Falta o chefe da prostituição da justiça e da verdade; Felizmente, "PODE-SE ENGANAR A MUITOS POR ALGUM TEMPO; PODE-SE MESMO ENGANAR ALGUNS POR MUITO TEMPO; MAS NÃO SE PODE ENGANAR A TODOS TODO O TEMPO...” ABRAHAM LINCOLN
Livro IX) CIDADANIA-SOBERANIA-MORALIDADE=LEVANTA BRASIL!
Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismoapoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historiaque esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil!Cidadania-Soberania-Moralidade
As reações ao “assalto” ao banco no interior do forte Apache foi, REALMENTE, A PÁ DE CAL NO ENTERRO DO CONCEITO DE UMA FORÇA, dita, ARMADA. Caros amigos,
Nos anos 60 havia aquela música:"Quem sabe faz a hora não espera acontecer."Nossas FFAA, esquecendo o refrão, esperaram acontecer.Não me convence a idéia de que duas pessoas adentraram o famoso Forte Apache para levar R$ 8.000,00 e amarrar as únicas duas presenças existentes no estabelecimento;o Gerente e um Oficial General.O dinheiro levado não paga os ternos usados e nem compensa o risco, mas amarrar um General em seu local de trabalho, é altamente compensador.
Na minha visão de muitos anos vividos, fosse na área de Segurança ou Militar, o ato foi Político, muito bem planejado, colocando uma pá de cal na moribunda FFAA do País.
Tudo bem, aconteceu, mas CHEGOU A HORA!
Linha de Ação única:
1.Sob o Cmdo do mais antigo, no caso o Cmt do EB, reunião do Alto Comando das FFAA para executar a única LAç pertinente:
-Conceder prazo de 24H para a Pol Federal ou PMDF apresentarem os envolvidos.Eles sabem;
-Desencadear operação militar com apoio da Pol Federal, para destruir todos os paiois de armamento e munição do MST espalhados pelo País;
-Extinção da Força Policial Nacional;
-Desarmamento do MST seja de terra ou teto;
-Prisão de todos os Parlamentares e Policiais envolvidos ou constantes de processos judiciais em vigor;
-Proibição de concessões pecuniarias além do salário previsto;
-Suspender o auxílio moradia dos parlamentares enquanto houver imóveis funcionais desocupados;
-Redução ou eliminação da verba de gabinete, Cartões corporativos, telefonia, combustível, publicações e outras mordomias e falcatruas que só eles sabem;
-Suspenção das verbas destinadas ao MST;
-Suspenção da demarcação de terras indígenas;
-Suspenção da atuação das ONGs no País(No Irã, nem chegam perto);
-Cassação das indenizações concedidas a cidadãos que nem participaram da luta armada e retribuição igualitária aos militares mortos em combate,etc,etc,...
Consequências:
-O povão iria adorar;
-As FFAA recuperariam parte de sua credibilidade;
-A imprensa fajuta, de esquerda, que vive às expensas do Governo, iria criticar, espernear, que se dane;
-Se o Pres do STF reclamar sobre a inconstitucionalidade dos atos, mandaría o cidadão passar dois anos confortáveis em Fernando De Noronha;
-E o Min da Defesa? Problema do Lula;
-Tudo feito, o nosso Presidente, em rede nacional, com a presença dos nossos Comandantes, iría declarar:" Esses são os Caras ".Começou a sobrar dinheiro para os pobres.
Paulo Cesar Romero Castelo Branco, aposentado e aleijado;
Dionísio Torres -Fort-Ce
Basta de assalto a quartéis
É muito fácil entrar num quartel. Só quem tem alguma dificuldade são os generais. A guarda, para mostrar serviço, inspeciona a viatura, pede a identidade do motorista e só não manda Sua Excelência descer do carro porque tem medo de parar no xadrez. Intramuros, costumamos dizer que o caminhão da Coca-Cola passa sem parar pela guarda, enquanto a viatura de nosotros, os generais, é submetida a rigorosa revista. Verdade ou não, a brincadeira revela o quanto é amador o nosso aparato de defesa, cada vez mais vulnerável desde que, há muito tempo, priorizamos a “mão amiga” em detrimento do “braço forte”.
Tememos a Justiça. Temos pavor do que dirá a imprensa. Vivemos preocupados com nossa carreira. Por isso, enfraquecemos. Por isso, assaltam banco em área militar (não é de hoje). Por isso, roubam nossas armas (não é de hoje). Por isso, ficamos calados quando dizem na nossa cara que fomos e continuamos sendo torturadores (não é de hoje). Por isso, traficantes ameaçam soldados que estão auxiliando comunidades pobres nas favelas (não é de hoje). Por isso, ONGs estrangeiras não nos deixam entrar em reservas indígenas que elas controlam e exploram (não é de hoje).
Já é passado o tempo de dar um basta! Já passou da hora de deixarmos a covardia de lado. Chega de assaltarem banco em área militar, de bandido entrar em quartel e dele sair carregado de pistolas e fuzis. Entrar ele até pode, porque a “mão amiga” facilita. Sair impunemente, não, porque aí o “braço forte” tem que deixar de ser apenas um slogan para tornar-se a realidade que todos os brasileiros esperam, até mesmo alguns integrantes da imprensa e da justiça, que passaram parte de sua vida sendo doutrinados para usar sua caneta como arma contra os soldados. Senão, o “braço forte, mão amiga” será apenas uma peça publicitária a mais entre tantas que poluem nossas mentes nestes tempos em que as palavras nada mais são do que parte de um jogo de mentirinha e enganação, tempos de muita prosa e pouco serviço, onde o “falar” tornou-se mais importante do que o “fazer”.
Este artigo foi publicado em sábado, 09/05/2009 e está arquivado dentro de Segurança Nacional. Você pode passar para o fim e deixar um comentário.
"Mais vale a lágrima da derrota, do que a vergonha de não ter lutado, por isso lute por tudo aquilo que sonhaste, mesmo que te custe uma lágrima derramada" (Autor desconhecido)
24 de maio de 2009 por: GF Assuntos: Petrobrás, Funai e Iran
A Raposa foi esquecida. Também as viagens dos deputados. O principal assunto da mídia refere-se a Petrobrás.
