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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

9.09.2009

Um pouco de história moderna, com direito a relato de testemunha ocular:

Prezados amigos e amigas
Estou repassando conforme recebi porém no meu entender a versão correta é a do Adjunto do Serviço de Segurança que estava o dia inteiro ao lado do Presidente João Figueiredo. O maior erro cometido foi deixar assumir o sarney que SERIA VICE-PRESIDENTE SE O PRESIDENTE TIVESSE ASSUMIDO. 


Um pouco de história moderna, com direito a relato de testemunha ocular:

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Pouquíssimas pessoas sabem sobre o que vou contar.
Dia 14 de março de 1985, eu, Adjunto do Serviço de Segurança, estava de serviço com o PresRep.
Era o último dia do governo. O Presidente já havia "limpado" sua mesa de trabalho, mas, resolveu cumprir o expediente.
Fomos para o Planalto pela manhã, e voltamos à tarde, como normalmente era feito, após o almoço no Torto.
Por volta das 14 horas, o Chefe do Serviço de Segurança, Cel Periassú, chegou na sala do Adjunto de Serviço ( o gabinete do presidente tinha tres portas: uma privativa, que abria, apenas por dentro, que era por onde ele entrava quando chegava pelo elevador privativo. Outra porta, que tambem abria por dentro, dava acesso a um salão para pequenas recepções. A terceira, e a mais usada, por onde entravam TODAs as demais pessoas, tinha acesso através da sala do Adjunto, e sua fechadura elétrica era comandada por este oficial,e só assim  podia ser aberta pelo lado de fora).
Voltando ao assunto. Como a entrada do Chefe da Segurança só podia feita se eu comandasse a fechadura, este me disse assim:
" Moreno (era um tratamento amigo entre nós), preciso falar com o Chefe".
Respondi: O que foi Peri? Você está branco (Periassu era bem moreno, tipo indio, e estava literalmente empalidecido).
Percebi que seria algo sério. Disse a ele que esperasse, que eu iria ver se o Presidente poderia recebê-lo.
Adentrei  o Gabinete. O Presidente estava só e lendo um folheto. Perguntei:
" Chefe, o Peri queria falar com o senhor. Posso deixar ele entrar?
Com o assentimento do Presidente, voltei a minha sala e o Peri entrou.
Passados uns cinco minutos ele saiu e me disse:
" Moreno, o Tancredo tá fudido. Tá mal. Doente, cancer no intestino. Quando você chegar ao Torto, ponha o Plano Segurança em ação. Poderá haver corrida de pessoas e imprensa para lá.".
Estranhei o fato, mas...................
Por volta das 15 horas, a porta do Gabinete se abriu, e o Presidente me disse : " Vamos embora"
Acionei o esquema , mandando atracar o comboio, e em cinco minutos estávamos indo para o Torto.
No carro, o Presidente manteve-se calado o tempo todo.
Chegamos ao Torto, e uma hora depois, acompanhei o Presidente na caminhada da tarde, que ele fazia todos os dias.
Durante a caminhada, ele me perguntou se o Periassú me havia contado alguma coisa a respeito da conversa deles.
Respondi que sim, e que havia estranhado, mas que já havia tomado todas as medidas recomendadas quanto à segurança.
O Presidente ainda me perguntou o que eu achava do fato.
Eu disse que achava estranho, pois, enquanto me trocava para a caminhada, vi na televisão as reportagens, AO VIVO,  sobre as atividades do Presidente Tancredo, mas, como o Peri era muito bem informado, não podia duvidar. Até hoje, ainda, não sei como ele soube do problema com tanta antecedência; nunca revelou.
Terminamos a caminhada, fui para o camarote tomar banho e me trocar para o jantar.
Por volta das 18 horas, a TV informava que o Tancredo estava sendo levado em emergência para o Hospital de Base.
Logo em seguida, o telefone tocou. Era o Periassú perguntando se eu havia tomado as medidas de segurança, e mandando que eu escalasse um Oficial da Segurança, mais uma equipe de agentes para auxiliar o Major da PM de Minas ( não consigo lembrar o nome dele, era, ou é, um nome francês) que seria o Chefe da Segurança do Tancredo.
Mandei para o Hospital o TenCel Inf Aer Mattos, e uma equipe de 15 agentes.
Por volta das 20 horas, o Cel Mattos me ligou e disse que o Major PM não aceitou a ajuda e dispensou o pessoal.
É bom lembrar que nós, da segurança, tinhamos muita experiência em executar nosso serviço em Hospitais, haja vista as inúmeras vezes em que o Figueiredo foi hospitalizado, inclusive no exterior.
O Mattos ainda me disse que o Hospital estava uma "zorra". Gente para todos os lados, inclusive no ambiente onde estava o Tancredo.
Determinei que ele se retirasse, mas que se mantivesse em alerta para qualquer necessidade.
O que aconteceu no Hospital todos sabem.
No dia seguinte, dia 15, oito horas da manhã,  saimos do Torto em direção ao Planalto. Antes porém, o Presidente disse que queria passar no Hospital para visitar o Tancredo.
Acionei o esquema mandando uma equipe para o Hospital para fazer nossa chegada.
Chegando ao Hospital, fomos para o andar onde estava o Tancredo.
Fomos recebidos por assessores, e aguardamos a vinda de D. Violeta.
Esta, chegando onde estávamos, com ar de indiferença, agradeceu mas não autorizou a visita.
Descemos e fomos para o Palacio do Planalto.
No Gabinete Presidencial, estávamos umas 10 pessoas apenas. Que me lembre, estavam o Presidente, o Ministro Leitão de Abreu, o Ministro Venturini, Ministro Medeiros, Ministro Ludwig, Cel Periassu, Cel Dias Dourado ( chefe da Ajudância de Ordens), o Cel Medico Newton Mattos  e eu próprio. Isto já passava das nove horas da manhã.
Por volta de nove e meia, vi e ouvi, o Presidente se dirigir ao Dr. Leitão de Abreu e perguntar :
" Dr. Leitão. Quem deverá assumir?". Leitão de Abreu era o único ministro a quem o Presidente dispensava tratamento cerimonioso. Os demais, tratava pelo nome.
Resposta do Dr. Leitão:  " Quem tem que assumir é o Dr. Ulysses, Presidente da Câmara."
Perto já das dez horas da manhã, novamente o Presidente se dirigiu ao Dr. Leitão, e, desta vez para perguntar:
"Dr. Leitão. A que horas termina meu mandato?"
Resposta:  " Às dez horas, Presidente".
Nessa altura dos acontecimentos, a posse do "usurpador", no Congresso, se transformava em verdadeira farra.
Às dez horas em ponto, o Presidente Figueiredo, olhando o relógio de pulso, levantou-se da cadeira em que estava e disse:
"Vamos embora. Não tenho nada mais a fazer aqui."
Nos dirigimos para a saida privativa, descemos de elevador, embarcamos no comboio e fomos para o aeroporto.
A saída não foi pela garagem como cita o autor do texto abaixo. Saimos pela saida privativa, que fica no andar térreo do Palácio. Da porta de saida privativa, o trajeto leva até a via principal da Praça dos Três Poderes, e , aí, tem duas opções: Virar à direita e passar frente ao Palácio, ou, virar à esquerda e seguir em direção ao Alvorada. Para não passarmos frente à massa que lotava a Praça, à espera  da cerimonia, optamos pela segunda alternativa.
Não havia razão de ser descermos pela rampa.
Esta é a verdadeira história da famigerada " saída pelos fundos".
Das pessoas que mencionei acima, que estavam no Gabinete Presidencial e que testemunharam estes fatos, a maioria já faleceu. Certeza de que ainda vive, tenho apenas do Cel. Periassu e dúvida quanto ao Cel MD Newton Mattos e ao general Venturini.
 
