra a
Camargo Correa na verdade é um movimento ligado à sucessão de 2010. Um
aviso do PT aos financiadores de campanha. Quem não estiver com eles
estará contra eles. O PT não vai entregar o poder de bandeja, isso eu
tenho escrito desde sempre. Será que elegerão a Dilma fazendo morrer de
medo os financiadores da oposição? Estaremos diante do grande lance do
PT para transformar a ex-guerrilheira Dilma na futura presidente? Penso
que sim.

Primeiro vieram e pegaram o Daniel Dantes. Depois a Eliana Tranchesi
(que deu emprego para a filha do Geraldo Alckmin, diga-se, e por isso
tornou-se alvo dos revolucionários). Agora os diretores da Camargo
Correa. Quem serão os próximos? Quando empastelarão o "Estadão"?

Meu caro leitor, essa gente que está indo para as masmorras, como Daniel
Dantas e Eliana Tranchesi, merece ir por causa não dos alegados crimes
impingidos pela arapongagem. Eles na verdade cometeram outros dois
crimes que não estão tipificados no Código Penal: covardia diante dos
inimigos de classe (e da civilização) quando eles começaram sua escalada
ao poder e apoio político e financeiro aos seus algozes, uma vez no
poder. Por isso merecem o castigo e muito mais. Não me causam nenhum
sentimento de pena, mas de repulsa moral.

-------------------------------------

Sobre os temas vide as palestra abaixo

2º Painel de Debates

Liderança empresarial na dinâmica política do Brasil no contexto dos
BRICS: a atualidade e a aplicabilidade ao caso brasileiro dos princípios
e dos perfis de liderança apresentados e debatidos nas obras "A Rebelião
das Massas", de Ortega Y Gasset, e "Hitler e os Alemães", de Eric
Voegelin; e a importância prática da compreensão desses princípios para
a ação da liderança empresarial no Brasil no contexto dos BRICS.

* Martim Vasques da Cunha (baixe a apresentação em PowerPoint)
(Assista ao Vídeo da Apresentação)
* José Nivaldo Cordeiro (baixe a apresentação em PowerPoint)
(Assista ao Vídeo da Apresentação)
* Marli Lopes da Costa de Góes Nogueira (Assista ao Vídeo da
Apresentação)
* Odemiro Fonseca (Assista ao Vídeo da Apresentação)
* Silvio Genesini (Assista ao Vídeo da Apresentação)
* Ubiratan Iorio (Assista ao Vídeo da Apresentação)
* Gustavo Ene (Assista ao Vídeo da Apresentação)
* Debates Finais (Assista ao Vídeo da Apresentação)

3.24.2009

Quem avisa amigo é!


Por Arlindo Montenegro

Não sou milico. Mas admiro alguns desses brasileiros que de fato dedicaram suas vidas, pensando antes de tudo na Pátria, nos juramentos solenes, na palavra empenhada para atuar em defesa dos interesses da Nação. Admiro os que não têm cabelos na língua e falam claramente, avisam com destemor, antes do leite derramado.

É o que está fazendo agorinha um especialista em geopolítica, o Coronel Gélio Fregapani, que chefiou um grupo de trabalho sobre a Amazônia na bem informada e secreta Abin. O Coronel está avisando que a vitória dos traidores da Pátria e da Nação no caso de Roraima, apenas antecede a criação de um Território Federal Indígena.

Levando em conta o compadrio deste governo(???) com o Príncipe controlador, com o CIMI, com Ongs internacionais a serviço dos donos do mundo, com os Rotschild e outros banqueiros, o aviso alerta para o resultado das políticas dos que são pagos para cumprir as ordens globais. Dos que fingem estar ao lado dos brasileiros, mas estão de fato ao lado dos colonizadores.

A eternidade das promessas, a imposição da espera pela chuva quando deveriam ter cavado poços, a desocupação de vastas áreas do território que deveriam estar divididas em propriedades nas mãos dos nacionais – com o apoio de políticas e mecanismos para o desenvolvimento econômico perene, atestam o desprezo dos oligarcas locais com uma reforma agrária de fato e de direito, no interesse da Nação.

Interesse que vem de tempos imemoriais, diferente dos interesses do MST e outros grupos que apenas “plantam” nos campos ideológicos, enganando seus “guerrilheiros” e fazendo-os espalhar o terror e destruição de bens patrimoniais, tudo com o financiamento do governo(???) e de ongs estrangeiras e ajuda de narcotraficantes e contrabandistas de armas.

Mais adiante do que o Coronel Fregapani avisa, estão os investidores estrangeiros com as bênçãos da ONU, para a compra de “Crédito carbono”. Oferecem centenas de milhões de dólares para manter grandes áreas florestais intactas para que eles possam continuar “poluindo” sem controle.

E os “índios” (que não são da Índia e sim aborígenes), estes brasileiros ingênuos, especiais, que a Lei protege como inimputáveis (aos quais não se pode atribuir nenhuma culpa por qualquer ato) – alguns recebem pagamento para fazer o transporte de drogas entre fronteiras – já estão pensando em criar a sua própria Nação e receber os milhões do crédito carbono.

