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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

3.21.2009

História secreta da invasão militar de Roraima

História secreta da invasão militar de Roraima


 

13 de setembro de 2008


Por Izidro Simões (*)
Depoimento de uma testemunha ocular

No momento em que tanto se fala da cobiça internacional sobre a Amazônia, da ação de ONGs de todos os tipos agindo livremente na região Norte, de estrangeiros vendendo pedaços da nossa floresta, da encrenca que está sendo a homologação da Raposa/Serra do Sol, de índios contra índios, de índios contra não-índios, das ações ou omissões da Funai, do descontentamento das Forças Armadas com referência os rumos políticos que estão sendo dados para esta quase despovoada mas importantíssima parte das fronteiras da nação, é mais do que preciso falar quem sabe, quem conhece, quem vivencia ou quem tenha alguma informação de importância.

 

Assim sendo, para ficar registrado e muito bem entendido, vou contar um acontecimento de magna importância, especialmente para Roraima, e do qual sou testemunha ocular da História.

 

Corria o ano de 1993 – portanto, já fazem 15 anos. Era governo de Itamar Franco e as pressões de alguns setores nacionais e vários internacionais, para a homologação da Raposa/Serra do Sol, eram fortes e estavam no auge. Tinha-se como certíssimo de que Itamar assinaria a homologação.

 

Nessa época, eu era piloto da empresa BOLSA DE DIAMANTES, que quinzenalmente enviava compradores de pedras preciosas para Uiramutã, Água Fria, Mutum e vizinhanças.

 

No dia 8 de setembro de 1993, aí pelas 17:00, chegamos em Uiramutã, e encontramos a população numa agitação incomum, literalmente aterrorizada. Dizia-se por toda parte, que Uiramutã ia ser invadida, que havia muitos soldados “americanos”, já vindo em direção à localidade.

 

A comoção das pessoas, a agitação, o sufoco eram tão grandes que me contaminou, e fui imediatamente falar com o sargento PM que comandava o pequeníssimo destacamento de apenas quatro militares, para saber se ele tinha conhecimento dos boatos que circulavam, e respondeu-me que sabia do falatório. Contou-me então que o piloto DONÉ (apelido de Dionízio Coelho de Araújo), tinha passado por Uiramutã com seu avião Cessna PT-BMR, vindo da cachoeira de ORINDUIKE, no lado brasileiro, (que os brasileiros erradamente chamam de Orinduque), contando para várias pessoas, que havia um acampamento enorme, com muitos soldados na esplanada no lado da Guiana, na margem do rio Maú, nossa fronteira com aquele país.

 

Aventei a necessidade de que o sargento, autoridade policial local, fosse ver o que havia de fato e falei com o dono da empresa, que aceitou, relutante e receoso, emprestar o avião para o sargento. Como, entretanto, o sol já declinava no horizonte, combinamos o vôo para a manhã seguinte.

 

Muito cedo, o piloto Doné e seus passageiros, que tinha ido pernoitar na maloca do SOCÓ, pousaram em Uiramutã. Eu o conheci nessa ocasião, e pude ouvir dele um relato. Resumindo bastante, contou que na Guiana havia um grande acampamento militar e que um avião de tropas estava trazendo mais soldados para ali.

 

Estávamos na porta da Delegacia, quando chegou uma Toyota do Exército, com um capitão, um sargento e praças, vindos do BV 8. Ele ia escolher e demarcar um local para a construção do quartel de destacamento militar ali naquela quase deserta fronteira com a Guiana. BV 8 é antigo marco de fronteira do Brasil com a Venezuela, onde há um destacamento do Exército, na cidade de Pacaraima. Muito interessado e intrigado com o fato, resolveu ir conosco nesse vôo.

 

O capitão trazia uma boa máquina fotográfica e emprestei a minha para o sargento. O vôo foi curto, apenas seis minutos. Demos tanta sorte, que encontramos um avião para transporte de tropas, despejando uma nova leva de soldados, no lado guianense. Voando prá lá e prá cá, só no lado brasileiro, os militares fotografavam tudo, e o capitão calculou pelo número de barracas, uns 600 homens, até aquele momento.

 

Fiz diversas idas e vindas e, numa delas vi o transporte de tropas decolando e virando para a esquerda. Exclamei para o capitão: eles vem pra cima de nós! Como é que você sabe? Perguntou. Viraram para a esquerda, que é o lado do Brasil e, não da Guiana, respondi. Girei imediatamente a proa para Uiramutã e, ao nivelar o avião, o capitão me disse muito sério: estamos na linha de tiro deles! Foi então que olhando para a direita, vi à curta distância e, na porta lateral do transporte, um soldado branco, com um fuzil na mão.  