Perguntas não feitas, e , consequentemente sem respostas:
 
1. O Presidente Figueiredo tinha, realmente, intenção de cumprir a cerimonia de transmissão do cargo?
 
Na minha opinião,  sim, pois, do contrário não esperaria até às dez horas. Teríamos ido direto, do Hospital para a Base Aérea.
 
2. O presidente Figueiredo  passaria o cargo, cumprindo todo o protocolo ao Dr. Ulysses?
 
Na minha opinião,  sim. Apesar de não gostar do Dr. Ulysses, ele sempre demonstrou ter respeito ao valor do adversário.
 
3. O presidente Figueiredo  passaria o cargo, cumprindo todo o protocolo, ao Sarney? ( Me recuso a colocar tratamento antes do nome do sacripanta).
 
Tenho minhas dúvidas, mas acho que sim, pelo simples motivo de que, mesmo sabendo que o Sarney havia sido diplomado  e empossado (ilegalmente) no Congresso, ele ainda esperou até a hora marcada.
 
Em qualquer hipótese, ele demonstrou respeito, aguardando, até o último minuto, para cumprir a liturgia do cargo.
Acho que a falta de respeito demonstrada pelos novos governantes, prolongando a festa no Congresso e desrespeitando os horários, pode tê-lo irritado.
Aliás, essa falta de respeito, de ética, e de outras virtudes mais, todos sabem que, até hoje, são marcas indeléveis da corja que usurpou e usurpa, até hoje, o poder.
 
E você, se estivesse no lugar dele, o que faria?
 
Abs.
 
 



    REPASSANDO!


    Leiam e saibam porque , o ex presidente Figueiredo, nao passou a faixa
    ao sucessor....Informaçao é poder.


    Agora dá para entender o motivo do Gen Figueiredo não ter passado a
    faixa pro Sarney. Ele estava certo, os milatares, mais uma vez,
    acertaram. É só ver os bandidos que estão conduzindo essa nação. Pobre
    Brasil. Perdido.


    Figueiredo e o impostor grileiro da Presidência da República , o
    corruptor do Senado Federal



    03 de agosto de 2009

    João Figueiredo estendeu a mão para a pacificação da Nação, patrocinou
    a Lei da Anistia e sonhou com a dignidade dos brasileiros para a
    restauração da democracia. Acertou em não passar a faixa presidencial
    a José Sarney, o impostor, grileiro da Presidência da República e
    corruptor do Senado Federal.
    Do Observatório de Inteligência
    Por Orion Alencastro
    Qualquer pessoa ou turista que desembarcasse em Santarém, às margens
    dos rios Tapajós e Amazonas, poderia ter a oportunidade de ser levado
    ao Sr. Bentes, cidadão de aparência simples, mas conhecido negociante
    de ouro, pedras, antiguidades e santos barrocos.
    Tarso Genro, ministro da Justiça, bem que poderia desenterrar
    interessante relatório da Polícia Federal, dando conta que o
    ex-governador do Maranhão José Sarney, após a sua eleição a
    vice-presidente da República em 1984, adquiriu do amigo  Bentes, 180
    peças de santos barrocos nacionais e estrangeiros, alguns até ornados
    com cabelos humanos.
    A ilha dos santos de Sarney
    Quem for à ilha de Curupu, em São Luiz, convidado pela família Sarney,
    provavelmente poderá entrar na sua casa colonial e  ajoelhar-se
    extasiado frente à belíssima coleção de imagens de santos barrocos que
    inspiram a religiosidade dos Sarneys, gratos às divinas bênçãos que
    receberam pelo árduo trabalho na política para alcançar fortuna que
    beira o primeiro bilhão patrimonial.
    Muitas dessas estatuetas de santos já foram motivos de boletins de
    ocorrência policial no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Vale do Paraíba,
    Goiás e Nordeste, alvos de saques encomendados. Adidos culturais de
    embaixadas da América Latina já andaram dando buscas de semelhantes
    relíquias pelo país, algumas sigilosamente devolvidas por seus
    "inocentes" ou incautos possuidores.

    Os 16 km2 da ilha da  fantasia, suposta herança da família de Marly
    Sarney, esposa do ex-udenista Sarney, como doação a frei Mata Borges,
    contrasta com a prostituição, criminalidade e miséria do povo
    maranhense.
    A ilha preserva obras que integram a biblioteca do astuto político
    maranhense, para deleite dos visitantes, com livros que envaidecem o
    seu proprietário, membro imortal da Academia Brasileira de Letras.
    A fé na  Presidência da República
    A devoção à legião de seus santos barrocos, naturalmente, inspirou a
    fé em Sr. José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, o cognominado José
    Sarney, para ocupar efetivamente a presidência da República a qualquer
    tempo. Nada é por acaso. O eleito  presidente da República, Tancredo
    Neves, era internado às pressas para grave cirurgia no Hospital de
    Base de Brasília, no dia 14 de março de 1985, véspera da sua posse no
    Palácio do Planalto, a ser transmitida pelo último soldado presidente,
    João Batista Figueiredo.
    Na manhã do dia 15, enquanto Dr.Tancredo Neves contorcia-se no leito
    hospitalar , a Nação assistiu José Sarney arvorar-se no direito de
    substituir o enfermo, o presidente que jamais seria empossado dada a
    gravidade da sua saúde, já que o presidente da Câmara Federal ,
    Ulisses Guimarães, na linha de sucessão não quis assumir a presidência
    da República.
    João Figueiredo não se convencia de que o mandarim do Maranhão
    assumisse como vice-presidente o lugar de um presidente que não tinha
    assumido seu posto. A estimativa palaciana do dia e relatórios
    secretos do Serviço Nacional de Informações davam conta do evidente e
    difícil desfecho do futuro chefe da Nova República.
    Sabia de véspera que Leitão de Abreu, chefe da Casa Civil, havia
    exonerado o seu ministério e recebeu o aviso de que o casal José
    Sarney estava a caminho do Palácio do Planalto, onde diplomatas,
    autoridades e familiares aguardavam o ato para transmissão do poder.
    Não à faixa de presidente para Sarney
    Instantes antes das dez horas daquele intrigante 15 de março, o major
    ajudante de ordens comunicou a João Figueiredo que o elevador
    privativo o aguardava. Num gesto inusitado, o soldado-presidente avisa
    e confirma a seu leal Chefe da Casa Civil que se recusava,
    terminantemente, a passar a faixa presidencial a um impostor e, de
    imediato, deixou o palácio pela garagem. O ato encerrou seu mandato e
    marcou o nojo que sentia pelos políticos falsos e sanguessugas do
    poder com quem teve que conviver. Abalado na sua cardiopatia, implorou
    à Nação: "esqueçam-me".