Afinal muitos destes brasileiros perdidos em paragens tão distanciadas dos centros de decisão, já viajaram para treinamentos no exterior, já sabem falar inglês, já utilizam laptop, já têm empresas. Nada melhor que negociar diretamente com os controladores, mesmo contra a Nação brasileira, de cujos governantes tem recebido, como todos os outros brasileiros, o desprezo e o cinismo das promessas mentirosas. Ingênuos e inimputáveis!

Elizeo Marubo, líder da “nação” que leva seu nome, Marubo, quer ser independente do Brasil e já negocia com os poderosos para receber os créditos carbono de áreas restauradas da floresta. Com tantas decisões “patrióticas”, “republicanas”, o príncipe e sua gang já devem estar contabilizando os lucros. Os interesses financeiros globais contam com o trabalho dos brasileiros e as decisões dos que se dizem brasileiros.

Enquanto isto, a marolinha já soma centenas de milhares de desempregados, a Petrobrás entra em greve e os Prefeitos querem recorrer à justiça para recuperar perdas do Fundo de Participação dos Municípios, reduzido em mais da metade para alguns. O Brasil está de chapéu na mão! Mas o aviso foi dado há muito tempo. A ignorância e os jogos do ilusionismo reduzem esta Nação e já começam a reduzir o território que poderia ser de todos.

E a subserviência de Lula enoja. Esta semana recebe o primeiro-ministro britânico Gordon Brown e o ministro dos “Negócios”, Peter Mendelson, o mesmo que já propôs formar um consórcio internacional para “cuidar” da Amazônia. E no Dia da Mentira, 1º de Abril, Lula estará na Inglaterra, beijando a mão da sua Rainha Elisabeth.

Quem avisa amigo é! Uma hora terá de pagar por tanto entreguismo do Brasil...

Arlindo Montenegro é Apicultor.
do http://www.alertatotal.blogspot.com

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STF, Crise Financeira e Política Interna.



 
    Comentário da semana  nº 29 - 21 de março de 2009
  
       Assuntos:  STF, Crise Financeira e Política Interna.

      Ainda a Raposa

    Terminado o julgamento de cartas marcadas. Emerge um Homem, em condições morais de merecer até nosso voto para presidente: MARCO AURÉLIO DE MELLO.

    Quanto aos demais, destacamos o empenho do Ayres, Lewandowsky e Joaquim em entregar logo a área ao CIR, e ao desleixo e indiferença dos demais. Destes últimos apenas o Peluzzo e o Gilmar mostraram ter noção de Pátria, faltando apenas resistir as pressões.

    Evitaremos comentar as possíveis motivações de cada um, mas quando nossa Pátria comum estiver esfacelada certamente alguns nomes serão amaldiçoados pelas próximas gerações ao longo da História

    A derrota no STF não sairá barato ao País. Perdida esta colheita de arroz e secos os canais de irrigação até agora coalhados de peixes, iniciará a fome. A maioria indígena se voltará furiosa contra os índios do CIR, causadores da desgraça. Haverá guerras tribais. As conseqüências, em médio prazo são previsíveis.

     O Brasil perdeu a batalha, mas não a guerra.  Os deputados Aldo Rebelo e  Ibsen Pinheiro apresentaram Projeto de Lei propondo nova sistemática de demarcação de terras indígenas  A proposta cortará  o poder da nefasta Funai, que apoiada pelos movimentos sociais, tem posto em cheque o pacto federativo, o direito de propriedade e até a soberania nacional.
  

    Próximos passos dos traidores

    Conseguida a tomada da Raposa, os apátridas reivindicarão a Anaro, completando o domínio de toda a mineralizada serra da Cabeça do Cachorro ao monte Roraima. Antes mesmo disto será anunciado a criação do "Território Federal Indígena", abrangendo as reservas. O Brasil seria transformado em uma aglomeração de nações, aglomeração que, mesmo assim seria provisória.
 

    Prestem atenção neste nome: General Monteiro

     O general Eliéser Monteiro cuja altivez e postura patriótica são de orgulho para todos os militares, havia sido transferido de  Roraima para uma função burocrática em Brasília para ser neutralizado. Decidido a continuar o bom combate, pede transferência para reserva com 'a cicatriz orgulhosa do dever cumprido'. Cumprindo seu juramento, voltará a Roraima para continuar sua cruzada pela nossa integridade territorial,.

         O evoluir do panorama mundial

    A crise se avoluma. O principal assessor científico do governo britânico já declara que a escassez de alimentos e energia vai desencadear tumultos, conflitos internacionais e migrações em massa. Os EUA não tem saída a não dar um calote fazendo perder o valor os dólares entesourados na China, Índia, Japão e Oriente Médio. Procuram voltar a fabricar em seu território o que antes preferiam terceirizar. -"Buy american".

    Certo, eles têm tecnologia e gerenciamento, mas necessitarão de energia e minérios estratégicos. Esta é a razão das ONGs na Amazônia.  É verdade, estão procurando alguma parceria conosco, em função do pré-sal e do etanol. Poderia até ser aceita, se eles parassem com a pressão na Amazônia. O lógico é que eles, não conseguindo de outra forma, procurarão tomar o que necessitarem para viver.  