 

Confesso que foi um grande susto! O coração parecia-me bater duas e falhar uma. Quem conhece a região, sabe que ali naquela parte, o Maú é um rio muito sinuoso. Enfiei o avião fazendo zig-zag nesses meandros, esperando conseguir chegar em Uiramutã. Se atiraram, não ficamos sabendo, mas após o pouso, havia muita gente na pista, que fica juntinho das casas. Agitadas, contaram que aquele avião tinha girado duas vezes sobre nós e a cidade, tomando rumo de Lethen, na Guiana, onde há uma pista asfaltada, defronte de Bomfim, cidade brasileira na fronteira.

 

Com esse fato, angustiou-se mais ainda a população, na certeza de que a invasão era iminente. O capitão determinou ao sargento e a mim, que fizessemos imediatamente um relatório minucioso, para ser envido ao comando da PM, em Boa Vista e partiu acelerado de volta ao pelotão de fronteira no BV 8.

 

Na delegacia, o sargento retirou o filme da minha máquina fotográfica, para enviar ao seu comando e eu datilografei um completo relatório que ele colocou em código e transmitiu via rádio para Boa Vista. Naquela época, o chefe da S2 da PM (Seção de Inteligência), era o major Bornéo.

 

Uns quatro dias depois que cheguei desse giro das compras de diamantes, tocou a campainha da minha casa, um major do Exército. Apresentou-se e pediu-me para ler um papel, que não era outro, senão aquele mesmo que eu datilografara em Uiramutã e do qual o comando da PM enviara cópia para o comando do Exército em Boa Vista. Após ler e confirmar que era aquilo mesmo, pediu-me para assinar, o que fiz. Compreendi que tinha sido testemunha de algo grande, maior do que eu poderia imaginar, e pedi então ao major, para dizer o que estava acontecendo, uma vez que parte daquilo eu já sabia. Concordou em contar, desde que eu entendesse bem que aquilo era absolutamente confidencial e informação de segurança nacional. Concordei.

 

Disse o major, que a embaixada brasileira em Georgetown tinha informado ao Itamarati, que dois vasos de guerra, um inglês e outro americano, haviam fundeado longe do porto, e que grandes helicópteros de transporte de tropas, estavam voando continuamente para o continente, sem que tivesse sido possível determinar o local para onde iam e o motivo.

 

Caboclos guianenses (índios aculturados) tinham contado para caboclos brasileiros em Bonfim, cidade de Roraima na fronteira, terem os americanos montado uma base militar logo atrás da grande serra Cuano-Cuano, que por ser muito alta e próxima, vê-se perfeitamente da cidade. O Exército brasileiro agiu com presteza, e infiltrou dois majores através da fronteira, e do alto daquela serra, durante dois dias, filmaram e fotografaram tudo. Agora, com os fatos ocorridos em Orinduike, próximo de Uiramutã, nossa fronteira Norte, fechava-se o entendimento do que estava acontecendo.

 

E o que estava acontecendo? As pressões internacionais para a demarcação da Raposa/Serra do Sol apertavam, na certeza de que o Presidente Itamar Franco assinaria o decreto. Em seguida, a ONU, atendendo aos “insistentes pedidos dos povos indígenas de Roraima”, determinaria a criação de um enclave indígena sob a sua tutela, e aí nasceria a primeira nação indígena do mundo. Aquelas tropas americanas e as inglesas, eram para garantir militarmente a tomada de posse da área e a “nova nação”.

 

Até a capital já estava escolhida: seria a maloca da Raposa, estrategicamente localizada na margem da rodovia que corta toda a região de Este para Oeste, e divide geográfica e perfeitamente a região das serras daquela dos lavrados roraimenses – que são os campos naturais e cerrados.

 

Itamar Franco – suponho – deve ter sido alertado para o tamanho da encrenca militar que viria, e o fato é que, nunca assinou a demarcação.

 

Nessa mesma ocasião (para relembrar: era começo de setembro de 1993), estava em final de preparativos, o exercício periódico e conjunto das Forças Armadas nacionais, na cidade de Ourinhos, margem do rio Paranapanema, próxima de Sta. Cruz do Rio Pardo e Assis, em São Paulo, e Cambará e Jacarezinho, no Paraná.

 

Com as alarmantes notícias vindas de Roraima, o Alto Comando das Forças Armadas mudou o planejamento, que passou a chamar-se “OPERAÇÃO SURUMU” e, como já estava tudo engrenado, enviou as tropas para Roraima. Foi assim que à partir da madrugada de 27 de setembro de 1993, dois aviões da VARIG, durante vários dias, Búfalos, Hércules e Bandeirantes despejaram tropas em Roraima. Não cabendo todas as aeronaves militares dentro da Base Aérea, o pátio civil do aeroporto ficou coalhado de aviões militares. Chegaram também os caças e muitos Tucano. Veio artilharia anti-aérea, localizada nas cercanias de Surumu, e foi inclusive expedido um aviso para todos os piloto civis, sobre áreas nas quais estava proibido o sobrevôo, sob risco de abate.