Criada pela garra e teimosia do nosso povo, quando se afirmava não haver petróleo em nosso território e agora, com a promessa do pré sal, tem, sem dúvida, suas mazelas. Foi, nos governos militares e mais ainda durante os desgovernos civis – corruptos e prevaricadores – usada para agasalhar apaniguados do poder quando rejeitados nas urnas. Somente o seu poderio e o temor da reação popular fizeram que sobrevivesse ao período FHC, quando tentou-se desnacionalizá-la (diferente de privatizá-la) tal como conseguiram com a Vale do Rio Doce
No momento a CPI. Ainda que seja criada somente para atingir o governo, vem em boa hora se evitar que a administração dos não-eleitos do PT atrapalhe demais. O problema é a forte possibilidade de que a legítima investigação parlamentar sobre as caixas-pretas da Petrobrás seja sacrificada no consórcio entre um governo alarmado e seus aliados Renan/Jucá.
Círculos governamentais acusam o governo FHC de querer vender a Petrobrás. Lembram, entre outras coisas, que a gestão do PSDB foi responsável pela quebra do monopólio do petróleo, pela venda das ações da Petrobrás na Bolsa de Nova York por menos de 10% do seu valor real. Mesmo jurando que não, ainda ressoam as palavras”O petróleo agora é vosso”.
Uma parte da Petrobrás já está perdida, tal como o território da Raposa. Agora teremos que retomar. Duvido que neste governo, e tão pouco no próximo
Funai – evidências de corrupção
Há índios na Suíça? – pois Mércio Gomes, presidente da Funai, tem viajado muito para ampliar seus conhecimentos sobre povos e etnias distantes, examinando com afinco os hábitos dos moradores de Genebra, na Suíça. Deve ter muito a fazer lá; Visitou a cidade sete vezes desde que assumiu o órgão. Em média uma passada lá a cada cinco meses, além de ter ido três vezes aos Estados Unidos, duas à Inglaterra e a cinco países da América Latina.
No Brasil, seu destino preferido é o Rio de Janeiro, onde tem vários familiares. Para lá voou 118 vezes, pagando com o nosso dinheiro. Nos últimos 35 meses teriam sido emitidos 235 bilhetes aéreos em nome de Mércio Gomes. Já se sabe que a maioria em fins de semana.
O caso, revelado na semana passada pelo jornal O Estado de S. Paulo, levou o procurador Lucas Furtado a abrir inquérito. Teriam sido torrados 252.000 reais na compra de passagens.
Reserva indígena ou de mercado?
( resumido de texto de D. Falcão e R. Pacca)
A ONG “CIR”, ligada aos índios que defendiam a demarcação contínua da Reserva Raposa Serra do Sol — recentemente vitoriosa no STF —, negocia uma parceria com o MST visando a produção agrícola na área. Fala em obter financiamento público para a produção de arroz , uma produção amaldiçoada por eles até ontem como destruidora de seu ambiente.
A idéia de demarcação contínua embutiu a finalidade de manter preservada a cultura de seus habitantes e intocadas as terras indígenas. Não visou torná-los "empresários do agronegócio em parceria com o suspeitíssimo MST.e rejeitava a aculturação. Pelo menos não fazia parte dos princípios que nortearam a errônea decisão do STF.
Pelo jeito, "reserva indígena" poderá significar "reserva de mercado", o que seria coerente com a lamentável política de cotas implementada pelo atual governo, mas profundamente prejudicial aos interesses do país como um todo.
Mais uma voz que critica a política indigenista
O deputado federal Giovanni Queiroz (PDT-PA) criticou duramente a criação de reservas indígenas e áreas de proteção permanentes através de Decreto Lei. "Vamos legislar para regulamentar essa situação. Precisamos sair dessa histeria ambiental e indigenista, como se a criação de reservas indígenas e de proteção fosse resolver o problema do desmatamento na Amazônia".
Estranha-se o silêncio do Exército, que deve ser o primeiro a cuidar da integridade Nacional. Enfim, exércitos costumam falar só pelas bocas dos fuzis.
Meio Ambiente
Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos. O próprio presidente Lula criticou recentemente a demora no licenciamento ambiental. Ao inaugurar o aeroporto de Cruzeiro do Sul (AC), no final de abril, o presidente disse que, no Rio Grande do Sul, uma perereca paralisou as obras durante sete meses, até que se descobrisse se o anfíbio estava ou não em extinção.
Recebi noticia que: (espero a comprovação)
1 - Eros Grau acabou condenado culpado em um processo de violação contra a lei de licitações. O processo era antigo. Foi aberto bem antes de ser indicado por Lula para o STF. Afinal, só poderia atuar na suprema corte quem tem reputação comprovadamente ilibada. E quem tinha processo antes de ir para lá sequer deveria ter ido para lá. Se a notícia for verdadeira, o STF e seus julgamentos perdem a legitimidade.
2 - A Comissão “de anistia ou direitos humanos" já desperdiçou mais de 2,9 BI e ainda tem uns 100 mil pseudos perseguidos pela ditadura. Com tantos perseguidos é de se admirar como morreram tão poucos.
Uma apreciação política
Ainda que aplaudindo a expansão comercial feita no atual governo, angustia-nos profundamente a divisão que separa o País em etnias hostis, bem como a rendição diplomática face as injustas exigências da Bolívia, Paraguai e Equador.
Nada mais se pode esperar do dirigente maximo, face a nova situação de crise internacional que sabemos, trará exigências descabidas que só podem ser contidas por atitudes firmes escudadas em força militar
Vemos, com inveja, as atitudes desassombradas de pequenos países como Israel ou mesmo o Iran, que enfrentam todas as pressões em defesa de seu interesse nacional, enquanto o gigantesco Brasil se encolhe acovardado. Enfim, como já dizia Camões “Um fraco rei torna fraca a forte gente”.
Nada podemos esperar do provável futuro. Havendo um terceiro mandato continuaremos uma nação covarde, cedendo a pressões e destruindo a já mínima força militar existente; Tendo Lula conseguido eleger seu sucessor, este será uma ou um ex-guerrilheiro internacionalista cuja lealdade se dirige mais ao regime político do que ao País, e se escolhido um opositor, do ideário do FHC então pior, aí mesmo que o País se desmanchará.
Teremos saída? – Ainda não sei.