      
    O Brasil e a Crise

    A crise nos atingirá. Inicialmente pela diminuição das exportações. Isto fará com que circule menos dinheiro. O comércio definhará e as manufaturas entrarão em recessão. A arrecadação fiscal sofrerá rude golpe, comprometendo os programas  sociais. A criminalidade tende a aumentar exponencialmente. É de se esperar, se não um confisco a "La Collor", pelo menos alguma espécie de restrição ao uso do dinheiro acumulado em depósitos e aplicações. Entretanto somos auto-suficientes em alimentos. Podemos viver com o petróleo que temos. Mesmo atingidos pela crise, o nosso País estará em posição privilegiada se tiver paz, mas a paz é uma hipótese remota se a crise prosseguir; riquezas naturais e debilidade militar sempre atraíram ambições, agora agravadas pelo "estado de necessidade."

    Neste quadro, torna-se imperioso pensar na própria política interna, assunto que tenho evitado até agora.

     
    Política Interna: Um prognóstico arriscado

    Breve. o povo estará sentindo o efeito da crise, e mesmo sem culpar diretamente o presidente, estará insatisfeito com os resultados da política financeira e ambiental, restritiva da produtividade e com a problemática segurança pública. As antes inexistentes tensões raciais eclodirão, provocadas por políticas governamentais inconseqüentes, trazendo forte divisão interna. A radicalização de elementos da esquerda querendo vingança vem provocando a mesma reação na direita, e isto nunca conduziu a bons resultados. Uma casa dividida não se sustém.

    Na próxima eleição, sendo disputadas pelos dois atuais pré candidatos (Serra e Dilma) será decidida por rejeição. O menos rejeitado ganhará, mas nenhum será considerado como representante legítimo pela maioria da população. No momento o mais rejeitado é o Serra (mesmo estando a frente nas pesquisas), mas isto pode mudar na medida em que a crise anule os efeitos dos programas sociais do governo.  As exigências e imposições do primeiro mundo sobre o petróleo do pré-sal e talvez sobre a autonomia das "nações" indígenas, tornando-se evidentes, tenderão a despertar um sentimento nacionalista que em nada favorecerá a nenhum dos atuais pré candidatos.

    Aparecendo um novo candidato com um discurso nacionalista, propondo endurecer com o estrangeiro; acabar com a Funai, com o Ibama, com os direitos excessivos dos delinqüentes; e combater a corrupção, provavelmente empolgará a todos como aconteceu com o Collor e anteriormente com o Jãnio. Claro, desde que tenha credibilidade para o que diz.

    No momento apontam poucos nomes, no universo nacional, com possibilidade de ter credibilidade em tal discurso: Augusto Heleno, Marco Aurélio e talvez Jarbas Vasconcellos. Não dá para saber se todos encampariam esse discurso, e se, entre os que encampariam, haveria um disposto a enfrentar a campanha.  

    É, ainda preciso ter em mente, que sempre há possibilidade de, ainda antes das eleições, haver uma instabilidade provocada pelos antagonismos citados, alavancadas pelos interesses estrangeiros, que possam conduzir a uma convulsão social.  Apesar de improvável, não se pode descartar totalmente a possibilidade de insurreição nas desmoralizadas Forças Armadas, mas se iniciado um movimento se pode esperar uma adesão quase total.

    Todos percebem que a situação está se agravando, e que isto só enfraquece a possibilidade de reação nacional face das prováveis exigências estrangeiras em função da crise e de suas necessidades de utilizar nossas matérias primas. No futuro próximo todos podemos ter nossas vidas modificadas por acontecimentos facilmente previsíveis.

         Saudações patrióticas
   GF

        PS: Sugiro que manifestemos por e mail. Carta ou telefonema nosso aplauso ao Ministro Marco Aurélio e o nosso incentivo aos deputados Aldo Rabelo e Ibsen Pinheiro
 

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3.23.2009

PF prepara exclusão de Protógenes de seus quadros

Domingo, Josias de Souza

PF prepara exclusão de Protógenes de seus quadros

  Fotos: Folha
O destino do delegado Protógenes Queiroz está traçado. Ele será excluído dos quadros da Polícia Federal.

 

O afastamento será formalizado ao término da investigação que está sendo feita pelo delegado Amaro Ferreira, corregedor da PF.

 

Amaro conduz o inquérito que apura indícios de desvio de conduta de Protógenes e da equipe dele na primeira fase da Operação Satiagraha.

 

Na semana passada, depois de interrogar Protogenes por cerca de duas horas, Amaro indiciou o colega pela suposta prática de dois tipos de delito:

 

1. Quebra de sigilo funcional [vazamento de informações sigilosas];

2. Violação da lei de interceptações telefônicas [grampos ilegais].

 

A investigação encontra-se em estágio avançado. Mercê dos indícios colecionados, formou-se no governo uma convicção de "culpa" do delegado.

 

Em sucessivas manifestações públicas, Protógenes afirma que não praticou ilegalidades na Satiagraha. Em diálogos privados, seus superiores dizem coisa diversa.

 

O diretor-geral da PF, Luiz Fernando Corrêa, e o chefe dele, o ministro Tarso Genro (Justiça), dão como certo o desligamento de Protógenes.

 

Antes do desfecho do caso, Luiz Fernando e Tarso cogitam fechar as cortinas do palco de Protógenes, proibindo-o de proferir palestras a de tomar parte de atos políticos.

 

Afastado do comando da Satiagraha, o delegado foi lotado na Coordenação de Defesa Instituticonal da PF.