 

Tendo como Chefe do Comando Militar da Amazônia (CMA), o general de Exército José Sampaio Maia – ex-comandante do CIGS em Manaus, e como árbitro da Operação Surumu, o general de Brigada Luíz Alberto Fragoso Peret Antunes (general Peret), os rios Maú, Uailã e Urariquera enxamearam de “voadeiras” cheias de soldados. Aviões de caça fizeram dezenas de vôos razantes nas fronteiras do Norte. O Exército também participou com a sua aviação de helicópteros, que contou com 350 homens do 1º, 2º e 3º esquadrões, trazendo 15 Pantera (HM-1) e 4 Esquilos, que fizeram um total de 750 horas de vôo. Vieram também cerca de 150 páraquedistas militares e gente treinada em guerra na selva. A Marinha e a Força Aérea contribuíram com um número não declarado de homens, navios e aeronaves.

 

Dessa maneira, não tendo Itamar Franco assinado o decreto de demarcação da Raposa / Serra do Sol e, vindo essas forças militares para demonstrar que a entrada de soldados americanos e ingleses em Roraima, não seria feita sem grande baixas, “melou” e arrefeceu a intenção internacional de apossar-se desta parte da Amazônia, mas não desistiram.

 

Decepcionando muito, embora sendo outro o contexto político internacional, Lula fez a homologação dessa área indígena, contestada documentalmente no Supremo Tribunal e, ainda tentou à revelia de uma decisão judicial, retirar “na marra”, os fazendeiros e rizicultores (“arrozeiros”) dessa área, que como muita gente sabe – inclusive os contrários – tem dentro dela propriedades regularmente documentadas com mais de 100 anos de escritura pública e registro, no tempo em que Roraima nem existia, e as terras eram do Amazonas. Agora, entretanto, os interesses difusos e estranhos de muitas ONGs, dizem na internet, que esses proprietários são “invasores”, quando até o antigo órgão anterior ao INCRA, demarcou e titulou áreas nessa região, e que a FUNAI, chamada a manifestar-se, disse por escrito, que não tinha interesse nas terras e que nelas, até aquela ocasião, não havia índios.

 

As ONGs continuam a fazer pressão, e convém não descuidar, porque nada indica que  vão desistir de conseguir essas terras “para os índios”, e de graça, levarem além de 1 milhão e 700 mil hectares – quase o tamanho de Sergipe – tudo o mais que elas tem: ouro, imensas jazidas de diamantes, coríndon, safira de azul intenso, turmalina preta, topázio, rutilo, nióbio, urânio, manganês, calcáreo, petróleo, afora a vastidão das terras planas, propícias à lavoura, área quase do mesmo tamanho onde Mato Grosso planta soja que fez a sua riqueza.

 

Isso é o que já sabemos, porque uma parte disso foi divulgada numa pesquisa da CPRM – Cia. de Pesquisa de Recursos Minerais, em agosto de 1988 (iniciada em 1983), chamada de Projeto Maú, que qualifica essa parte da Raposa/Serra do Sol, como uma das mais ricas em diamantes no Brasil, sendo o mais extenso depósito aluvional de Roraima, muito superior ao Quinô, Suapi, Cotingo, Uailã e Cabo Sobral. Essa pesquisa foi inicialmente conduzida pelo geólogo João Orestes Schneider Santos e, posteriormente, pelo também geólogo, Raimundo de Jesus Gato D´Antona, que foi até o final do projeto, constatando a possibilidade da existência de até mais de 3 milhões de quilates de diamantes e 600 Kg de ouro. Basta conferir a cotação do ouro e diamantes, para saber o que valem aquelas barrancas do rio Mau, só num pequeno trecho.

 

A “desgraça” de Roraima é ser conhecida internacionalmente na geologia, como a maior Província Mineral já descoberta no planeta. Nada menos que isso!

 

E o que ainda não sabemos? Essa pesquisa, feita em pouco mais de 100 quilômetros de barranca do rio, cubou e atestou a imensa riqueza diamantífera da área. Entretanto, o Estado de Roraima ainda tem coríndon, manganês, calcáreo e urânio, afora mais de 2 milhões e 100 mil hectares de terras planas agricultáveis, melhores que aquelas onde plantam soja no Mato Grosso. 

Fonte:

http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option=com_content&task=view&id=5228&Itemid=223

Izidro conta. Já aconteceu: as ONGs estrangeiras vão criar já, o país indígena

O NOVO PAÍS INDÍGENA!

Ainda nem bem esfriou o julgamento da RAPOSA/ SERRA DO SOL, e o que já era esperando e que estava FARTAMENTE AVISADO, aconteceu: 

Os índios do CIRConselho Indígena de Roraima, reuniram-se na sua sede hoje, dia 20 de março/2009, com ONGs estrangeiras, para traçarem os planos para criação DO PAÍS INDÍGENA.