    O mandarim do Maranhão e seus "santos barrocos" que conspiram pela
    desonra que o seu proprietário hes causa e não o perdoarão pelos
    sacrilégios causados contra a Nação a às instituições do Brasil.
    O patrono da anistia política,  ao sabor do seu slogan "lugar de
    brasileiro é no Brasil", desejou pacificar a Nação para que as suas
    elites responsáveis olhassem o porvir da Pátria com grandeza para o
    desenvolvimento, soberania e paz social,  sob a restauração da
    harmonia do exercício dos três poderes da democracia.
    O crepúsculo do impostor
    Aí está José Sarney, o impostor pré-octogenário, mandarim do Maranhão
    e vice-Rei da República, a desmoralizar a  Democracia, o Parlamento, o
    Judiciário, a Nação, a Imprensa e o Brasil no exterior, apoiado por
    Luiz Inácio da Silva, o presidente do governo mais corrupto da
    história de nossa amargurada Pátria, e pela insanidade de colegas do
    Congresso Nacional.
    Caberia um instante de humildade ao colecionador de santos barrocos
    para sair pela porta da frente do Senado Federal e evitar a desonra de
    ser obrigado a deixá-lo pela garagem, saída que, para o último
    general-presidente foi uma honra, posto que evitou pegar nas suas mãos
    sujas pelo poder e entregar a faixa de grileiro da Presidência da
    República.
    Aguardemos a rebelião dos "Santos de Curupu" contra o instinto
    impostor daquele que não entendeu que chegou o seu crepúsculo de
    gatuno e exemplo da imoralidade da política nacional. (OI/Brasil acima
    de tudo)


MG > Levanta Brasil
 - Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. (Parágrafo único Art. 1º)




9.07.2009

P'rá refletir malandragem

 

Malandragem da boa, essa de botar no colo dos outros o imposto temporão do cheque. Um ventríloquo reeditou a idéia com outra fantasia, e jogou no colo dos governadores a defesa inglória do novo imposto. Claro que eu falo do imposto do cheque agora travestido de Contribuição Social para Saúde, já apelidada de contribuição sem sentido.

A fingida urgência do pré-sal é outro pretexto envenenado contra o ânimo da federação e a harmonia nacional. É outra malandragem do pt-sindical-lulismo: é um artifício para fomentar dissidências e desaglutinar eventuais opositores.

A imposição de produtividade agrícola é absurda, irracional. É tão mal intencionada quanto a sua ideologia o é do MST terrorista. Só falta agora proibirem a estiagem, a seca, a chuva, e as cheias dos rios que afetam as lavouras.

O mal cheiro que sentimos no ar é da metamorfose do estado-democrático-de-direito  mal gerada do coito danado do sindicalismo com a quinta-coluna do lulismo.

É muita malandragem, mas dizem que malandro demais atrapalha...



--
Rômulo Nogueira
(o Vovô Radical)
"O Homem só envelhece quando seus lamentos suplantam seus sonhos."
(Desconhecido)
“Mantenha suas palavras positivas, porque suas palavras tornam-se suas atitudes.
Mantenha suas atitudes positivas, porque suas atitudes tornam-se seus hábitos. Mantenha seus hábitos positivos, porque seus hábitos tornam-se seus valores. Mantenha seus valores positivos, porque seus valores...Tornam-se seu destino”.
(Mahatma Gandhi)


 

Frase do dia

"AMAZÔNIA É O PULMÃO DO MUNDO E BRASÍLIA É O INTESTINO GROSSO"


MG > Levanta Brasil  - Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. (Parágrafo único Art. 1º)




9.06.2009

A candidata Dilma

Ipojuca Pontes -


Também conhecida como a Mãe da Mentira, a candidata Dilma Rousseff, posta em banho-maria pela vontade dos estrategistas do Planalto, a julgar pelo andar da carruagem pode afundar o barco das pretensões lupetistas em permanecer no poder por vias interpostas, provavelmente uma jogada manhosa articulada nos intestinos do Foro de São Paulo. Se o esquema dos ideólogos comunistas deu certo na Argentina dos Kirchner, por que não por essas bandas?


Seria uma boa para o País livrar-se da impertinente chefe da Casa Civil, figura instável e de má catadura, embora observadores das artimanhas comunistas estimem, com boa dose de percuciência, que a “Companheira de armas” (metralhadoras, fuzis, granadas e artefatos do gênero) foi lançada candidata à presidência da República como uma espécie de balão de ensaio. Se a candidatura colasse, muito bem, o barco continuaria a navegar. Caso contrário, como ora se evidencia, o presidente de nove dedos partiria para execução do “plano b”, que é o dele mesmo candidatar-se ao 3º mandato tão logo Álvaro Uribe, na Colômbia, abra o caminho e se pronuncie pela segunda reeleição presidencial.


(Neste caso, na disputa com Serra, o Insosso, Lula, o Malandrino, liquidaria mole a fatura e teríamos mais quatro anos de intensa corrupção, tempo seguro para a definitiva instalação do “Socialismo do Século XXI” e, por conseqüência, o apodrecimento geral e irrestrito das instituições do Estado e da própria coletividade nacional. Por enquanto, estamos no meio do caminho).


Com efeito, a candidata Dilma, de formação marxista-leninista, ex-integrante do grupo terrorista Var-Palmares, mente de modo compulsivo, mesmo quando proclama verdade aparente. E não poderia ser de outro modo. A mentira sempre foi arma predileta dos marxistas leninistas – antes, durante e depois da tomada do poder. Como se sabe Marx, um “filodoxo” por natureza, mentia em tudo e sobre tudo, a começar pela mentira da “mais-valia” (teoria econômica amplamente desmoralizada pelo austríaco Bohm-Bawerk na análise das valorações subjetivas) e o seu “devir” revolucionário.


Lenin, por sua vez, um lixo moral, fanático por vocação, tinha a mentira por ato de fé. Ele próprio, depois da fracassada revolta russa de 1905 (na qual Nicolau II saiu fortalecido), prescreveu o seguinte, num “comunicado” aos membros da cúpula bolchevique: “Camaradas, devemos estimular sem tréguas a mentira e a violência como armas da revolução, sob pena de novas derrotas”.


Em retrospecto, as mentiras de Dilma tornaram-se mais vexatórias quando ela, instada pelo senador José Agripino (DEM-RN) se mentia ao explicar-se sobre a sua vida pregressa de revolucionária e o “dossiê” de gastos excedentes preparado pela Casa Civil contra o melífluo FHC e sua mulher, Dona Ruth, declarou sob argüição da verdade à Comissão de Infra-Estrutura do Senado: “Me orgulho de ter mentido porque salvei companheiros da tortura dos militares”.


A resposta ao senador foi uma mentira dupla, pois a atual candidata de Lula, presa como terrorista em 1970, entregou à repressão, de bandeja, o operário Natael Custódio Barbosa que, trinta anos depois da traição, em Londrina, Paraná, afirmou ao repórter Luís Maklouf: “Acho que ela me entregou porque eu era da base operária (VAR-Palmares) e não tinha como aumentar o prejuízo”. (Aqui, sem querer, o “inocente” Natael deixa entrever o que todos sabemos: a “elite revolucionária” só vê o operário como pretexto e massa de manobra).


Em julho deste ano descobriu-se que as informações do currículo acadêmico de Dilma eram falsas. Ao contrário do que se informava, inclusive nos sites do governo e da Petrobras (onde faz parte do Conselho de Administração e ganha invejável bolada mensal), ela não é “Mestre em Teoria Econômica” e muito menos “Doutorada em Economia Monetária e Financeira”. A própria Universidade de Campinas, onde se dizia ter a ministra de Lula conquistado os tais títulos, contestou em nota a informação inverídica – embora, verdade seja dita, graduar-se pela UNICAMP em economia não seja propriamente motivo de orgulho.