 

Desde então, Protógenes vem desperdiçando o tempo entre o exercício de uma rotina policial esvaziada e uma agenda pública apinhada de compromissos.

 

O ex-mandachuva da Satiagraha corre o país. Na última quinta (19), concedeu uma longa entrevista ao UOL.

 

Na sexta (20), deu palestra em Santos (SP), a convite da Unafisco, entidade sindical dos auditores da Receita.

 

Na próxima semana, dará duas novas palestras, no Rio. Ambas a convite da Universo (Universidade Salgado de Oliveira. Uma na quarta (25). Outra na quinta (26).

 

No dia 2 de abril, Protógenes troca o expediente na PF por um "ato público" organizado pelo PSOL, partido da filha de Tarso Genro, a deputada Luciana Genro (RS).

 

Ao lado da ex-senadora Heloisa Helena, presidente do PSOL, Protógenes protestará "contra a política do governo Lula..."

 

"...Que levou o Brasil e os trabalhadores a pagar a conta da crise promovida pelos especuladores, banqueiros e corruptos".

 

Instada por Tarso Genro, a cúpula da PF, que vinha autorizando a maior parte dos deslocamentos de Protógenes, deve adotar nova política, desautorizando-os.

 

O ápice da desenvoltura de Protógenes foi a divulgação, num sítio levado à rede para festejá-lo, de uma carta que diz ter enviado a ninguém menos que Barack Obama.

 

A íntegra está disponível aqui. No texto, Protógenes pede ao presidente americano que socorra o Brasil no combate à "corrupção que ameaça a soberania" do país.

 

Lembra que estão nos EUA peças essenciais da Satiagraha. Menciona os "12 discos rígidos" apreendidos na casa "do banqueiro-bandido Daniel Dantas".

 

Foram enviados a Washington pela PF, para a quebra dos códigos que obstruem o acesso aos dados. Encontram-se no FBI. Mas, na carta, Protógenes fala da CIA.

 

De resto, o delegado faz no texto acusações amplas, gerais e irrestritras. Todas elas gravíssimas.

 

Anota que Daniel Dantas praticou fraudes e crimes, nos últimos 15 anos, "em conjunto com os mais altos representantes [...] dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário".

 

Escreve que o Judiciário brasileiro está no "payroll" (folha de pagamento) de Daniel Dantas. Mas "não é apenas o Judiciário..."

 

Insinua que até mesmo Lula estaria a soldo do "banqueiro-bandido". Por quê? Segundo Protógenes, o presidente baixou, em 19 de fevereiro, decreto alterando o funcionamento do Sisbin.

 

Trata-se do órgão que coordena a ação de todos as repartições da área de inteligência do governo.

 

O delegado escreve: "Lula acaba de colocar os amigos para assumir o controle do Sisbin".

 

Extinguiu-se um conselho e criou-se, diz Protógenes, "um comitê de seis indivíduos amigos de Lula, todos com um passado ético extremamente questionável".

 

Luiz Fernando Corrâa, o diretor-geral da PF, e Tarso Genro tomaram conhecimento da carta de Protógenes a Obama na última sexta (20).

 

Reagiram com surpreendente naturalidade. Em privado, disseram que o "problema" se resolveria com o iminente afastamento do delegado.

 

Assim, ficam boiando no ar, sem resposta, as insinuações de Protógenes de que até mesmo Lula estaria no bolso de Daniel Dantas.

 

O texto do delegado só começou a circular no Planalto na manhã deste sábado (21). Um auxiliar de Lula recolheu-o na internet. Levaria a carta ao conhecimento do chefe.

Do:http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2009-03-22_2009-03-28.html


3.22.2009

A CORTE que LESOU a PATRIA

A CORTE
por Percival Puggina

21/03/2009

 

Por interesse cívico, com o coração aos pulos, assisti praticamente todos os votos, inclusive os mais longos, através dos quais nossos ministros do STF decidiram sobre o futuro da reserva Raposa/Serra do Sol. Na medida em que se revelava majoritária a opção pela demarcação contínua das terras, o meu interesse cívico foi sendo substituído por um sentimento de luto que conflitava com a pieguice das manifestações. Aquilo era puro romantismo de má qualidade. José de Alencar fazia muito melhor. E mais barato.

Em meio a tal deserto de senso histórico e vácuo de realismo, o voto do ministro Marco Aurélio Melo foi um oásis. Seu longo trabalho, esparramando argumentos sobre a natureza dos fatos e sobre os elementos jurídicos a eles aplicáveis, foi tão consistente e extenso quanto inútil. Mas o ministro, embora ciente de sua esterilidade, não titubeou em produzir o imenso arrazoado para desnudar os equívocos e os lirismos que caracterizaram a maior parte das manifestações anteriores. Entre elas, obviamente, a contida no voto do relator, o aveludado filho das Musas sergipanas, ministro Ayres Britto.

Assim, com um desalento conformado, presenciei os momentos finais da sessão. Pois foi exatamente quando se iam apagar as luzes que um derradeiro episódio reacendeu os holofotes, favorecendo a compreensão do que ocorrera naqueles sucessivos dias de deliberação. Discutia-se a execução do que fora decidido. Em quanto tempo promover a retirada dos não-índios? (Não-índios integravam uma categoria antropológica muito mal vista por ali). Em quanto tempo? Entreolharam-se os senhores ministros. Aproximaram-se inutilmente do pelourinho de onde podiam arfar seus argumentos os advogados dos não-índios. Queriam prazo. A decisão veio consensual: “a Corte não dá prazos”. Emite determinações para execução imediata. Ela, a Corte, não esquenta a cuca com o que acontece na ponta dos fatos a partir de suas decisões. São mesquinharias que causam enfado à Corte. Vamos para casa tomar um uísque.