Saudações patrióticas. Até a próxima semana, se Deus quiser. I M P U N I D A D E
“É assustador o que estamos assistindo nos últimos dias nos blogues lulistas ou que aceitam as ratazanas petistas na área de comentários. Os petralhas transformaram-se em chavistas. Os blogues estão infestados de ameaças diretas à imprensa. Há uma espécie de fervor religioso em prol de Lula e uma beatificação da sua Joana D'Arc dos cabelos caídos. Percebe-se um ataque furioso aos preceitos básicos da democracia”.
“Os chavistas brasileiros estão em transe, tomados por sentimentos que beiram a criminalidade. É bom que o que se costuma chamar de forças vivas do país abram os olhos para o momento extremamente perigoso que estamos vivendo. Que os jornalistas percebam toda a extensão do que a instituição chamada Associação Brasileira de Imprensa cometeu no dia de hoje, apoiando a passeata contra o direito da oposição realizar uma CPI para investigar as denúncias comprovadas pelo Tribunal de Contas da União contra a Petrobras. O nível de aparelhamento das instituições chegou a um limite intolerável. O lulochavismo está tomando conta do Brasil. Quando abrirem os olhos poderá ser tarde demais”. do: http://www.coturnonoturno.blogspot.com/ I M P U N I D A D E
Recebemos da organização “Nação Mestiça” um e-mail que relata como procedem os aliados da Seppir, a Secretaria de Promoção Igualdade Racial da Presidência da Republica.
“A II Conferência Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial do Amazonas, encerrou-se ontem (09/05/09). Com muitas manobras, os aliados da SEPPIR (Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República) conseguiram todas as vagas para a Conferência Nacional. Quando ia ser iniciada a discussão sobre as propostas, a polícia de choque fez uma fila separando o movimento negro do movimento mestiço.
“Os 'quilombolas' e outras pessoas do movimento negro, alguns deles conhecidos militantes do PT e do PCdoB, votaram contra propostas que incluíam a palavra mestiço e caboclo. Nas propostas que vieram da municipal de Manaus e que incluíam a palavra caboclo, votaram pela retirada da palavra. Como a conferência estava se prolongando muito e os delegados deles já deviam estar cansados, aprovaram que a votação das propostas seria por bloco, ou seja, tudo ou nada. No bloco das propostas do grupo de Controle Social, que tivera maioria de mestiços e vieram com diversas propostas citando a palavra mestiço e caboclo, eles votaram contra todo o bloco, de modo que o Relatório Final da conferência do AM não terá propostas do grupo do Controle Social. Este foi o único bloco que não foi aprovado”.
“Os movimentos negros apresentaram oito candidatos que ficaram com as oito vagas da sociedade civil para a próxima Conferência Nacional.
“Aprovaram também uma moção contra o movimento mestiço e contra o FORAFRO - que são contrários a cotas raciais e a favor de cotas sociais”.
“Algumas pessoas não suportaram os constrangimentos e discriminações e se retiraram do evento, O movimento mestiço permaneceu até o fim lutando contra essa política de divisão racial do país - e continuará lutando”.
Diz ainda o documento que só conseguiram participar do evento porque chamaram a imprensa para estar presente.
É com atitudes como essa que se constrói a “democracia” do movimento quilombola que visa implantar no País – isto sim -a guerra de raças, o confisco rural e urbano e o coletivismo, como ficou demonstrado no livro “A Revolução Quilombola” do jornalista Nelson Ramos Barretto, que o Movimento Paz no Campo vem divulgando por todo o Brasil e do qual já se esgotaram duas edições em poucos meses. do:www.paznocampo.org.br I M P U N I D A D E
Os arrozeiros saíram todos pacificamente, como previsto. Ficaram ainda alguns pequenos fazendeiros, que não tem como e nem para onde ir, pois ali era não apenas a sua fazendola, mas também a residência. Êles não tem residência em Boa Vista, não tem casa de parentes para onde se mudarem, não tem dinheiro para comprar nem sequer um terreno ou uma casa, pois não foram indenizados PREVIAMENTE, conforme determina a Lei e também o Decreto de Homologação.
É preciso frizar, repetir e repetir novamente, que os arrozeiros eram apenas NOVE, e os fazendeiros (pequenos, na maioria / 200 cabeças de gado em média) passavam se 150, e que 28 PERMANECEM, na área, mesmo depois do prazo fatal de 30 de abril, porque não tem para onde e nem como irem.
A ênfase do governo federal em cima dos arrozeiros, como se fossem a maioria, dos “intrusos” ( ! ) é porque maior resistência apresentaram e continuam apresentando, inclusive porque tinham condições financeiras de bancarem advogados.
O gaúcho PAULO CÉSAR QUARTIERO foi escolhido “para Cristo”, porque iniciou os protesto e resistência, no tempo em que era o presidente da Associação dos Produtores de Arroz de Roraima.
Os fazendeirinhos, gente de pouca instrução e, na sua esmagadora maioria sendo de pequenas posses, chiaram e reclamaram, mas nunca recorreram à Justiça. Assim sendo, o governo bateu duro nos arrozeiros, porque eles tiveram a “ousadia” de contrariarem os interesses ongueiros, estrangeiros e nacionais, da Diocese de Roraima e um governo lulista que não se importa que estrangeiros fiquem com mais um pedaço do Brasil, supostamente entregue “para os índios”.
Grande maioria dos brasileiros ainda pensa que na Raposa / Serra do Sol moram uns índios coitadinhos, que andam nus, que caçam e pescam para sua sobreviência; q eu precisam de amplos espaços (e bota amplo nisso: 1 milhão e 700 mil hectares – QUASE O TAMANHO DE SERGIPE, para MENOS de 20.000 índios).
Esses índios são macuxi (a maioria), ingaricó, taurepang e wapixana, aculturados há mais de 200 anos (são caboclos. Hoje, cerca de 160 índios estudam na Universidade Federal de Roraima: Administração, Direito, Agronomia, Economia, Ciências da Informática. Vários são Técnicos em Microscopia e Laboratório e alguns formados como Técnicos Agrícolas.