Mais recentemente, ao rol das mentiras sistemáticas da “Companheira de armas”, soma-se a escandalosa denúncia da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, que confirmou no Senado ter a chefe da Casa Civil do governo solicitado, em entrevista clandestina, para que ela “agilizasse a investigação contra o filho de Sarney – este, por sua vez, indiciado em inquérito na Polícia Federal por formação de quadrilha, gestão financeira fraudulenta, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Dilma negou o encontro e o Planalto destruiu as gravações que poderiam comprovar a verdade dos fatos. Neste caso, pergunto: por que não submeter a chefe da Casa Civil a um detector de mentiras?


Num país civilizado, ou nem isso, seria impossível uma figura com o currículo de Dilma Rousseff, somando assaltos à mão armada, roubo de bancos e tráfico de armas, chegar à Presidência da República. Mas no Brasil da Era Lula, país que perdeu o senso dos valores éticos e a mentira tornou-se um dado de valor social, tal anomalia é perfeitamente plausível.


Sim, amigos, apesar dos percalços éticos, Dilma Rousseff, ex-terrorista, ainda pode chegar lá. Para que isso ocorra, basta que Lula aumente os impostos, abra as torneiras e solte mais grana para políticos, juízes, artistas, empresários, universidades, funcionalismo, mídia, etc. e, lá no fim, para fazer alarde nos programas políticos, solte alguma laminha para os “excluídos”. Ou seja, corrompa ainda mais.


Por fim, sejamos objetivos, quem conta com uma tropa de choque altamente escolada, capaz de tudo e mais alguma coisa, gente do porte de um Zé Dirceu, Sarney, Renan Calheiros, Romero Jucá, Collor de Mello, Ricardo Berzoíni, Tarso Genro, Requião, Jaques Wagner, Marco Aurélio Garcia ( “Mac, o Fanático”), Celso Amorim (o “Celsinho da Embrafilme”), Aluízio Mercadante, Sérgio Cabral, etc., uma corriola com astúcia e gana incontroláveis, não tem que temer adversário da estatura de um FHC, sujeito que, outro dia, cheio de vaselina, depois de defender o uso da maconha, declarou em entrevista à CBN: “Lula foi bom para o país”.


AVISO AOS NAVEGANTES: Se nada do que foi acima previsto ocorrer, ainda assim a coisa não melhora. Com Zé Serra no poder só muda o estilo, menos debochado. Mas a agenda da caminhada para o “Socialismo do Século XXI” – com mais impostos e leis repressoras – continua a mesma.


Que fazer?



9.05.2009

Cristóvan vence pela segunda vez e mostra que é um presidenciável viável. Gal Heleno surpreende


Com um total de 186 votos postados, Cristóvan Buarque (PDT) viu confirmada a preferência dos leitores do blog PORFIRIO LIVRE, ao final da apuração, obtendo 63 indicações (33%) na pesquisa em que José Serra aparece como candidato do PSDB e 63 (36%) na pesquisa em que o nome tucano é o de Aécio Neves. Na primeira pesquisa, sem Ciro, Aécio e sem o general Heleno, Cristóvan havia vencido com 23% dos votos, seguido por Dilma Rousseff (PT), com 20%.
Mas a grande novidade é a votação dada ao general Heleno, que sequer tem filiação partidária. Ele ficou em segundo lugar com 34 indicações (18%) no primeiro cenário e 30 (17%), no segundo. No primeiro caso, o terceiro colocado foi José Serra (PSDB), com 23 indicações (12%), portanto 11 a menos. Já no segundo cenário, o general Heleno teve 30 indicações (17%) o dobro dos terceiros colocados – Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PV), que tiveram 15 votos (8%).
Em nenhum momento, dissemos que a pesquisa do nosso blog reflete o contexto geral, como achamos que as pesquisas dos institutos especializados precisam ser recebidas com reservas, considerando o tempo que separa do dia da votação, em outubro de 2010, e quem as encomenda, geralmente confederações empresariais.
Mas dá para refletir sobre a consistência do desempenho do senador Cristóvan Buarque, hoje muito melhor posicionado do que em 2006, e sobre o fenômeno personalizado pelo ex-comandante da Amazônia, que se tornou uma referência para uma área de opinião, não necessariamente de militares.
A viabilidade de Cristóvan
A militância do PDT quer e precisa de um candidato próprio, com o mínimo de viabilidade, a Presidência da República. Do contrário, se o partido ficar atrelado ao PT, como parece ser intenção do ministro Carlos Lupi, perderá as poucas oportunidades que têm de fazer governadores e aumentar sua bancada federal, hoje de apenas 23 deputados e 5 senadores. Se o PDT quiser Cristóvan como uma candidatura viável, terá que lançar sua pré-candidatura imediatamente, como ele sugeriu, e ir se afastando dos governos que terão outros candidatos, inclusive de Lula.
Por conta da falta de coerência patrocinada pela direção nacional, o PDT tem as mais diversas posições em cada Estado e está sempre próximo dos palácios locais. Se tem um ministro com Lula, tem secretários nos governos de Aécio Neves, em Minas, e José Serra, em São Paulo. Massacrado pela oligarquia de Sarney no Maranhão, inverte sua posição no Amapá, onde seu único governador e aliado do questionado presidente do Senado.
No Paraná, onde o senador pedetista Osmar Dias é o favorito, sua coligação inclui o DEM e, possivelmente, o próprio PSDB. Em Alagoas, de Renan e Collor, dois senadores da tropa de choque de Lula, o ex-governador Ronaldo Lessa vai ter que lutar muito para não ser massacrado.
No Rio Grande do Sul, onde o PT já lançou Tarso Genro, o partido de Brizola elegeu o vice na Prefeitura de Porto Alegre, encabeçada pelo peemedebista José Fogaça, e chegou a participar do governo da tucana Yeda Crusius Na Bahia, por intervenção do presidente licenciado, abandonou a aliança com o prefeito de Salvador, do PMDB, e foi juntar-se ao governador Jacques Wagner, do PT, ganhando secretarias e a promessa de um nome na composição majoritária de 2010.
Os votos dados ao general
Na análise dessa pesquisa, é importante considerar os votos no general Heleno. Seu desempenho reflete o resgate do prestígio dos militares, na proporção inversa do desgaste dos políticos. Em setembro de 2007, a Associação dos Magistrados do Brasil divulgou uma pesquisa realizada por telefone junto a 2011 brasileiros em que a Policia Federal (75,5%) e as Forças Armadas (74,7%) apareceram como as instituições mais confiáveis do país. Os políticos estavam em último lugar, com 11%, sendo que a Câmara Federal tinha 12,5% e o Senado, 14,6%.
Entre os leitores que encaminharam opinião, alguns disseram que viam o general como um candidato nacionalista e à prova de corrupção. Um, de Barra do Pirai, RJ, chegou a opinar pela dobradinha Crsitóvan-General Heleno.
Os outros candidatos
Também surpreende a cotação de Ciro Gomes, ausente na primeira consulta, que teve apenas 2% nos dois cenários. Desta vez, José Serra derrotou Dilma Rousseff, com 12% contra 6% da candidata petista. Aécio Neves também teve mais indicações do que ela no segundo cenário: 8% contra 5%.
José Serra cresceu em relalção à primeira pesquisa e so ficou atrás de Cristóvan e do general Heleno. Marina Silva e Heloisa Helena ficaram praticamente empatadas, com percentuais superiores ao de Dilma, mas inferiores ao de José Serra. Pelo que se viu no encontro nacional do PSOL, a atual vereadora por Maceió prefere disputar o Senado por seu Estado. Já Marina, que foi ministra de Lula por 6 anos, começa a ser questionada. Ela só renunciou ao Ministério do Meio Ambiente depois que o presidente entregou a gerência de um projeto para a Amazônia ao ex-ministro Mangabeira Unger.
Nas outras duas pesquisas, 72% dos leitores consideram o Senado desnecessário e se posicionam a favor de um parlamento unicameral, enquanto 66% se manifestam contra o direito de Lula pleitear um terceiro mandato. (Confira as tabelas em http://www.porfiriolivre.com/)
Veja os resultados:

Cenário 1 (com José Serra como candidato do PSDB):
VOTOS TOTAIS 186 %

Cristóvan Buarque (PDT) 63 (33%)
General Heleno (sem partido) 34 (18%)
José Serra (PSDB) 23 (12%)
Marina Silva (PV) 18 (9%)
Heloísa Helena (PSOL) 17 (9%)
Dilma Rousseff (PT) 13 (6%)
Ciro Gomes (PSB) 4 (2%)
Não tenho candidato hoje 7 (3%)
Não votará em ninguém 6 (3%)
Outro 1 (0%)

Cenário 2 (Com Aécio Neves pelo PSDB)

VOTOS TOTAIS 168 %
Cristóvan Buarque (PDT) 63 (37%)
General Heleno (sem partido) 30 (17%)
Aécio Neves (PSDB) 15 (8%)
Marina Silva (PV) 15 (8%)
Heloísa Helena (PSOL) 13 (7%)
Dilma Rousseff (PT) 10 (5%)
Ciro Gomes (PSB) 5 (2%)
Não tenho candidato hoje 9 (5%)
Não votará em ninguém 5 (2%)
Outro 3 (1%)

Sobre o Senado – Votos dados 165

O Senado é desnecessário 119 (72%)
O Senado é necessário 46 (27%)

Lula e o terceiro mandato
(Nesta pergunta o Programa autoriza mais de um voto)

Votos totais 206
Contra terceiro mandato 138 (66%)
A favor do terceiro mandato 24 (11%)
Contra qualquer reeleição 44 (21%)
Contra limite à reeleição 12 (5%)

Manifesto contra o absolutismo, a corrupção e o patrimonialismo

"O presidente se diz muito democrata, mas faz o mesmo que os militares, porque está interferindo. O Senado hoje é totalmente manipulado pelo presidente da República. Isso, no regime militar, não assistimos tão forte como se assiste hoje. No regime militar (a oposição) podia ter presidentes de comissões, como eu fui".
Itamar Franco, ex-presidente da República.
Há momentos na vida dos povos em que o resgate dos seus valores essenciais se sobrepõe a tudo o mais. São situações gravíssimas que exigem de cada um de nós percepção aguda e maturidade. Que nos impõem uma avaliação profunda, capaz de nos indicar com precisão milimétrica a única atitude cabível nas circunstâncias.

O Brasil vive um momento excepcionalmente perigoso. Em pleno império da democracia republicana estamos sendo afrontados pelo ABSOLUTISMO de um presidente arrogante e sem escrúpulos, que não se acanha em apadrinhar a corrupção, os desvios de conduta e a impunidade, enquanto espezinha sobre elementares princípios éticos e morais, desfigurando os pilares do regime de direito pela fragilização e desmoralização de suas instituições.
Os recentes episódios que mostram o Senado Federal como um antro de delinquentes submissos ao Poder Executivo são apenas pontos mais salientes de um processo de destruição do arcabouço institucional, que vem sendo solapado em proveito de interesses espúrios, do patrimonialismo mais voraz.
O Senado não é uma exceção. Todos os poderes, inclusive o Judiciário, em todos os níveis, têm desapontado a sociedade com flagrantes agressões às normas indispensáveis aos detentores de faculdades decisórias. O ambiente como um todo é desalentador.
Não é de agora que o país vem sendo submetido à pilhagem do seu erário por quem deveria protegê-lo. Essa, infelizmente, é uma fatalidade que se perpetua ao longo do tempo.
Mas, hoje, esse assalto acontece com o trágico envolvimento e a imobilização de todas as forças vivas do país, inclusive as entidades estudantis de passado glorioso e os sindicados de trabalhadores, amestrados por expedientes abomináveis, que incluem a oferta de apetitosos cargos no governo e nas estatais e a distribuição de bilhões de reais sob formas de subvenções e remuneração de serviços terceirizados.
A todos é servido um anestésico, conforme a gula, enquanto o quadro social de desigualdade e penúria é tratado com as migalhas de uma política compensatória destinada a estimular o crescimento de um lumpesinato resignado, que se transformou no gado manso de um grande curral eleitoral.
Estabeleceu-se a manipulação dos fatos como blindagem da corrupção. Para encobrir as trapaças numa estatal, apontam os que pretendem investigá-las como interessados na sua privatização. Os tentáculos do absolutismo não livraram nem a Receita Federal, com a interferência da Casa Civil para “apressar investigações”, atitude semelhante ao escandaloso caso da Varig, que passou ilegalmente e a preço vil ao controle de um fundo estrangeiro, através de testas de ferro desqualificados, por influência direta do Palácio do Planalto.
Por um processo impiedoso de castração do pensamento crítico, o governo sem caráter, sem freios e sem limites não se peja em emascular seus próprios parceiros de jornadas pretéritas. Estes, aliás, parecem condenados a administrar a vergonha de que falou um senador dissidente, conscientes do sacrifício de quem é jogado às feras para garantir a vitória de uma candidata saída do bolso do colete do presidente, numa tirânica demonstração de capricho pessoal e/ou interesses camuflados.
Na costura de uma coligação jamais pensada antes, o presidente se entrega às velhas práticas predatórias e transforma a desculpa da governabilidade numa cortina de fumaça para esconder um conluio pela perpetuação no poder a peso de ouro.
O corrupto cinqüentenário que se fez donatário de um Estado, submetendo-o à condição do mais pobre e atrasado do país, não governa, mas reina. É ele o intocável, que dita as regras, contando com uma fauna degenerada de cúmplices e vassalos.
Seguindo a fórmula do suborno e da mistificação, o presidente da República mesclou em sua base um leque multicolor de partidos, que inclui desde o PP (sucessor da ex-Arena) até o PC do B dos velhos comunistas. Um a um, todos foram cooptados por prebendas e vantagens, ensejando um deprimente valhacouto de interesses ocasionalmente associados.
No fio da navalha, os partidos que fazem parte do governo estão obrigados a sacramentar o acordo espúrio que faz do PMDB desnaturado a sua principal âncora e joga todas as cartas na candidata que jamais disputou uma eleição.
Se um ou outro partido sair fora será por mudança de foco, com a opção pela diluição do voto oposicionista ao invés da estratégia plebiscitária pensada originalmente, que tende a inviabilizar-se. Ou por suas próprias contradições internas.
Reduzidas a uma vida vegetativa pela fruição de prebendas que não lhes falam ao ideário e aos propósitos – como o Ministério dos Esportes para os comunistas do PC do B - às legendas governistas, a começar pelo PT, só resta se apegarem desesperadamente aos trapézios de uma máquina oficial viciada, que tem sido usada a granel, principalmente em estatais bilionárias. Nessa faina, perdem o recato e subestimam a tragédia causada pela renúncia às bandeiras do passado.
Estamos na era do crime sem castigo: como aqueles que vociferavam contra a corrupção passaram a dela se servir, poucos restaram para a ela se oporem. E como a maioria desses não está de mãos limpas, suas vozes ressoam como falsetes de encenações bufas, sujeitos a epílogos melancólicos.
A corrupção não tem ideologia, nem matiz. Ela é nefasta por si, pelos danos insanáveis que causa, agravando-se com sua configuração absolutista, que desfibra os pólos do contraditório, contamina, domestica, e direciona os vetores sociais, banaliza os expedientes torpes e mascara práticas deletérias que minam os alicerces republicanos.
É nefasta também pelos danos causados à vida do país. Estudos modestos estimam que somam R$ 400 bilhões em perdas ao ano, contribuindo para a redução em dois pontos do aumento do PIB. Mesmo considerando que a concentração de renda já é extremamente injusta no Brasil, estima-se que se não fosse pelos superfaturamentos e outras pilhagens, a renda per capita, hoje de 8.500 dólares, já estaria no nível da vizinha Argentina,que é de16 mil dólares.
Esses números são simbólicos, se incluirmos no mesmo bolo as práticas viciadas no Poder Judiciário, onde a indústria de liminares e a manipulação das leis processuais facilitam os mercadores de decisões, engordados com a existência de 70 milhões de processos emperradas por uma lentidão inercial.
Estamos assim diante de uma responsabilidade histórica: dar combate frontal ao absolutismo corrupto, somando TODAS as forças não contaminadas para impor uma necessária derrota à sanha continuísta de propósitos inconfessáveis.
Nessa missão histórica, o importante é o próximo passo. O pior para o Brasil será a manutenção da farsa de um governo que acolhe e apadrinha corruptos, enquanto confunde a opinião pública com a máscara popularesca e o uso abusivo de bodes expiatórios.
O que se coloca diante do povo brasileiro é a necessidade imperiosa de extirpar os focos de corrupção, mãe de todos os delitos, e de todos os ingredientes de uma alquimia imoral, que compromete a própria soberania nacional.
Nada é mais prioritário. Pelo que nos cabe desmascarar todos os pretextos utilizados para justificar esse projeto capcioso, inclusive a falácia do mal menor.
Esse e o sentido deste manifesto contra o absolutismo e a corrupção patrimonialista.