Lá no norte do país, cidadãos brasileiros recebiam pela tevê, viva voz e viva imagem, a notícia da expulsão imediata, emitida entre bocejos pelos senhores da Corte. Ao lixo os títulos de propriedade legítimos e os longos anos de árduo trabalho familiar nas terras que a União lhes vendeu. Ao lixo suas lavouras plantadas e seus rebanhos no pasto. Ponham-se na rua, todos, com suas famílias, moradias, máquinas e bens! A Corte decidiu e a Corte, visivelmente, está cansada. Isso é que é trabalho duro. Moleza é plantar arroz no trópico e discutir antropologia com padres que não evangelizam os índios e que desevangelizam os não-índios.

Pois foi exatamente então que se acenderam os holofotes para a minha compreensão sobre o que acabava de acontecer. Foi a Corte. Corte é assim mesmo. O que ela menos quer é contato com a arraia miúda e seus problemas. A decisão do STF sobre a demarcação contínua da reserva Raposa/Serra do Sol e a retirada imediata dos não-índios é apenas uma outra face do mesmo problema cortesão que, no Senado, concebeu hora-extra nas férias e criou quase duas centenas de diretorias, e que, na Presidência da República, duplicou, em dois meses, o valor das despesas sigilosas nos cartões de crédito corporativo. E comam brioche.

do: www.pugnna.org

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3.21.2009

História secreta da invasão militar de Roraima

História secreta da invasão militar de Roraima


 

13 de setembro de 2008


Por Izidro Simões (*)
Depoimento de uma testemunha ocular

No momento em que tanto se fala da cobiça internacional sobre a Amazônia, da ação de ONGs de todos os tipos agindo livremente na região Norte, de estrangeiros vendendo pedaços da nossa floresta, da encrenca que está sendo a homologação da Raposa/Serra do Sol, de índios contra índios, de índios contra não-índios, das ações ou omissões da Funai, do descontentamento das Forças Armadas com referência os rumos políticos que estão sendo dados para esta quase despovoada mas importantíssima parte das fronteiras da nação, é mais do que preciso falar quem sabe, quem conhece, quem vivencia ou quem tenha alguma informação de importância.

 

Assim sendo, para ficar registrado e muito bem entendido, vou contar um acontecimento de magna importância, especialmente para Roraima, e do qual sou testemunha ocular da História.

 

Corria o ano de 1993 – portanto, já fazem 15 anos. Era governo de Itamar Franco e as pressões de alguns setores nacionais e vários internacionais, para a homologação da Raposa/Serra do Sol, eram fortes e estavam no auge. Tinha-se como certíssimo de que Itamar assinaria a homologação.

 

Nessa época, eu era piloto da empresa BOLSA DE DIAMANTES, que quinzenalmente enviava compradores de pedras preciosas para Uiramutã, Água Fria, Mutum e vizinhanças.

 

No dia 8 de setembro de 1993, aí pelas 17:00, chegamos em Uiramutã, e encontramos a população numa agitação incomum, literalmente aterrorizada. Dizia-se por toda parte, que Uiramutã ia ser invadida, que havia muitos soldados “americanos”, já vindo em direção à localidade.

 

A comoção das pessoas, a agitação, o sufoco eram tão grandes que me contaminou, e fui imediatamente falar com o sargento PM que comandava o pequeníssimo destacamento de apenas quatro militares, para saber se ele tinha conhecimento dos boatos que circulavam, e respondeu-me que sabia do falatório. Contou-me então que o piloto DONÉ (apelido de Dionízio Coelho de Araújo), tinha passado por Uiramutã com seu avião Cessna PT-BMR, vindo da cachoeira de ORINDUIKE, no lado brasileiro, (que os brasileiros erradamente chamam de Orinduque), contando para várias pessoas, que havia um acampamento enorme, com muitos soldados na esplanada no lado da Guiana, na margem do rio Maú, nossa fronteira com aquele país.

 

Aventei a necessidade de que o sargento, autoridade policial local, fosse ver o que havia de fato e falei com o dono da empresa, que aceitou, relutante e receoso, emprestar o avião para o sargento. Como, entretanto, o sol já declinava no horizonte, combinamos o vôo para a manhã seguinte.

 

Muito cedo, o piloto Doné e seus passageiros, que tinha ido pernoitar na maloca do SOCÓ, pousaram em Uiramutã. Eu o conheci nessa ocasião, e pude ouvir dele um relato. Resumindo bastante, contou que na Guiana havia um grande acampamento militar e que um avião de tropas estava trazendo mais soldados para ali.

 

Estávamos na porta da Delegacia, quando chegou uma Toyota do Exército, com um capitão, um sargento e praças, vindos do BV 8. Ele ia escolher e demarcar um local para a construção do quartel de destacamento militar ali naquela quase deserta fronteira com a Guiana. BV 8 é antigo marco de fronteira do Brasil com a Venezuela, onde há um destacamento do Exército, na cidade de Pacaraima. Muito interessado e intrigado com o fato, resolveu ir conosco nesse vôo.