A MALOCA DO CONTÃO, por exemplo, na passagem da ponte sobre o Rio Cotingo, é a maior aldeia macuxi em Roraima. Seu tuxáua é JONAS MARCOLINO, que formou-se em Direito e hoje é o Secretário-Chefe da Secretaria Estadual do Índio. A maloca do Contão tem escola de 1º e 2º graus, telefone de orelhão, ruas, casas de alvenaria, energia elétrica permanente, postes com luminárias, água encanada, granja de projeto SEBRAE, tratores, implementos agrícolas e caminhões e pista de pouso, além de ficar na margem de uma rodovia estadual. Plantam arroz, feijão, melancia para consumo e venda e não são roças; são lavouras extensas, feitas na tecnologia moderna, pois eles tem gente formada nisso.
Nenhum dos índios em Roraima tem terras IMEMORIAIS NO BRASIL. São índios IMIGRANTES: maxuci, ingaricó e taurepang são venezuelanos - wapixana são peruanos, e não se nega que possam viver no Brasil, mas a FUNAI e ONGs dizerem que aqui são suas TERRAS IMEMORIAIS, para alegar supostos VASTOS DIREITOS, é manipulação da história conhecida. A mesma coisa que fizeram com um balaio de etnias amazonenses que a fotógrafa romena CLÁUDIA ANDUJAR (naturalizada suissa), que “fabricou” a “etnia ianomami”, com apoio dos banqueiros Rockfeller, dos antropólogos de vários países e decisivo esforço Diocese de Roraima, com seus padres e freiras da Teologia da Libertação, a ala comunista da Igreja Católica.
Imigrantes sempre foram e devem continuar sendo bem vindos e agasalhados em nosso país mas, afirmar, por exemplo, que japoneses, árabes, chineses, judeus, bolivianos, coreanos, indianos, macuxi, ingaricó, taurepang, wapixana e ianomami são filhos de nossa terra e que aqui seriam suas terras imemoriais, é fazer troça de nossa inteligência.
Na chamada “desintrusão” da Raposa / Serra do Sol, além da informação propositalmente torcida e da ofensa de chamar os legítimos donos das fazendas e arrozais, de intrusos e posseiros de má-fé, ficam casos ESTARRECEDORES de crime contra as famílias, a sociedade, afora aquelas de terem tomado as terras de todos os “brancos”, com as mais deslavadas, estapafúrdias e despudoradas alegações.
Uma carrada de famílias dessa área é MISTA: “branco” casado com índias, tendo vários filhos, todos vivendo juntos; as relações de compadrio entre fazendeiros e índios; adoção antiga de índio como filho de fazendeiro e que hoje é herdeiro de terras legalmente registradas, mas que com essa homologação, querem que suas terras sejam TERRA EM COMUM com os demais índios.
Todas as perversidades e ilegalidades contra grupos sociais, foram cometidas: desbaratamento de famílias de “brancos” com índias, empobrecimento das pessoas, não indenização, separação e antagonismos de grupos étnicos que se olham e medem com raiva, antagonismos religiosos entre indígenas (índios católicos versus índios evangélicos – como na interminável guerra entre católicos e protestantes na Irlanda)
Incrível que, mesmo sabendo do resultado dos antigos quanto dos mais recentes episódios de separatismos FORÇADOS, grupos radicais e IRRACIONAIS tentem criar em nosso país, esses focos de discórdia no presente, COM PREVISÍVEIS RESULTADOS FUNESTOS NO FUTURO, talvez nem tão longínquo, talvez uns 3, 4 ou 5 anos.
As “faxinas” étnicas em Ruanda, na Sérvia, na Bósnia; nas dissenções mortais do “povo basco”, dos curdos, dos paquistaneses, dos palestinos contra judeus, só para exemplificar, não dizem nada e nem dão ALERTA para essas mentes entorpecidas que engendram essas ações separatistas no Brasil, nesses apartheid de áreas indígenas e de quilombolas, entre outras.
Vejamos: o filho do italiano, do japonês, do árabe, do judeu, do francês, do boliviano, nascido no Brasil, não é brasileiro? Será que é italiano, é árabe, é judeu, é francês, é boliviano?
Não vale o sofisma de dizer que dependendo do país, pode-se até ter dupla nacionalidade. Não divaguem, não viagem na maionese. Nada de sair pela tangente. Vamos direto ao ponto: é brasileiro ou não é?
Como é que o trineto de alguém que foi escravo africano no Brasil, pode ser chamado de afrodescendente, e ter direito à indenização pela escravidão de seu trisavô, e mais direitos que os demais brasileiros? Como é que o caboclo, que estuda na Universidade de Roraima, neto ou bisneto de índio que andava pelado, mas que ele próprio não está nesse estágio cultural, pode ser considerado “índio”?
Então eu, que sou bisneto de africanos na Bahia, neto do já nascido no Brasil cruzado com branca, sendo filho de branca com um pai também branco, também tenho o direito de ser quilombola e, de possuir meu pedaço de chão em algum lugar do Brasil e, de ser indenizado por uma coisa que nunca me aconteceu de mal. Ou será que não?
CLARO QUE NÃO! Isso é sofisma de alguns negros racistas, com preconceito contra branco, e que se acham melhores que o resto do mundo, oportunistas que querem aproveitar de um suposto “direito” pelo sofrimento no cativeiro, de algum muito longínquo antepassado e que jamais respingou neles, para poderem entrar no facilitário, “pela janela”, na Universidade e no serviço público, aproveitando-se de cotas fabricadas para “facilitar” para quem não tem coragem para lutar pela vida, vive de desculpas sócio-raciais, tem preguiça de estudar e se valorizar pelo esforço próprio, de fazer igual a como lutam todas as outras pessoas, sejam brancas, amarelas ou peles-vermelhas. Um jeitinho brasileiro para os negros.
O Deputado GABEIRA está há vários dias em Roraima acompanhando os acontecimentos na Raposa / Serra do Sol, aflito e temeroso com o que vê. Tem declarado publicamente que receia pelos conflitos entre indígenas, que fatalmente irão acontecer,mais hoje, mais amanhã ou depois, entre os macuxi arrogantes da MINORIA do CIR-Conselho Indígena de Roraima, braço muito ativo da Diocese (padres e freiras a Teologia da Libertação), e a MAIORIA dos índios macuxi, ingaricó, taurepang e wapixana que são filiados da SODIUR-Sociedade de Defesa dos Índios Unidos do Norte de Roraima, ALIDICIR-Aliança de Integração e Desenvolvimento das Comunidades Indígenas de Roraima, ARIKOM-Associação Regional dos Rios Kinô, Cotingo e Monte Roraima.