O fulano estrangeiro, representante das ONGs falou COM TODAS AS LETRAS, EFES, ERRES E PINGOS NOS IIIIIISSSSS, exatamente isso, e a TV mostrou para todo o Estado.

Está surpreso? Porque?

Isso foi claramente contado na: “HISTÓRIA SECRETA DA INVASÃO MILITAR DE RORAIMA” e consta dos planos do “DIRETRIZES BRASIL nº 4”.

Foi apenas mais rápido do que se esperava, não é mesmo?

3.20.2009

NÓS, OS "16 %" QUE ENXERGAMOS O LULA


Quem já leu sobre as táticas de Hitler, sabe que as pesquisas também lhe davam 82% de aprovação. Mas o Lula conseguiu ir além, e superar o nazista, chegando aos incríveis 84% (segundo o IBOPE). Com toda sinceridade, não dá para acreditar nessas pesquisas.

Um político que goza da apreciação da maioria do povo, de fato, jamais que se intimidaria em comparecer em eventos populares por medo das Vaias. Não é possível que nós - os 16% - sejamos os únicos a enxergar a realidade dos fatos. Não é nada razoável acreditar que 84% dos brasileiros (inclui-se aí, parte do eleitorado que votou em Alckmin para presidente), sejam retardados mentais que aplaudem o maior corrupto que este país já viu.

Não podemos sair acreditando em qualquer coisa, quando sabemos que o dinheiro rola solto para ludibriar estatísticas, inventar números e aprovações e, principalmente, para bancar o status de “CARISMÁTICO”, quando a palavra correta seria ESTELIONATÁRIO.

Lula mandou mudar os cálculos da CAGED para poder mentir sobre o número de desempregados no país. O deputado Aleluia foi um dos que acusou sobre essa trapaça. Lula manda nas estatísticas e nas pesquisas de opinião deste país. Sua popularidade certamente que minguou muito mais que os 5% alardeados pelo Datafolha; aliás, duvidamos que sua popularidade tenha chegado algum dia aos 84%, abocanhando Tucanos e Demos, dentro desse percentual absurdo.

Mas o que importa agora é que a conta “da marolinha” chegou, finalmente. Um governo perdulário que gastou e gasta fábulas no Cartão Corporativo, que distribuiu/distribui benesses aos apaniguados, que doou/doa nosso dinheiro para outros governantes, que comprou boa parte do Congresso, agora está sofrendo o baque na arrecadação de tributos, e vai ter que cortar no orçamento. Justamente em um momento crucial, onde ele precisaria aumentar o ritmo dos investimentos públicos e baixar os impostos para incentivar a atividade econômica. Vai ser fatal. Não tem jeito, uma hora a incompetência se mostra. Por Gabriela/Gaúcho

NÓS, OS "16 %" QUE ENXERGAMOS O LULA


Quem já leu sobre as táticas de Hitler, sabe que as pesquisas também lhe davam 82% de aprovação. Mas o Lula conseguiu ir além, e superar o nazista, chegando aos incríveis 84% (segundo o IBOPE). Com toda sinceridade, não dá para acreditar nessas pesquisas.

Um político que goza da apreciação da maioria do povo, de fato, jamais que se intimidaria em comparecer em eventos populares por medo das Vaias. Não é possível que nós - os 16% - sejamos os únicos a enxergar a realidade dos fatos. Não é nada razoável acreditar que 84% dos brasileiros (inclui-se aí, parte do eleitorado que votou em Alckmin para presidente), sejam retardados mentais que aplaudem o maior corrupto que este país já viu.

Não podemos sair acreditando em qualquer coisa, quando sabemos que o dinheiro rola solto para ludibriar estatísticas, inventar números e aprovações e, principalmente, para bancar o status de “CARISMÁTICO”, quando a palavra correta seria ESTELIONATÁRIO.

Lula mandou mudar os cálculos da CAGED para poder mentir sobre o número de desempregados no país. O deputado Aleluia foi um dos que acusou sobre essa trapaça. Lula manda nas estatísticas e nas pesquisas de opinião deste país. Sua popularidade certamente que minguou muito mais que os 5% alardeados pelo Datafolha; aliás, duvidamos que sua popularidade tenha chegado algum dia aos 84%, abocanhando Tucanos e Demos, dentro desse percentual absurdo.

Mas o que importa agora é que a conta “da marolinha” chegou, finalmente. Um governo perdulário que gastou e gasta fábulas no Cartão Corporativo, que distribuiu/distribui benesses aos apaniguados, que doou/doa nosso dinheiro para outros governantes, que comprou boa parte do Congresso, agora está sofrendo o baque na arrecadação de tributos, e vai ter que cortar no orçamento. Justamente em um momento crucial, onde ele precisaria aumentar o ritmo dos investimentos públicos e baixar os impostos para incentivar a atividade econômica. Vai ser fatal. Não tem jeito, uma hora a incompetência se mostra. Por Gabriela/Gaúcho

EIS UMA DEMONSTRAÇÃO EVIDENTE DE COMO SE PERDE A DIGNIDADE !