 

O capitão trazia uma boa máquina fotográfica e emprestei a minha para o sargento. O vôo foi curto, apenas seis minutos. Demos tanta sorte, que encontramos um avião para transporte de tropas, despejando uma nova leva de soldados, no lado guianense. Voando prá lá e prá cá, só no lado brasileiro, os militares fotografavam tudo, e o capitão calculou pelo número de barracas, uns 600 homens, até aquele momento.

 

Fiz diversas idas e vindas e, numa delas vi o transporte de tropas decolando e virando para a esquerda. Exclamei para o capitão: eles vem pra cima de nós! Como é que você sabe? Perguntou. Viraram para a esquerda, que é o lado do Brasil e, não da Guiana, respondi. Girei imediatamente a proa para Uiramutã e, ao nivelar o avião, o capitão me disse muito sério: estamos na linha de tiro deles! Foi então que olhando para a direita, vi à curta distância e, na porta lateral do transporte, um soldado branco, com um fuzil na mão.  

 

Confesso que foi um grande susto! O coração parecia-me bater duas e falhar uma. Quem conhece a região, sabe que ali naquela parte, o Maú é um rio muito sinuoso. Enfiei o avião fazendo zig-zag nesses meandros, esperando conseguir chegar em Uiramutã. Se atiraram, não ficamos sabendo, mas após o pouso, havia muita gente na pista, que fica juntinho das casas. Agitadas, contaram que aquele avião tinha girado duas vezes sobre nós e a cidade, tomando rumo de Lethen, na Guiana, onde há uma pista asfaltada, defronte de Bomfim, cidade brasileira na fronteira.

 

Com esse fato, angustiou-se mais ainda a população, na certeza de que a invasão era iminente. O capitão determinou ao sargento e a mim, que fizessemos imediatamente um relatório minucioso, para ser envido ao comando da PM, em Boa Vista e partiu acelerado de volta ao pelotão de fronteira no BV 8.

 

Na delegacia, o sargento retirou o filme da minha máquina fotográfica, para enviar ao seu comando e eu datilografei um completo relatório que ele colocou em código e transmitiu via rádio para Boa Vista. Naquela época, o chefe da S2 da PM (Seção de Inteligência), era o major Bornéo.

 

Uns quatro dias depois que cheguei desse giro das compras de diamantes, tocou a campainha da minha casa, um major do Exército. Apresentou-se e pediu-me para ler um papel, que não era outro, senão aquele mesmo que eu datilografara em Uiramutã e do qual o comando da PM enviara cópia para o comando do Exército em Boa Vista. Após ler e confirmar que era aquilo mesmo, pediu-me para assinar, o que fiz. Compreendi que tinha sido testemunha de algo grande, maior do que eu poderia imaginar, e pedi então ao major, para dizer o que estava acontecendo, uma vez que parte daquilo eu já sabia. Concordou em contar, desde que eu entendesse bem que aquilo era absolutamente confidencial e informação de segurança nacional. Concordei.

 

Disse o major, que a embaixada brasileira em Georgetown tinha informado ao Itamarati, que dois vasos de guerra, um inglês e outro americano, haviam fundeado longe do porto, e que grandes helicópteros de transporte de tropas, estavam voando continuamente para o continente, sem que tivesse sido possível determinar o local para onde iam e o motivo.

 

Caboclos guianenses (índios aculturados) tinham contado para caboclos brasileiros em Bonfim, cidade de Roraima na fronteira, terem os americanos montado uma base militar logo atrás da grande serra Cuano-Cuano, que por ser muito alta e próxima, vê-se perfeitamente da cidade. O Exército brasileiro agiu com presteza, e infiltrou dois majores através da fronteira, e do alto daquela serra, durante dois dias, filmaram e fotografaram tudo. Agora, com os fatos ocorridos em Orinduike, próximo de Uiramutã, nossa fronteira Norte, fechava-se o entendimento do que estava acontecendo.

 

E o que estava acontecendo? As pressões internacionais para a demarcação da Raposa/Serra do Sol apertavam, na certeza de que o Presidente Itamar Franco assinaria o decreto. Em seguida, a ONU, atendendo aos “insistentes pedidos dos povos indígenas de Roraima”, determinaria a criação de um enclave indígena sob a sua tutela, e aí nasceria a primeira nação indígena do mundo. Aquelas tropas americanas e as inglesas, eram para garantir militarmente a tomada de posse da área e a “nova nação”.

 

Até a capital já estava escolhida: seria a maloca da Raposa, estrategicamente localizada na margem da rodovia que corta toda a região de Este para Oeste, e divide geográfica e perfeitamente a região das serras daquela dos lavrados roraimenses – que são os campos naturais e cerrados.

 

Itamar Franco – suponho – deve ter sido alertado para o tamanho da encrenca militar que viria, e o fato é que, nunca assinou a demarcação.

 

Nessa mesma ocasião (para relembrar: era começo de setembro de 1993), estava em final de preparativos, o exercício periódico e conjunto das Forças Armadas nacionais, na cidade de Ourinhos, margem do rio Paranapanema, próxima de Sta. Cruz do Rio Pardo e Assis, em São Paulo, e Cambará e Jacarezinho, no Paraná.