GABEIRA, companhado pelos Senadores Mozarildo Cavalcante (PTB) e Augusto Botelho (PT), em nome do Senado visitaram a cidade de Normandia e Vila Surumu, dentro da área indígena. Ouvindo e vendo pessoalmente como estão as coisas e os ânimos, todos eles temem por conflitos entre os próprios índios. Vila Surumu é um caso bem demonstrativo: índios do CIR tomaram todas as casas de um lado da rua principal e os índios da SODIUR, todas as do outro lado. Como há muitos anos “se estranham”, com conflitos que no passado já desaguaram em assassinatos entre eles, é claramente visto que, querendo ambos os grupos serem donos da Vila Surumu, o conflito físico, de conseqüências imprevisíveis, já está desenhado há tempos. Só não vê, quem não quer, pois os ódios latentes e recíprocos, tem neste momento, todas as condições para um acerto de contas entre eles, que não se bicam e nem se beijam.
O STF designou o Desembargador JIRAIR MEGUERIAN, Presidente do Tribunal Regional Federal, para comandar a desocupação da Raposa / Serra do Sol. Desconhecedor da longa problemática e pouco amistosa relação entre os próprios índios, quer porque quer, que eles sentem e que se entendam sobre a partilha dos bens deixados pelos “brancos”.
Reconhece, entretanto, que Vila Surumu é o ponto nevrálgico da Raposa / Serra do Sol, porque ali tanto estão os índios do CIR (à favor da área contínua) quanto os índios da SODIUR (contra a área contínua), que disputam a propriedade do lugar. O CIR não quer arredar o pé de lá, porque é lá que a Diocese de Roraima montou o seu quartel-general, criando uma escola somente para os seus obedientes índios, onde são politicamente doutrinados Havendo um extenso passado e um presente de encrencas entre eles, não há nenhuma chance do entendimento.
Talvez já desconfiando disso, o Desembargador MEGUERIAN requisitou a presença de 56 policiais federais, que, entretanto, não tem como ficarem morando indefinidamente no local. Enquanto lá estiverem, não haverá manifestações mas, quando de lá saírem . . .
Um complicador para o Desembargador, é que os 28 pequenos proprietários remanescentes na área, RECUSAM-SE À SAIR. Retirar à força, homens, mulheres e crianças injuriados, humilhados, despojados de todos os seus bens, com a vida truncada pela louca decisão do STF, é impossível de se preverem as conseqüências. Pode não dar em nada, mas pode acontecer de tudo: suicídios ou gente desesperada que tente matar quem os queira tirar à força.
É absolutamente imprevisível o que vai acontecer. MEGUERIAN vai ter de fazer “figa” para tudo dar certo.
Veja-se o caso de CLODOILDE MOEIRA DE MORAIS, expulso da Fazenda Primavera, município de Normandia, não tem onde morar porque não foi reassentado e nem indenizado. Não deram transporte nem para ele e nem para seu gado. Precisou vender parte dos animais para pagar frete e arrendamento de pasto, no município de Alto Alegre.
Gastou R$ 5.850,00 de frete, e mais o ICMS, porque tansitou com o gado, de um município para outro ! Também vai ter de pagar mais R$ 500,00 mensais pelo arrendamento do pasto, pois senão, seu gado morrerá de fome.
Clodoilde, tendo de recomeçar a vida com 70 anos, comprou as terras em LEILÃO JUDICIAL e hoje é chamado de posseiro de má-fé! Por aí vão as coisas na Raposa / Serra do Sol. Essa é uma pequena parte das muita terríveis injustiças e desmandos praticados contra as famílias “brancas”. Um ditado popular já afirma:
“QUEM BATE, ESQUECE. QUEM APANHA, NÃO ESQUECE NUNCA!”
O futuro escreverá sobre a desastrada decisão de Lula, de ENTREGAR AOS ESTRANGEIROS, esta parte do Brasil.
Entretanto, o que me causa pasmo, é o descaso das FORÇAS ARMADAS, constitucionalmente obrigadas à defesa de nossas fronteiras (Segurança Nacional interna e externa) que estão deixando que o nefasto futuro da nação seja escrito e executado debaixo de suas vistas inertes.
Como aceitar que a oficialidade superior, com curso de Estado Maior e aperfeiçoamentos, não perceba o abismo para o qual está sendo levado o país? Depois que tivermos todos caídos lá, como levantar-nos? O cáos levará ao menos um século de muito trabalho e sofrimento do povo brasileiro, para ser saneado, pois as coisas entram nos eixos bem devagar. Até lá, três gerações (nós, nossos filhos, nossos netos) teremos sido todos sacrificados à sanha de “socialistas” e descaso dos militares que assistem caladinhos, sem amor à pátria, toda a desgraceira que está acontecendo.
Talvez estejam contando que Serra ou Aécio sejam eleitos. Pode até ser mas, ainda assim, como estirpar o câncer petista e o MST, que já se entranharam na máquina governamental em todos os níveis administrativos? Pode ser também que os militares não queiram o ônus de toda a trabalheira que vai dar, arrumar a casa. Talvez prefiram o descansar em paz, numa merecida aposentadoria. Pode ser, mas também é lícito achar que já não se fazem mais militares como antigamente.
Entrementes, Lula aprendeu bem o método políticos dos “coronéis” do Nordeste: a política da migalha. Dá um pouco de cesta básica, de vale educação, vale gás, vale energia, bolsa escola e até a bolsa geladeira e garante votos dos miseráveis, que esperam vida melhor, mas que não a terão. A ceva dos votos é feita exatamente com isso: falta de escola, falta de água, falta de progresso, falta de estradas, e muita esmola. O “coronelismo” nordestino sempre foi assim e Lula, um bom aluno.
Observem: o Brasil foi descoberto no Nordeste, começou sua civilização e progresso no Nordeste, a riqueza do país primeiro surgiu com a cana e o açúcar de lá, exportado para Portugal. Entretanto, o Nordeste é hoje a parte mais pobre do país.
PORQUE? Por causa do padrão dos políticos que tem.