 
VEJA AS FOTOS. PARA QUEM NÃO SE LEMBRA: OS DESSERVIÇOS PRESTADOS À NAÇÃO PELO AGRACIADO COM MEDALHAS FORAM OS SEGUINTES:
FRANKLIN DE SOUZA MARTINS ("WALDIR", "FRANCISCO", "MIGUEL", "ROGERIO", "COMPRIDO", "GRANDE", "NILSON", "LULA")
- Filho de um senador, ingressou no PCB em 1966, atuando no Comitê Secundarista da então Guanabara.- Foi militante da DI/GB e do MR-8. Foi presidente do DCE/UFRJ e vice-presidente da UNE.
- Em Out 68, foi preso no Congresso da UNE, em Ibiúna
.- Em Abr 69, foi eleito para a Direção Geral do MR-8 e, em meados desse ano, participou  ativamente do seqüestro do embaixador dos EUA.- Em fins de 1969, fugiu do Brasil no esquema da ALN, indo fazer curso em Cuba.
- Refugiou-se em Santiago do Chile, onde, em Dez 72, foi eleito para a nova Direção Geral do MR-8; regressou ao Brasil em Fev 73, indo estruturar o Comitê Regional de São Paulo
- Trabalhou, por muitos anos, como comentarista político da Rede Globo de TV e já foi diretor da sucursal do jornal "O Globo" em Brasília/DF
Atualmente está no Palácio do Planalto,a convite de Lula, cuidando do setor de imprensa , propaganda e porta-voz do Governo, com "status" de ministro..


QUE VERGONHA....
 
NÃO TEMOS CHEFES.
 
A ÚLTIMA FOTO É DE FAZER CHORAR.
 
 
EIS UMA DEMONSTRAÇÃO EVIDENTE DE COMO SE PERDE A DIGNIDADE !

 
            Você imaginou que AINDA VERIA ISTO?


Foto: Comandante-em-Chefe das FFAA, totalmente encachaçado
e em "ótima" companhia (JADER BARBALHO).

Como prestar continência a "isto"?



Os 19 critérios que definem o processo demarcatório da reserva Raposa/Serra do Sol e que deverá servir como referência para outras ações.


 

1 - O usufruto das riquezas do solo, dos rios e dos lagos existentes nas terras indígenas pode ser suplantado de maneira genérica sempre que houver como dispõe o artigo 231 (parágrafo 6º, da Constituição);

 

2 - O usufruto dos índios não abrange o aproveitamento de recursos hídricos e potenciais energéticos, que dependerá sempre da autorização do Congresso Nacional;

 

3 - O usufruto dos índios não abrange a pesquisa e das riquezas naturais, que dependerá sempre de autorização do Congresso Nacional;

 

4 - O usufruto dos índios não abrange a garimpagem nem a faiscação, dependendo-se o caso, ser obtida a permissão da lavra garimpeira;

 

5 - O usufruto dos índios não se sobrepõe ao interesse da Política de Defesa Nacional, à instalação de bases, unidades e postos militares e demais intervenções militares, a expansão estratégica da malha viária, a exploração de alternativas energéticas de cunho estratégico e o resguardo das riquezas de cunho estratégico a critério dos órgãos competentes (o Ministério da Defesa, o Conselho de Defesa Nacional) serão implementados independentemente de consulta a comunidades indígenas envolvidas e à Funai. É o livre transito das Forças Armadas e o resguardo das fronteiras;

 

6 - A atuação das Forças Armadas da Polícia Federal na área indígena, no âmbito de suas atribuições, fica assegurada e se dará independentemente de consulta a comunidades indígenas envolvidas e à Funai;

 

7 - O usufruto dos índios não impede a instalação pela União Federal de equipamentos públicos, redes de comunicação, estradas e vias de transporte, além de construções necessárias à prestação de serviços públicos pela União, especialmente os de saúde e de educação;

 

8 - O usufruto dos índios na área afetada por unidades de conservação, ou seja uma dupla afetação --ambiental e indígena-- fica sob supervisão e responsabilidade imediata do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade;

 

9 - O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade responderá pela administração da área de unidade de conservação, também afetada pela terra indígena, com a participação das comunidades indígenas da área, ouvidas as comunidades indígenas --levando em conta usos, tradições e costumes dos indígenas, podendo, para tanto, contar com a consultoria da Funai;

 

10 - O trânsito de visitantes e pesquisadores não índios deve ser admitido na área afetada à unidade de conservação nos horários e condições estipulados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade;