 

Com as alarmantes notícias vindas de Roraima, o Alto Comando das Forças Armadas mudou o planejamento, que passou a chamar-se “OPERAÇÃO SURUMU” e, como já estava tudo engrenado, enviou as tropas para Roraima. Foi assim que à partir da madrugada de 27 de setembro de 1993, dois aviões da VARIG, durante vários dias, Búfalos, Hércules e Bandeirantes despejaram tropas em Roraima. Não cabendo todas as aeronaves militares dentro da Base Aérea, o pátio civil do aeroporto ficou coalhado de aviões militares. Chegaram também os caças e muitos Tucano. Veio artilharia anti-aérea, localizada nas cercanias de Surumu, e foi inclusive expedido um aviso para todos os piloto civis, sobre áreas nas quais estava proibido o sobrevôo, sob risco de abate.

 

Tendo como Chefe do Comando Militar da Amazônia (CMA), o general de Exército José Sampaio Maia – ex-comandante do CIGS em Manaus, e como árbitro da Operação Surumu, o general de Brigada Luíz Alberto Fragoso Peret Antunes (general Peret), os rios Maú, Uailã e Urariquera enxamearam de “voadeiras” cheias de soldados. Aviões de caça fizeram dezenas de vôos razantes nas fronteiras do Norte. O Exército também participou com a sua aviação de helicópteros, que contou com 350 homens do 1º, 2º e 3º esquadrões, trazendo 15 Pantera (HM-1) e 4 Esquilos, que fizeram um total de 750 horas de vôo. Vieram também cerca de 150 páraquedistas militares e gente treinada em guerra na selva. A Marinha e a Força Aérea contribuíram com um número não declarado de homens, navios e aeronaves.

 

Dessa maneira, não tendo Itamar Franco assinado o decreto de demarcação da Raposa / Serra do Sol e, vindo essas forças militares para demonstrar que a entrada de soldados americanos e ingleses em Roraima, não seria feita sem grande baixas, “melou” e arrefeceu a intenção internacional de apossar-se desta parte da Amazônia, mas não desistiram.

 

Decepcionando muito, embora sendo outro o contexto político internacional, Lula fez a homologação dessa área indígena, contestada documentalmente no Supremo Tribunal e, ainda tentou à revelia de uma decisão judicial, retirar “na marra”, os fazendeiros e rizicultores (“arrozeiros”) dessa área, que como muita gente sabe – inclusive os contrários – tem dentro dela propriedades regularmente documentadas com mais de 100 anos de escritura pública e registro, no tempo em que Roraima nem existia, e as terras eram do Amazonas. Agora, entretanto, os interesses difusos e estranhos de muitas ONGs, dizem na internet, que esses proprietários são “invasores”, quando até o antigo órgão anterior ao INCRA, demarcou e titulou áreas nessa região, e que a FUNAI, chamada a manifestar-se, disse por escrito, que não tinha interesse nas terras e que nelas, até aquela ocasião, não havia índios.

 

As ONGs continuam a fazer pressão, e convém não descuidar, porque nada indica que  vão desistir de conseguir essas terras “para os índios”, e de graça, levarem além de 1 milhão e 700 mil hectares – quase o tamanho de Sergipe – tudo o mais que elas tem: ouro, imensas jazidas de diamantes, coríndon, safira de azul intenso, turmalina preta, topázio, rutilo, nióbio, urânio, manganês, calcáreo, petróleo, afora a vastidão das terras planas, propícias à lavoura, área quase do mesmo tamanho onde Mato Grosso planta soja que fez a sua riqueza.

 

Isso é o que já sabemos, porque uma parte disso foi divulgada numa pesquisa da CPRM – Cia. de Pesquisa de Recursos Minerais, em agosto de 1988 (iniciada em 1983), chamada de Projeto Maú, que qualifica essa parte da Raposa/Serra do Sol, como uma das mais ricas em diamantes no Brasil, sendo o mais extenso depósito aluvional de Roraima, muito superior ao Quinô, Suapi, Cotingo, Uailã e Cabo Sobral. Essa pesquisa foi inicialmente conduzida pelo geólogo João Orestes Schneider Santos e, posteriormente, pelo também geólogo, Raimundo de Jesus Gato D´Antona, que foi até o final do projeto, constatando a possibilidade da existência de até mais de 3 milhões de quilates de diamantes e 600 Kg de ouro. Basta conferir a cotação do ouro e diamantes, para saber o que valem aquelas barrancas do rio Mau, só num pequeno trecho.

 

A “desgraça” de Roraima é ser conhecida internacionalmente na geologia, como a maior Província Mineral já descoberta no planeta. Nada menos que isso!

 

E o que ainda não sabemos? Essa pesquisa, feita em pouco mais de 100 quilômetros de barranca do rio, cubou e atestou a imensa riqueza diamantífera da área. Entretanto, o Estado de Roraima ainda tem coríndon, manganês, calcáreo e urânio, afora mais de 2 milhões e 100 mil hectares de terras planas agricultáveis, melhores que aquelas onde plantam soja no Mato Grosso. 

Fonte:

http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=5228&Itemid=223

Izidro conta. Já aconteceu: as ONGs estrangeiras vão criar já, o país indígena

O NOVO PAÍS INDÍGENA!