por: PEDRO PORFIRIO

coluna@pedroporfirio.com

Fila para comprar jornais, em Havana: nas ruas, o Granma é revendido para ser usado no banheiro

O que o Foro de São Paulo quer implantar na sonhada URSA (Patria Grande)
No mês passado, quando o governo anunciou a chegada para o fim do ano de um carregamento de papel higiênico importado, os cubanos entenderam que não há solução à vista para a falta crônica do produto sanitário básico.O uso sanitário das publicações do governo é tão difundido que já deu origem a uma versão bizarra da lei da oferta e da procura: no mercado paralelo, o jornal da semana passada é vendido pelo mesmo preço que o da edição do dia."Até mesmo na redação do Granma, os jornalistas e demais funcionários usam as sobras de papel da gráfica. "Meus amigos sempre faziam piada, dizendo que se lembravam de mim quando iam ao banheiro", disse a VEJA o jornalista cubano YPP, que trabalhou no Granma até 2006. Por temor de represálias, ele pediu para ser identificado apenas pelas iniciais. Autor de uma matéria na qual fazia críticas veladas ao regime, YPP recebeu uma punição típica das ditaduras comunistas: foi proibido de trabalhar não apenas na imprensa, mas em qualquer lugar. Hoje vivendo no exterior, ele lembra como sua avó cortava cada folha do Granma em quatro pedaços e deixava uma pilha no banheiro para os netos usarem. Integra

MG > IMPUNIDADE! Vergonha Nacional

9.02.2009

JORNAL EXTRA - SENSACIONAL!!!!!!!!!!!!



1a. PÁGINA DO JORNAL EXTRA DE SÁBADO, DIA 22/08/09

EXEMPLO PARA OS FREQÜENTADORES DE LUPANARES POLÍTICOS!

MANDE PARA FRENTE BOM AMIGO, PARA A CANALHA APRENDER!

PALAVRAS DO SENADOR MÃO SANTA EM HOMENAGEM AO EXÉRCITO!
“Somos felizes pelos militares que temos e vou defender a tese.”
... os militares, no Império, garantiram a unidade deste País, comandados
por Caxias, o militar, o Senador. Ele deixou um grande ensinamento para
todos nós, que revivo: não humilhar os vencidos.
... nós não temos nada a ver com a história de Cuba; nada a ver com a
história da Venezuela, de Chávez; nada a ver com os aprendizes; Correa, do
Equador; Moralez da Bolívia; com o padre reprodutor do Paraguai; a
Nicarágua e a confusão de Honduras.
... em nenhum instante, nem o Marechal Deodoro, nem o Floriano Peixoto – o
Marechal do aço –, nem o Hermes da Fonseca, nem os cinco militares –
atentai bem! –, porque o que caracteriza a democracia é a divisão de poder.
... Que o Executivo era forte, era forte. Mas existiu o Judiciário e
existiu esta Casa.
...eu conheci Castello Branco pessoalmente. ... Ô homem de bem! Ô homem
sério! Ô homem honrado o Castello Branco! Eu o conheci. O julgamento é meu.
... As raízes dele são piauienses. Aquela Batalha do Jenipapo, que hoje é
comemorada pelo Exército, foi ele que conheceu a luta dos bravos piauienses
com os cearenses para expulsar os portugueses do solo brasileiro e garantir
a unidade nacional a este País, que seria dividido em dois. Então , foi
Castello Branco que mandou que aquele 13 de março fosse comemorado
nacionalmente pelo Exército como uma batalha da unidade. ...
Conheci Ernesto Geisel, ... Ô homem austero, sério, correto! Eu o
conheci.... E conheci João Batista Figueiredo. ... na minha psicologia, que
sou médico, um grande homem, um homem de bem, um idealista, um militar.
Deram uma missão para ele: “Vai lá e faz a abertura”, o Geisel disse. Era
como se dissesse para ele: “Vai para o Haiti”, e ele ia; “Vai para o
Iraque”, e ele iria. Ele era militar. Mas puro. Cidadão de bem, honrado.
O que é a democracia? No meu entender, e entendo bem, aqui é o lugar para
se dizer que somos os pais da Pátria. A democracia é a divisão de poder.
Teve. E alternância de poder. Que eles fizeram eleição indireta, fizeram.
Que eles se alternaram, se alternaram. Isso é o que caracteriza uma
democracia. E o do Piauí foi considerado. Petrônio Portella, a sua luz, o
homem convocado para ser Presidente, o primeiro civil, a anistia, Ministro
da Justiça, um ícone da redemocratização, Presidente desta Casa por duas
vezes.
            ...Vinte anos de mando, nenhuma indignidade, nenhuma
imoralidade, nenhuma corrupção....E todos, todos deram ensinamento. O Sr.
Deodoro, o Sr. Floriano Peixoto, o Dutra – que eu vi, tinha nascido. Que
ensinamento belo! ... ele entrou no lugar do Getúlio. Só um quadro para
mostrar o ensinamento dos militares a nós. Muito oportuno e atual para
esses aloprados que estão aí a assaltar este País. Dutra, no apagar do seu
governo, eleito Getúlio, voltando nos braços do povo, chamou o genro e
disse: “Veja uma casa para eu morar”. Entregou a faixa, entrou no carro do
genro. Aí, era um sobrado grande. Ele parou e não quis adentrar. Disse:
“Não tenho dinheiro para pagar essa casa. Como você faz isso?”. O Marechal
Dutra, ex-ministro da Guerra, ex-Presidente, sentiu que não tinha. Aí o
genro disse – e esta é uma passagem bonita –: “General, Marechal, você
pediu que eu resolvesse o problema. O senhor não vai pagar. Foi um amigo
seu que lhe emprestou, nesta fase de transição”. Então, saiu nessas
condições o Marechal.
            São essas homenagens que eu quero dizer. E não bastava isso
tudo, esses ensinamentos, por aqui passaram brilhantes militares. Caxias
foi Senador.
Quem não tem saudade de Jarbas Passarinho, que ainda vive, Senador, cinco
vezes Ministro deste País. Virgílio Távora, lá do Ceará,... Exemplos deles.