11 - Deve ser admitido o ingresso, o trânsito, a permanência de não índios no restante da área da terra indígena, observadas as condições estabelecidas pela Funai;

 

12 - O ingresso, trânsito e a permanência de não índios não pode ser objeto de cobrança de quaisquer tarifas ou quantias de qualquer natureza por parte das comunidades indígenas;

 

13 - A cobrança (de pedágios) de tarifas ou quantias de qualquer natureza também não poderá incidir ou ser exigida em troca da utilização das estradas, equipamentos públicos, linhas de transmissão de energia ou de quaisquer outros equipamentos e instalações colocadas a serviço do público tenham sido excluídos expressamente da homologação ou não;

 

14 - É vedado negócio jurídico relacionado a terras indígenas, assim como qualquer ato que restrinja o pleno exercício da posse direta pela comunidade jurídica ou pelos indígenas;

 

15 - É vedada, nas terras indígenas, qualquer pessoa estranha aos grupos tribais ou comunidades indígenas a prática da caça, pesca ou coleta de frutas, assim como de atividade agropecuária extrativa;

 

16 - Os bens do patrimônio indígena, isto é, as terras pertencentes ao domínio dos grupos e comunidades indígenas, o usufruto exclusivo das riquezas naturais e das utilidades existentes nas terras ocupadas, observado o disposto no artigo 49, 16, e 231, parágrafo 3º, da Constituição da República, bem como a renda indígena, gozam de plena isenção tributária, não cabendo a cobrança de quaisquer impostos taxas ou contribuições sobre uns e outros;

 

17 - É vedada a ampliação da terra indígena já demarcada. Se for para a Raposa/Serra do Sol, a medida é válida, mas para outras reservas, o tema deve ser submetido a discussões jurídicas;

 

18 - Os direitos dos índios relacionados às suas terras são imprescritíveis e estas são inalienáveis e indisponíveis;

 

19 - Assegurada a efetiva participação de todos os entes da Federação.
Do:http://www.imortaisguerreiros.com

RAPOSA – SERRA DO SOL: O TEMPO DEU CHANCE PARA A VITÓRIA DA FARSA.


 

Por Rebecca Santoro

19 de março de 2009

 

Leia a íntegra do voto-vista do Ministro Marco Aurélio Mello

 

 

Diz o ditado que 'em terra de cego, quem tem olho é rei'. Menos aqui 'nesthe paísth'. Por aqui, quem tem olhos, ouvidos e boca, todos funcionando muito bem, para enxergar, ouvir e dizer a verdade, é tratado com desdém, como alguém a quem não se deva dar ouvidos posto que, provavelmente, seja do tipo que possua mania de perseguição, do tipo que veja chifre em cobra.

 

Bem, assim tem sido no tratamento de inúmeras e sérias questões de interesse nacional. E não foi diferente no caso da decisão em relação à legalidade no caso da demarcação da reserva indígena Raposa - Terra do Sol em terras contínuas, finalmente, findado o julgamento no Superior Tribunal Federal (STF), ontem e hoje (19/03/2009).

 

Durante o processo de discussão nacional a respeito do tema, incontáveis artigos e reportagens jornalísticas apontaram os riscos, as possíveis ilegalidades (cometidas e a serem cometidas) e as prováveis injustiças que poderiam advir no caso de a reserva permanecer homologada de forma contínua, como assim o desejava o governo de FHC e continuou desejando, digamos, ardentemente, o governo Lula. Experimentaram fazer na marra, mas viram que a crise seria grande, de forma que optaram por amolecer a resistência dos contrários à demarcação contínua utilizando-se de recursos de 'legalidades'. Ganharam tempo e, gramscinianamente, conseguiram realizar o isolamento das terras que sempre souberam que seria realizado.

 

Na hora derradeira, ou seja, no julgamento final da questão pelo STF, última instância judicial a que se possa recorrer, o único ministro – o único - daquela casa que foi capaz de dizer todas as verdades que precisariam ser ditas naquele tribunal a respeito do tema foi Marco Aurélio Mello. Ele, que havia pedido vistas em sessão anterior, fez um voto-vista longo, completo, irretocável e corajoso em defesa do Brasil – tendo provocado, inclusive, após seu voto, uma espécie de justificativa do ministro Ayres Britto por não ter dado voto nada parecido (clique no quadro ao lado e leia parte da discussão). Marco Aurélio humilhou todos os colegas pela precisão e veracidade de seu voto. Mas, como sempre se soube, nenhum deles modificou o voto já dado.  Apegaram-se à bengala dos 18 itens a serem respeitados em concessões de terras indígenas apresentados pelo ministro Celso de Melo em seu voto.