Ainda nem bem esfriou o julgamento da RAPOSA/ SERRA DO SOL, e o que já era esperando e que estava FARTAMENTE AVISADO, aconteceu: 

Os índios do CIR – Conselho Indígena de Roraima, reuniram-se na sua sede hoje, dia 20 de março/2009, com ONGs estrangeiras, para traçarem os planos para criação DO PAÍS INDÍGENA.

O fulano estrangeiro, representante das ONGs falou COM TODAS AS LETRAS, EFES, ERRES E PINGOS NOS IIIIIISSSSS, exatamente isso, e a TV mostrou para todo o Estado.

Está surpreso? Porque?

Isso foi claramente contado na: “HISTÓRIA SECRETA DA INVASÃO MILITAR DE RORAIMA” e consta dos planos do “DIRETRIZES BRASIL nº 4”.

Foi apenas mais rápido do que se esperava, não é mesmo?

3.20.2009

NÓS, OS "16 %" QUE ENXERGAMOS O LULA


Quem já leu sobre as táticas de Hitler, sabe que as pesquisas também lhe davam 82% de aprovação. Mas o Lula conseguiu ir além, e superar o nazista, chegando aos incríveis 84% (segundo o IBOPE). Com toda sinceridade, não dá para acreditar nessas pesquisas.

Um político que goza da apreciação da maioria do povo, de fato, jamais que se intimidaria em comparecer em eventos populares por medo das Vaias. Não é possível que nós - os 16% - sejamos os únicos a enxergar a realidade dos fatos. Não é nada razoável acreditar que 84% dos brasileiros (inclui-se aí, parte do eleitorado que votou em Alckmin para presidente), sejam retardados mentais que aplaudem o maior corrupto que este país já viu.

Não podemos sair acreditando em qualquer coisa, quando sabemos que o dinheiro rola solto para ludibriar estatísticas, inventar números e aprovações e, principalmente, para bancar o status de “CARISMÁTICO”, quando a palavra correta seria ESTELIONATÁRIO.

Lula mandou mudar os cálculos da CAGED para poder mentir sobre o número de desempregados no país. O deputado Aleluia foi um dos que acusou sobre essa trapaça. Lula manda nas estatísticas e nas pesquisas de opinião deste país. Sua popularidade certamente que minguou muito mais que os 5% alardeados pelo Datafolha; aliás, duvidamos que sua popularidade tenha chegado algum dia aos 84%, abocanhando Tucanos e Demos, dentro desse percentual absurdo.

Mas o que importa agora é que a conta “da marolinha” chegou, finalmente. Um governo perdulário que gastou e gasta fábulas no Cartão Corporativo, que distribuiu/distribui benesses aos apaniguados, que doou/doa nosso dinheiro para outros governantes, que comprou boa parte do Congresso, agora está sofrendo o baque na arrecadação de tributos, e vai ter que cortar no orçamento. Justamente em um momento crucial, onde ele precisaria aumentar o ritmo dos investimentos públicos e baixar os impostos para incentivar a atividade econômica. Vai ser fatal. Não tem jeito, uma hora a incompetência se mostra. Por Gabriela/Gaúcho

NÓS, OS "16 %" QUE ENXERGAMOS O LULA


Quem já leu sobre as táticas de Hitler, sabe que as pesquisas também lhe davam 82% de aprovação. Mas o Lula conseguiu ir além, e superar o nazista, chegando aos incríveis 84% (segundo o IBOPE). Com toda sinceridade, não dá para acreditar nessas pesquisas.

Um político que goza da apreciação da maioria do povo, de fato, jamais que se intimidaria em comparecer em eventos populares por medo das Vaias. Não é possível que nós - os 16% - sejamos os únicos a enxergar a realidade dos fatos. Não é nada razoável acreditar que 84% dos brasileiros (inclui-se aí, parte do eleitorado que votou em Alckmin para presidente), sejam retardados mentais que aplaudem o maior corrupto que este país já viu.

Não podemos sair acreditando em qualquer coisa, quando sabemos que o dinheiro rola solto para ludibriar estatísticas, inventar números e aprovações e, principalmente, para bancar o status de “CARISMÁTICO”, quando a palavra correta seria ESTELIONATÁRIO.

Lula mandou mudar os cálculos da CAGED para poder mentir sobre o número de desempregados no país. O deputado Aleluia foi um dos que acusou sobre essa trapaça. Lula manda nas estatísticas e nas pesquisas de opinião deste país. Sua popularidade certamente que minguou muito mais que os 5% alardeados pelo Datafolha; aliás, duvidamos que sua popularidade tenha chegado algum dia aos 84%, abocanhando Tucanos e Demos, dentro desse percentual absurdo.

Mas o que importa agora é que a conta “da marolinha” chegou, finalmente. Um governo perdulário que gastou e gasta fábulas no Cartão Corporativo, que distribuiu/distribui benesses aos apaniguados, que doou/doa nosso dinheiro para outros governantes, que comprou boa parte do Congresso, agora está sofrendo o baque na arrecadação de tributos, e vai ter que cortar no orçamento. Justamente em um momento crucial, onde ele precisaria aumentar o ritmo dos investimentos públicos e baixar os impostos para incentivar a atividade econômica. Vai ser fatal. Não tem jeito, uma hora a incompetência se mostra. Por Gabriela/Gaúcho