            Então, queremos encerrar manifestando os agradecimentos de
todos nós brasileiros pela seriedade daqueles homens, eles são o povo, eles
são filhos de famílias, como nós, os militares, e têm competência para
entrar no terceiro ano.
Analise o que é o ITA, em que sonhei entrar, o Instituto de Tecnologia da
Aeronáutica, a Embraer, a Marinha e o nosso Exército, além das missões de
segurança, os inúmeros Batalhões de Engenharia a construir neste País. Lá
no meu Piauí tem dois Batalhões de Engenharia. Mas o mais importante eles
sempre garantiram, que foi manter hasteada esta Bandeira, com a mensagem
positivista “Ordem e Progresso”, isso que sonhamos para o nosso Brasil.
            E agradecemos a participação das três Forças Armadas, que hoje
foram homenageadas no Senado. ...”

RESUMO MARAVILHOSO! Como devem ter ficado com vergonha os mensaleiros, os
cuequeiros, os mentirosos, os rufiões, os ladrões da COISA PÚBLICA!
OBRIGADO PELA JUSTIÇA, SENADOR MÃO SANTA!
ONTEM SUAS PALAVRAS LAVARAM NOSSO PEITO E AS RATAZANAS DA REPÚBLICA DEVEM TER MERGULHADO NOS ESGOTOS DA IMUNDICE POLÍTICA!
COMO FICARAM OS FREQÜENTADORES DOS LUPANARES POLÍTICOS E DE MENINAS DAS CASAS DE LUZ VERMELHA!
t
ESTAMOS VIVOS PARA DEFENDER A PÁTRIA!
GRUPO GUARARAPES
WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES




Um orçamento eleitoral

O Estado de S. Paulo
Editorial

O brasileiro vai continuar pagando muito imposto no próximo ano para sustentar um funcionalismo cada vez mais caro e receber serviços tão ruins como sempre. O governo federal deverá gastar R$ 168 bilhões com salários e encargos em 2010, segundo o Projeto de Lei Orçamentária entregue no dia 31 ao Congresso. Esse valor será 8,45% maior que o estimado na proposta encaminhada no ano passado e 9,2% superior à despesa reestimada para 2009. Neste ano, outros itens do orçamento foram fortemente afetados pela recessão, enquanto os gastos com pessoal ficaram muito próximos daqueles inicialmente previstos. São praticamente incomprimíveis e sua tendência é de aumento. Crescerão mais uma vez em 2010 e não há nisso nenhuma surpresa. Se essa foi a tendência nos últimos anos, não seria diferente na programação financeira de um ano de eleições.
O governo prevê para o próximo ano uma arrecadação total de R$ 853,6 bilhões, graças à recuperação da economia. O governo estima para o próximo ano um crescimento econômico real de 4,5%. A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) continuará contida e está projetada em 4,33%. Com a recessão, a receita orçamentária de 2009 foi prejudicada. A base de arrecadação diminuiu e, além disso, tributos foram reduzidos para estimular o consumo. Apesar disso, o Ministério do Planejamento estima para este ano um crescimento econômico de 1% - número bem superior ao do mercado, ainda em torno de uma contração de 0,30%. Neste ano, a receita encolheu, mas não os gastos de custeio, principalmente os da folha de pessoal.

O interesse eleitoral comandou a elaboração da proposta orçamentária em vários pontos, mas, ainda assim, não está plenamente refletido nos números. Pelo projeto, o governo deverá gastar R$ 243,2 bilhões com benefícios previdenciários, mas será preciso rever esse valor. Segundo ressalva incluída pelo Ministério do Planejamento, a projeção constante do projeto não inclui o aumento real para os benefícios acima de um salário mínimo.

Esse aumento foi negociado na semana passada entre o Executivo, as centrais sindicais e parlamentares da base governamental. Na mesma ocasião, o governo aceitou também a prorrogação da fórmula de aumento real do salário mínimo. A aplicação dessa fórmula resultará num salário mínimo de RF$ 505,90 em 2010, com reajuste de 3,54%, correspondente à inflação medida pelo INPC, e ganho real de 5,08%, baseado no crescimento econômico de 2008. O aumento do salário básico terá um impacto de R$ 8 bilhões nas contas da Previdência, segundo o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo.

Também deverão crescer muito mais do que a receita os gastos com o Programa Bolsa-Família. Segundo a proposta, a despesa aumentará 14,39%, em termos nominais, de R$ 11,10 bilhões para R$ 12,70 bilhões. A arrecadação total do Tesouro deverá ser 6% superior à prevista inicialmente para 2009.

Os investimentos, especialmente os do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) também são elementos importantes do planejamento eleitoral - pelo menos na retórica do presidente Lula, de sua candidata Dilma Rousseff e do núcleo político do governo. Estão previstos investimentos de R$ 46 bilhões nos orçamentos fiscal e da seguridade. A soma é 21,37% maior que a disponível para 2009, sem contar os valores atribuídos a emendas parlamentares e os destinados a convênios. A verba inclui R$ 23,44 bilhões do PAC. Essa dotação é 7,36% superior à de 2009. Mas não há seriedade nesses números. Há uma distância enorme entre previsão orçamentária e aplicação efetiva na execução de projetos. Neste ano, até 17 de agosto, o Tesouro pagou apenas R$ 3,98 bilhões dos investimentos projetados para o ano, 7,92% dos R$ 50,20 bilhões autorizados no orçamento. Se a opinião pública fosse mais atenta a esses números, a retórica oficial sobre a execução de obras financiadas pelo Tesouro seria desmoralizada.

Na área federal, a competência para gerir projetos de investimento é um bem escasso e dificilmente encontrável fora da Petrobrás. Dos R$ 63,93 bilhões previstos para as estatais do setor produtivo, R$ 53,73 bilhões deverão ser aplicados pela Petrobrás (esta é a parcela de seus investimentos no País). Sem isso o PAC total seria insignificante.


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O palanque do pré-sal

O Estado de S. Paulo
Editorial

Parecia um clipe da propaganda do presidente Lula no horário eleitoral de 2006 - e será uma cena recorrente da propaganda da sua provável candidata Dilma Rousseff na sucessão de 2010. Para isso, exclusivamente para isso, é que foram concebidos os rombudos ataques do presidente às inovações adotadas por seu antecessor na política do petróleo, com que ele degradou o comício de apresentação dos projetos que compõem o marco regulatório para a exploração do pré-sal. Não seria de esperar, evidentemente, que Lula reconhecesse os avanços para a economia nacional proporcionados pelas mudanças na Lei do Petróleo, de 1997, que flexibilizou o monopólio exercido pela Petrobrás e instituiu no setor o sistema de concessão - a começar do salto de qualidade no desempenho da empresa, o que, em última análise, tornou possíveis as descobertas das jazidas em águas ultraprofundas do litoral brasileiro.