 

Como se não bastassem todas as questões de ordem 'subjetiva', como as de conceito de segurança nacional, de provável e futura falência do Estado de Roraima, etc., Marco Aurélio provou, incontestavelmente, a inconstitucionalidade da ação da União, no sentido da homologação das terras da reserva em contínuas, uma vez que baseada e justificada em dados fornecidos por apenas um dos lados interessados na questão (o dos que defedem a demarcação em terras contínuas). O Ministro recomendou que o processo inteiro de demarcação daquelas terras fosse reiniciado, dessa vez, com a participação de todos os interessados.

 

De nada adiantaram os esclarecimentos do Ministro, as reportagens de alerta e os artigos bem elaborados tratando da questão – sob diversos pontos de vista. "A parede é verde, todo mundo vê que é verde; mas, os ministros do STF e o governo decidiram que devemos todos observa-la como se outra cor qualquer tivesse".

 

O 'pacote' de 18 medidas (leia no post abaixo), que acabaram por se transformar em 19, a serem consideradas depois de confirmada a legalidade da homologação da reserva (e que servirão para todas as demais demarcações no país) parece saído de mentes surrealistas. Isso porque, se obedecidas todas as medidas (e não me parece que a realidade assim se imponha ou venha, como que por milagre a se impor), não me parece que ninguém tenha saído lucrando com a decisão do STF. Os não-índios e produtores rurais, por motivos óbvios. Mas, os índios, por sua vez, ficarão com aquela inimaginável imensidão de terras para nelas só poderem habitar, basicamente, como seres condenados à estagnação evolutiva natural dos grupos humanos. Não podem usar as riquezas minerais da terra, principalmente para exploração comercial; não podem estabelecer relações com outros estados como se estados fossem,; não podem receber a visita de quem quer que seja, a menos que autorizada pela Funai e, acredite quem quiser, não poderão impedir a circulação de forças militares federais nem a instalação de bases; também não poderão impedir a instalação de estradas e de hidrelétricas, por exemplo, e não poderão cobrar pedágio nem taxas para sua utilização.

 

Ou seja, ou nada disso pretende realmente ser cumprido por tribo indígena nenhuma – e muito menos fiscalizada por governo nenhum - ou de nada adiantou a tomada das terras, porque não foi para viver como seres primitivos isolados que os índios lutaram (com a ajuda biliardária de poderosas Ongs internacionais) para ficar com uma imensidão de terras riquíssimas como as que compõem o solo da Raposa – Serra do Sol.

 

Uma coisa é certa: se alguma das nefastas previsões para a região se concretizar – seja a da desgraça da fome, da separação das famílias compostas por índios e não-índios, seja a de ocupação da região por guerrilhas, seja a instalação do roubo sistemático de riquezas de diversas naturezas; de quem irão os brasileiros cobrar explicações e justiça? Dos ministros do STF, na porta de suas casas? Das autoridades máximas do Executivo, na porta de suas casas? Na porta dos quartéis das FFAA? Quando tudo é uma farsa; quando a Justiça é uma farsa, a quem ou a o quê mais se pode recorrer?

Do:http://www.imortaisguerreiros.com

3.19.2009

Carta a um Jobim fora do tom - GEN CESARIO


Por Luiz Cesário da Silveira Filho

Ministro Jobim,

Tomei conhecimento de sua entrevista, publicada no Jornal do Brasil em 15 março de 2009, na qual o senhor responde à pergunta de como pretende administrar a insatisfação de alguns generais em relação a algumas diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa (END).

Por considerar deselegante para comigo e para com os integrantes da Reserva das Forças Armadas a sua resposta de que "o general que declarou a insatisfação não tem nada a administrar porque é absolutamente indiferente, foi para a reserva, se liberou", resolvi considerar a possibilidade de responder-lhe.

Sei que o senhor não leu as minhas palavras de despedida do Comando Militar do Leste. Nelas, relembro o saudoso ministro do Exército, General Orlando Geisel, que afirmou: "Os velhos soldados se despedem, mas não se vão".

Sou um general com 47 anos de serviço totalmente dedicados ao meu Exército e ao meu país. Conquistei todas as promoções por merecimento. Fiz jus à farda que vesti. Não andei fantasiado de general. Fui e continuarei a ser, pelo resto de minha vida, um respeitado chefe militar. Vivi intensamente todos os anos de minha vida militar. Fui, sempre, um profissional do meu tempo.

Alçado ao mais alto posto da hierarquia terrestre, acompanhei, por dever, atentamente, a evolução do pensamento político-estratégico brasileiro, reagindo com as perspectivas de futuro para a minha instituição, na certeza de que a história do Brasil se confunde com a história do Exército.

Vivemos, atualmente, dias de inquietude e incerteza. Sei que só nós, os militares, por força da continuidade do nosso dever constitucional, temos por obrigação manter a trajetória imutável da liberdade no Brasil. É, por este motivo, que serei sempre uma voz a se levantar contra os objetivos inconfessáveis que se podem aduzir da leitura de sua Estratégia Nacional de Defesa.