Claro que o esperado viria a ser o processo evolutivo do MST. Ao surgir, aparentava ser um movimento social e contava com a grande maioria do povo brasileiro, simpático a uma solução definitiva para a reforma agrária. O presidente Castello Branco deixara, entre os projetos com que modernizou o país, o Estatuto da Terra. Se não houvesse sido abandonado no próprio ciclo militar, a feição fundiária do Brasil seria outra, bem mais justa. Os latifúndios improdutivos teriam acabado, dada a taxação progressiva deles, até chegar a valer menos que os impostos acumulados.
Era fácil prever o que está acontecendo agora. Começou por manifestações públicas. Numa delas, em Porto Alegre, um policial foi decapitado por um sem-terra, usando “instrumento de trabalho”, a foice. Em Brasília, ocuparam as avenidas, aos brados de “Fora FHC”, que os recebia em palácio, esperando dialogar com eles. Inútil. A violência, bem-sucedida, cresceu. Invadiram prédios públicos e até gabinetes de ministros de Estado, como provocação.
Das chamadas ocupações (na verdade invasões) de empresas rurais julgadas improdutivas, a escalada atingiu depredação de laboratórios de pesquisa científica. Perderam-se acervos obtidos ao longo de 20 anos. Com o apoio dos padres e mesmo bispos da Comissão Pastoral da Terra, as invasões, justas quando visavam empresas de histórico comprometido com grilagem, não mais pouparam sequer as empresas produtivas. No auge, seguiu-se o esbulho puro e simples de propriedades rurais. De início as pequenas, depois as grandes, como se deu e se dá, não só no Pará.
Era fatal que os proprietários legítimos, defendendo-se da tomada de seus bens à mão armada, organizassem, com respaldo na lei, grupos de segurança armada. Surgiram as primeiras mortes de sem-terra, usados como massa de manobra. No presente, as mortes já são também de seguranças, tidos como pistoleiros. O presidente Lula, afinal, indigna-se e condena publicamente a conduta criminosa do MST. O campo está em guerra e a Constituição violada, frequentemente até por executivos estaduais que se negam a cumprir decisão judicial da reintegração de posse.
Quando se condena a ilicitude dos meios usados pelo MST, a Pastoral da Terra e facciosos defensores de direitos humanos contra-atacam rudemente. Retrucam que a reação à reforma agrária é fruto de reacionários acostumados com a espoliação dos oprimidos. E os honestos críticos da violência recíproca logo demonstram tédio. Como disse o promotor Gilberto Thums, do Rio Grande do Sul, depois de fazer cumprir a lei e sofrer, sem apoio, retaliações inomináveis: “Cansei. Essa luta não pode ser apenas minha. Se ela não for de todos, não é de ninguém”.
Seu cansaço tem razão de ser. Impediu marchas de sem-terra destinadas a invasões programadas e anunciadas. Fichou criminalmente invasores. Foi decisivo no fechamento das escolas itinerantes do MST, verdadeiros centros de treinamento revolucionário das crianças de 7 aos 14 anos de idade. A Comissão Pastoral da Terra, declaradamente aliada do MST, desencadeou feroz e caluniosa campanha pela internet contra ele, e o padre coordenador local da CPT acusou-o de “baita capitalista tradicionalista, inimigo do MST”.
Em vez do processo pacífico que distribuiu milhares de termos de posse a colonos, revive o MST o que bradava outrora Brizola —“Reforma agrária na marra” —, ofuscando os que, afeitos à justiça social, apoiam a desconcentração da propriedade rural, não, porém, por meios revolucionários. Distinguem um proprietário legítimo de um grileiro, batem-se pelo direito do posseiro, mas combatem o invasor. Quer o MST, a título de consertar o erro decorrente da “traição a Marx” pelo comunismo real na Europa, erigir o “verdadeiro socialismo científico” no Terceiro Mundo. Não me infunde o menor receio.
Em 1989, o PT já era dividido em várias alas ideológicas, sendo a Articulação a majoritária sob liderança de Lula. Tive em mãos, então, cópia de um manifesto do grupo dissidente denominado Articulação de Esquerda, propondo Uma estratégia socialista para o Brasil, assinada por João Pedro Stédile, em 1997. Seus “paradigmas eram a revolução russa, a revolução chinesa e o governo da Unidade Popular chilena”. O que chamava de revolução russa acabou melancolicamente. A chinesa adota hoje a economia de mercado e tornou direito constitucional a propriedade privada.
Quanto ao inesperado, poucas palavras bastam. Um bispo “progressista” toma o poder no Paraguai, após cerca de 60 anos de governo do Partido Colorado. Afável, conquistava facilmente adeptos para o catolicismo. Para não fazer distinção injusta, conquistava também adolescentes, nos lares onde se hospedava. Nessa faina caridosa, contribuiu para aumentar a população guarani com vários filhos e diversas mulheres jovens. Um filho já por ele admitido e outros dependendo de DNA. Merece um cuidadoso abraço e a criação de uma medalha de bons serviços prestados, se não à democracia, ao menos à demografia.
Uma análise publicada no blog Radar da Mídia, de José Carlos Sepúlveda da Fonseca, sob o tiuilo acima, chama a atenção sobre o sentido que toma o termo Democracia, quando manipulado pelas assim denominadas esquerdas políticas (socialistas, comunistas, nazistas, fascistas ou da teologia da libertação) quando comparado com seu verdadeiro sentido como é compreendida pela imensa maioria silenciosa conservadora. Transcrevemos essa interessante matéria e convidamos nossos leitores a descobrir outras, tais como “liberdade”, “trabalho escravo”, “diálogo”, “esquerda e direita”, “igualitarismo”,” pacifismo”, etc..Para quem quiser aprofundar-se nesse estudo, recomendamos o magistral trabalho de Plínio Corrêa de Oliveira “Baldeação ideológica inadvertida e diálogo”, publicado em 1965* e ainda hoje atualíssimo, onde o assunto é dissecado em todos seus aspectos. (pode ser encontrado na íntegra no site www.pliniocorreadeoliveira.info
Já experimentou, em um encontro de família, em uma roda de amigos, ou em uma reunião de trabalho, indagar aos interlocutores qual o regime político que vigora no País?
Ouvirá, por certo, que vivemos numa Democracia. E muitos justificarão a resposta por termos no Brasil eleições e nossos governantes serem escolhidos pelo povo.
A resposta parece óbvia, mas é um pouco simplista.
Democracia, eleições e sofismas
Aliás, é sobre esse conceito corrente e simplista de Democracia (um regime em que há eleições) que se constroem alguns grandes equívocos, ardis e sofismas.