Um outro presidente poderia até defender a guinada nas regras para o pré-sal, sem, no entanto, ofender a verdade dos fatos acumulados ao longo desse último decênio. Os argumentos para justificar o novo modelo não se sustentariam do mesmo modo - o restabelecimento do monopólio estatal é um retrocesso por onde quer que se o encare -, porém o orador teria se poupado de assacar uma ignomínia. Mas, para Lula, no palanque vale tudo - e tudo para ele é palanque. Daí o golpe baixo retórico de acusar o governo Fernando Henrique de tratar a Petrobrás como uma herança maldita do período jurássico ou como o último dinossauro a ser desmantelado no País. Na disputa do segundo turno de 2006, o lulismo fabricou a enormidade de que o candidato tucano Geraldo Alckmin pretendia privatizar a Petrobrás. Em 2010, o mote será o advento da Idade de Ouro do Brasil, graças ao pré-sal da Petrobrás salva da extinção.

A fala de Lula, quanto não mais não fosse, deixou claro que o jogo pesado eleitoral e a exumação da ideologia estatista são faces da mesma moeda. A ansiedade com que o governo quer ver aprovadas as normas para a exploração das megarreservas - cujos frutos não serão colhidos antes do final da próxima década - tem duas origens que se encaixam e explicam a imposição da chamada urgência constitucional para a tramitação da matéria no prazo de 90 dias. De um lado, o intento de propagar, já no início oficial da campanha do próximo ano, que Lula e Dilma deixaram tudo pronto para o País receber o bilhete premiado do pré-sal, numa exploração deslavada do sentimento de brasilidade da população, equiparando desonestamente patriotismo e nacionalismo. De outro lado, a pressa se explica pela aversão ao risco político: quanto menos tempo tiver o Congresso para aprovar o pacote petrolífero, maior a possibilidade de passar incólume o que as propostas têm de essencial e mais nefasto: o restabelecimento do monopólio estatal na exploração do recurso.

A Petrobrás será a única operadora do pré-sal. Terá no mínimo 30% de participação nos consórcios com outras empresas. Poderá ser escolhida sem licitação para explorar com exclusividade os blocos mais fecundos - o filé do pré-sal. E receberá da União um aporte de R$ 100 bilhões para o governo ampliar o controle acionário que nela já detém. O plano de reestatização do setor é o que dá sentido à preferência pelo sistema de partilha de produção, em que o governo fica com a parte do leão do produto extraído. (No sistema de concessão em vigor, a concessionária escolhida em leilão fica com o óleo e paga royalties ao governo.) O modelo da partilha é uma criatura da ministra Rousseff - e, ao contrário do que ela quer fazer crer, não é o que a Noruega adota. Por sinal, um levantamento citado pelo colunista Jorge Vidor, do Globo, evidencia uma correlação alarmante: a partilha é típica dos países corruptos. Quanto menor o grau de percepção da corrupção em um país, maior a probabilidade de que, tendo petróleo, a sua exploração se dará por meio de contratos de concessão.

No seu discurso, Lula falou que a dádiva de Deus do pré-sal pode virar uma maldição, se não se souber administrar os seus proventos.

Estatizar a economia num país em que a privatização do Estado avança a galope - basta ser namorado da neta do presidente do Senado para obter um emprego público - é tornar o risco da dádiva de Deus virar maldição uma alta probabilidade.

MG > IMPUNIDADE! Vergonha Nacional




Lula e as exportações

 

Globo-on, 01/09)

 "Nós temos um mercado interno tão extraordinário que não podemos ficar chorando a queda das exportações. As exportações são algo que a gente queria, é como se fosse a espuma no copo de chope. É importante, dá prazer ao copo de chope, mas o mercado interno é toda a parte amarela, que é o conteúdo mesmo que a gente quer. Eu nunca vi gente ficar bêbado por beber espuma, mas vi gente ficar bêbada por beber a parte amarela - afirmou".
__._,_.___

Minha mãe, não é!!!

 

Lula falando sobre o dinheiro do pré-sal:
"O papel de um governo é como o papel de uma mãe: tem que tratar todos com muito carinho, com muito amor, não deixar faltar nada para ninguém. E jamais uma mãe iria descobrir um filho para cobrir outro. O que nós precisamos é ou aumentar esse cobertor ou colocar todo mundo mais juntinho para que todo mundo tenha e receba a caloria adequada desse dinheiro."

Jornal O GLOBO, 23Ago09


9.01.2009

A uma excelência


Por Olavo de Carvalho, Diário do Comércio
Desafio Vossa Excelência (refiro-me à excelência do seu cargo, pois na sua pessoa não vejo excelência nenhuma) a provar que estou mentindo:

A tortura é crime hediondo, com o atenuante de, no Brasil, ter sido praticada seletivamente contra terroristas assassinos. O terrorismo também é crime hediondo, com o agravante de ter sido praticado contra populares inocentes.

Os crimes de tortura, reais e supostos, já renderam às suas vítimas alguns bilhões de reais em indenizações, enquanto as vítimas do terrorismo não receberam nem mesmo um pedido de desculpas. São tratadas como uma escória desprezível, culpadas de terem se atravessado, por bobeira, no caminho do carro da História, então carregadinho de trastes como Vossa (humpf!) Excelência.

O governo representado por Vossa (repito a ressalva) Excelência tem dado apoio ao regime cubano, que, numa população muito menor que a brasileira, torturou e matou e continua torturando e matando aproximadamente cinqüenta vezes mais pessoas do que a ditadura brasileira. Vossa (argh!) Excelência é portanto pelo menos tão culpado de cumplicidade moral com a tortura quanto aqueles a quem acusa.

O governo que Vossa (com o perdão da palavra) Excelência representa dá apoio ao regime da Coréia do Norte, que neste mesmo momento tem duzentos mil prisioneiros políticos encarcerados - nenhum terrorista entre eles, só civis desarmados -, submetidos não só a torturas e maus tratos infinitamente piores do que aqueles infligidos aos terroristas brasileiros, mas também a trabalhos forçados, dos quais os bandidos amados de Vossa (?) Excelência foram totalmente poupados pela ditadura. Não venha me dizer que apoio a regimes torturadores não é cumplicidade com a tortura.

Diretamente e/ou através dessa central do crime que é o Foro de São Paulo, o governo que Vossa (como direi?) Excelência representa dá integral apoio político às Farc, que neste preciso momento mantêm em cativeiro, sob condições desumanas e - é claro - sem acusação formal ou julgamento, aproximadamente sete mil seqüestrados. Tudo o que o seu governo quer para as Farc é premiá-las não só com a anistia geral e irrestrita, mas com a elevação delas à condição de partido político legal, a prova mais patente de que o crime compensa.

Apoiando as Farc, seu governo é ainda cúmplice da morte de dezenas de milhares de brasileiros sacrificados anualmente pelo narcotráfico colombiano, diretamente ou através de seus agentes locais, os celerados do PCC. O governo representado por Vossa (porca miséria!) Excelência não é cúmplice só de tortura, mas de homicídio em massa. Comparado a vocês, o famigerado delegado Fleury era um amador, um principiante. O Champinha, então, nem se fala.

Vossa (ora, bolas!) Excelência carrega a culpa moral de mil vezes mais crimes do que aqueles a quem acusa e quer punir.

Vossa (isto cansa!) Excelência não tem a mais mínima autoridade moral para acusar torturadores, assassinos, narcotraficantes ou quem quer que seja. Vossa (pela última vez) Excelência tem mais é de ir para casa e esconder a vergonha sem fim da sua vida inútil, destrutiva, toda feita de fingimento, hipocrisia e engodo.