Quem não ouviu o Presidente Lula defender o regime de Chávez como democrático, porque lá há muitas eleições? Ainda há pouco fez tal afirmação em importante entrevista a Fareed Zacharia, na conhecida cadeia de televisão norte-americana CNN.
Lula parece 'esquecer' (na verdade omite!) que Democracia não se resume a eleições, e que estas podem ser desvirtuadas de muitas maneiras, inclusive não respeitando seus resultados, como está fazendo atualmente o caudilho venezuelano.
Democracia representativa
Em nosso País vigora uma democracia representativa. Ou seja, os eleitores escolhem aqueles que vão representar suas aspirações, suas idéias, suas ideologias políticas.
Essa representatividade não é apenas exigível a quem vence e exerce o poder, mas é também exigível a quem fica incumbido de fazer oposição.
Na Democracia não é concebível que a maioria exerça uma tirania sobre a minoria. É importante que os opositores contrabalancem e controlem o exercício do poder.
Atentados à Democracia
Há modos diversos de fraudar a Democracia, que não se restringem ao roubo de votos, e são até bem mais subtis.
Um deles é de a oposição não dar voz àqueles que discordam do governo.
Ora é o que acontece atualmente no Brasil, em que a oposição muitas vezes se cala, ou faz alguns acenos tímidos de enfrentamento que logo esmorecem, coonesta, na prática, boa parte das iniciativas governamentais e, pior ainda, os próprios atos de corrupção ou desmandos institucionais. Já tratei, aliás, desse assunto
Mas há ainda outros modos de fraudar o caráter representativo da Democracia.
Muitas vezes, durante as campanhas eleitorais, os candidatos não expressam com clareza suas propostas, idéias e metas político-ideológicas. Ao serem eleitos, representam a quem e o quê? Eleitos dessa forma, estarão exercendo um mandato que não lhes foi concedido.
Falta de verdadeiras opções
Quantas vezes não ouvimos alguém dizer, ou não dissemos nós mesmos, que em determinada eleição, na ausência de alternativas, é preciso escolher o menos ruim.
A autenticidade de nossa Democracia fica gravemente mutilada quando o eleitorado se encontra nessa triste contingência.
Não é possível considerar verdadeiramente democrático o regime em que os eleitores não dispõem de um leque suficiente de alternativas, representativas das diversas correntes de pensamento existentes no público.
Menos ainda, quando é a maioria que não dispõe de candidato autêntico, que assuma seus anseios, idéias e objetivos e esteja disposto a batalhar por eles.
Lula confessa inautenticidade das eleições
Parece que, uma vez mais, na eleição presidencial de 2010, estaremos condenados a tal falta de opções, manchando de inautenticidade mais essa eleição “democrática”.
E quem o afirma, e exulta com isso, é o próprio Presidente Lula!
Convido-os a ler um trecho da longa entrevista que este concedeu ao jornal argentino La Nación (19.abr.2009):
• ' LN - O Sr. disse que gostaria que a sua sucessora fosse sua chefe de Gabinete, Dilma Rousseff. Apesar de subir na aceitação popular, ainda está nas pesquisas abaixo de José Serra, do PSDB. Continua a ter uma fé cega em Dilma?
Lula - Não tenho fé, mas segurança e trabalho político. E sei que Dilma pode ser a futura presidente do Brasil. Para isso temos um trabalho a fazer. Primeiro, o governo tem que governar. Até 31 de dezembro de 2010 estarei trabalhando como se fosse o primeiro dia de meu governo. Em segundo lugar, é preciso construir a coalizão, quem estará conosco, e para isso temos um ano, um ano e pico. Depois é preciso saber se o PT quer que seja ela a candidata. Depois é preciso perguntar ao povo. Uma vez que se cumpra todo o ritual, ela poderá ser candidata. Não me preocupam as pesquisas. Serra já foi candidato a presidente, a governador de São Paulo. Mas posso dizer uma coisa: será um privilégio para este País se se fizer a eleição entre Dilma e Serra. Se os candidatos forem Dilma, Serra e Ciro Gomes, do PSB, também será um luxo. O mesmo, se está Aécio Neves. E isso porque não vejo ninguém de direita aí. Vejo companheiros de esquerda, de centro-esquerda, progressistas. Isso é um avanço extraordinário para o Brasil. '
Maioria condenada ao silêncio
Vejam bem, para Lula é um “privilégio”, um “luxo”, só haver candidatos de esquerda e ninguém de direita. Portanto, segundo o Presidente, o falseamento fundamental do quadro eleitoral, em que é seqüestrado ao eleitor seu direito de ampla escolha, constitui um “avanço extraordinário” para o País. É grave!
Este falseamento do quadro eleitoral, sem qualquer representante das correntes conservadoras, torna-se ainda mais grave se se leva em conta que estudos realizados nos últimos três anos, a respeito das tendências do público, demonstram invariavelmente que a maioria se considera de centro e de direita e defende valores afins.
Apesar de boa parte de nossa imprensa demonizar as chamadas posições conservadoras, o mais recente destes estudos, publicado há meses pela Folha de S. Paulo, mostrou que, entre os jovens, 37% se declaram de direita, 23% de centro e apenas 28% se dizem de esquerda. Além de a grande maioria deles defender valores como a religião, a família, o trabalho, a propriedade e se oporem ao aborto, ao uso de drogas, etc.
As palavras do Presidente são a confissão, ainda que involuntária, de como há um divórcio entre os “representantes” democraticamente eleitos e seus representados, e de como a atual oposição não é, na verdade, oposição, mas mais uma ala dos “companheiros”.
Torna-se fundamental entender bem o sentido deturpado que a palavra Democracia adquire na boca de Lula e de todos os “companheiros” (governo e oposição). Vivemos num regime que realiza eleições, mas que é falseado na sua essência.
É o caso de dizer: Democracia, democracia, quantas fraudes se cometem em teu nome!
* Publicado em “Catolicismo” (nº 178-179, de outubro-novembro de 1965) 1ª edição (5.000 exemplares) – janeiro de 1966 2ª edição (7.000 exemplares) – fevereiro de 1966 3ª edição (8.000 exemplares) – março de 1966 4ª edição (10.000 exemplares) – abril de 1966 5ª edição (15.000 exemplares) – julho de 1974 Total das edições em português: 45 mil exemplares. Teve também uma edição em alemão, três em espanhol e uma em italiano, num total de 22 mil exemplares. Foi outrossim transcrito integralmente em cinco jornais ou revistas da Espanha, Argentina e Chile.
Judy Wallman é uma pesquisadora na área de genealogia nos Estados Unidos. Durante pesquisa da árvore genealógica de sua família deu de cara com uma informação interessante. Um tio-bisavô, Remus Reid, era ladrão de cavalos e assaltante de trens. No verso da única foto existente de Remus (em que ele aparece ao pé de uma forca) está escrito: "Remus Reid, ladrão de cavalos, mandado para a Prisão Territorial de Montana em 1885, escapou em 1887, assaltou o trem Montana Flyer por seis vezes. Foi preso novamente, desta vez pelos agentes da Pinkerton, condenado e enforcado em 1889."
Acontece que o ladrão Remus Reid é ancestral comum de Judy e do senador pelo estado de Nevada, Harry Reid. Então Judy enviou um email ao senador solicitando informações sobre o parente comum. Mas não mencionou que havia descoberto que o sujeito era um bandido. A atenta assessoria do Senador respondeu desta forma: "Remus Reid foi um famoso cowboy no Território de Montana. Seu império de negócios cresceu a ponto de incluir a aquisição de valiosos ativos eqüestres, além de um íntimo relacionamento com a Ferrovia de Montana. A partir de 1883 dedicou vários anos de sua vida a serviço do governo, atividade que interrompeu para reiniciar seu relacionamento com a Ferrovia. Em 1887 foi o principal protagonista em uma importante investigação conduzida pela famosa Agência de Detetives Pinkerton. Em 1889, Remus faleceu durante uma importante cerimônia cívica realizada em sua homenagem, quando a plataforma sobre a qual ele estava cedeu."
Não é sensacional ? Palavras e números podem ser manipulados pra dizer o que o manipulador quiser!
Com certeza, daqui a uns 100 anos, um descendente do Lula assim escreverá sobre o ancestral:
”Lula da Silva foi um presidente do Brasil, que tinha uma característica incomum. Apesar de possuir o sentido da visão, era cego, nada via, o sentido da audição, era surdo, nada ouvia, o terceiro ano primário, não lia jornais, nada sabia, e apesar de confessar nunca haver lido sequer um livro, foi reeleito.
Não deixou prole numerosa, mas um de seus filhos, que quando o pai foi eleito pela primeira vez era um simplório guia de zoológico, ganhando um pequeno salário para mostrar aos visitantes girafas, macacos e jacarés, revelou-se, durante os anos em que o pai foi Presidente da República, um talentoso homem de negócios e pecuarista.
Lula da Silva, apesar da cegueira, era um viajante internacional como nunca se vira outro igual. Visitou centenas de países sempre se fazendo acompanhar pelo ministro das Relações Exteriores, que lhe descrevia os cenários turísticos. Era recebido no "grand monde" político internacional, onde era tido como uma excentridade. Fez amizades duradouras com os líderes mais importantes do mundo, Fidel Castro, Hugo Chavez e Evo Morales.
Analfaglota, mas perseverante e inteligente, acabou decorando várias palavras e expressões estrangeiras: "ies", "óquêi", "tenqui iu", "gude mornim", "gude ivin" "gude naite", "naice tu miti iu", "gude bai", mas decorou com mais facilidade "blude méri", "drai martine", "rai fai", "iscóti" e "quantrô". Não precisou decorar caipiroska, esse nome ele já sabia, mas quando ía ao Chile optava por um pisco triplo.
Adorava uma rodada de dôrra, regada a "xatenêve di papi", Às vezes confundia-se com a geografia política: "em que país fica a África?". Se Nova Iorqui é a capital dos Estados Unidos, porque a "uaiti rorse" fica em "uóxinton?".
A oposição era cruel com ele, mas ele não tinha culpa, afinal era filho de uma senhora que nasceu analfabeta...
Chegou a alcançar 84% de aprovação popular, segundo enquete realizada entre as pessoas que recebiam o programa bolsa família, que a oposição, duplamente cruel, apelidava de caça votos.
Foi o criador do PAC, programa de aceleração da campanha, mas como era um cidadão humilde, abdicou da paternidade transferindo-a para uma senhora muito doce a quem intitulou mãe do PAC”. Lúcio Wandeck
Assim como em 1944 o General von Choltitz não aceitou as ordens de Hitler para incendiar Paris, também em 2008 o General Heleno não aceitou as ordens de Lula para entregar a Amazônia Brasileira ao inimigo.
Quem ocupa um cargo publico e faz apologia à IMPUNIDADEnão respeita o cargo nem a si próprio, logo não merece respeitoe NO MÍNIMO deve ser sempre apupado. Como aos vendilhões não interessa nenhuma mudança estas devem partir da população para fechar as fontes de recursos da corrupção.A união e o clamor uníssono dos brasileiros decentes para que sejam fustigados com a Lei é a melhor arma contra a sanha destruidora dos vendilhões da Patria!
"Árdua é a missão de desenvolver e defender a Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos antepassados em conquistá-la e mantê-la. "Gen R. Octávio
"Iustitia est constans et perpetua voluntas ius suum cuique tribuendi. Iuris praecepta haec sunt: honeste vivere, alterum non laedere, suum cuique tribuere".
(Ulpiano, Roma Antiga, Séc. II)
Tanto o 3o, o chefe, quanto os seus comparsas já estão moralmente condenados porque as provas do juizo etico não tem o rigorismo do juizo criminal, bastam as provas indiciarias. No Estado Democratico de Direito o ocupante de uma função publica renuncia ao primeiro indicio de conduta imoral. Quando se trata de individuo amoral é defenestrado do cargo pelo juízo ético próprio previsto em Lei .Nas democracias o que se preserva são as INSTITUIÇÕES NACIONAIS e não personalidades. amorais. Em um Estado Democratico de Direito a conduta dos cidadãos é regulada em Lei e quando elas deixam de ser aplicadas devemos exigir que o sejam. Só não ve quem não quer ver que a quadrilha esta promovendo o caos e o desespero que lhes permite atuar como benfeitores dos pobres e sócios majoritários dos ricos, cada vez mais ricos