Ela está eivada de medidas, algumas utópicas e outras inexequíveis, que ferem princípios, contrariam a Constituição Federal e afastam mais os chefes militares das decisões de alto nível. Tal fato trará consequências negativas para o futuro das instituições militares, comprometendo, assim, o cumprimento do prescrito no artigo 142, da Constituição Federal, que trata da competência das Forças Armadas.

"Competência para defender a Nação do estrangeiro e de si mesma".

Em época de grave crise econômica, como a que atinge o país, apesar das tentativas de acobertá-la por parte do governo ao qual o senhor serve, os melhoramentos materiais sugeridos serão, obviamente, postergados. Mas, o cerne da estratégia e suas motivações políticas poderão ser facilmente implementados.

É clara, nela, a intenção de se atribuir maiores poderes ao seu cargo de ministro da Defesa, dando-lhe total capacidade de interferir em todas as áreas das Forças Armadas, desde a indicação de seus comandantes, até a reestruturação do ensino e do preparo e emprego das Forças.

Vejo, atualmente, com preocupação, a subvalorização do poder militar. Desde a Independência do Brasil, sempre tivemos a presença de um cidadão fardado integrando a mesa onde se tomam as mais importantes decisões do país. O Exército Brasileiro sempre foi um ator importante na vida brasileira, e, ao longo da história, teve o papel de interlocutor, indutor e protagonista.

A concepção ressentida da esquerda, que se consolidou no poder político a partir de 1995, absorvendo as ideias exógenas do Estado mínimo e da submissão total do poder militar, mantendo "a chave do cofre e a caneta" em mãos civis, a fim de conseguir a sua subserviência ao poder político civil, impôs a criação de um ministério destinado a coordenar as três Forças Armadas.

Isto não se fazia necessário, no estágio evolutivo em que se encontrava o processo político brasileiro. Em um governo, à época da criação do Ministério da Defesa, constituído por 18 ministérios, nos quais pelo menos cinco eram militares, foram substituídos, estes últimos, por um ministério que, por desconhecimento de seus ocupantes (até hoje, nenhum ministro da Defesa prestou sequer o Serviço Militar Obrigatório, como soldado), tem apenas atuado no campo político.

Estou convencido que afastar-nos da mais alta mesa de decisão do país foi uma estratégia política proposital, o que tem possibilitado, mais facilmente, o aparelhamento do Estado brasileiro rumo à socialização, com a pulverização da alta administração do país, atualmente, em 37 ministérios e, apenas um, pretensamente, militar.

A expressão militar deve ser gerida com conhecimento profissional, pois ela é um componente indissolúvel do poder nacional. Sem a presença de militares no círculo das altas decisões nacionais, temos assistido a movimentos perturbadores da moral, da ética e da ordem pública intentarem contra a segurança do direito, aspecto basilar em um regime que se diz democrático. Tal fato traz, em seu bojo, condições potenciais de levar o país rapidamente a uma situação de anomia constitucional, o que poderá se configurar em risco de ruptura institucional.

A sua END aprofunda o contexto de restrições à autonomia militar e sugere medidas que, se adotadas, trarão de volta antigos costumes de politização dos negócios internos das Forças Armadas. Talvez isso favoreça o modelo de democracia que querem nos impingir. Será isto o que o senhor quer dizer quando fala em sua entrevista "que é o processo de consolidação da transição democrática"?

Finalizando, quero salientar que a desprezível conceituação de que "o general que declarou insatisfação não tem nada a administrar porque é absolutamente indiferente, foi para a reserva, se liberou", bem demonstra a consideração que o senhor empresta aos integrantes da Reserva das Forças Armadas, segmento que o seu ministério pretende representar. Isto mostra, também, o seu desconhecimento da grandeza e da servidão da profissão militar, pois, como bem disse o general Otávio Costa, "a farda não é uma vestimenta que se despe, mas uma segunda pele que adere definitivamente à alma...".

Lembre-se que os militares da ativa sempre conferem prestígio, não somente aos chefes de hoje, como, também, aos de ontem. Não existem dois Exércitos. Há apenas um: o de Caxias, que congrega, irmanados, os militares da ativa e da reserva.

A certeza de que o espírito militar, que sempre me acompanhou nos meus 47 anos de vida dedicados totalmente ao Exército, o qual, oxigenado pela camaradagem, é formado por coragem, lealdade, ética, dignidade, espírito público e amor incondicional ao Brasil, é o que me faz voltar, permanentemente, contra a concepção contida na sua END.


Luiz Cesário da Silveira Filho é General da Reserva do Exército Brasileiro. Artigo publicado no JB de 18 mar 09


MAJOR DO EXERCITO BRASILEIRO - ESSE CHUTOU O BALDE!!!

Repassando texto recebido de um amigo...

F. Maier


FALTA UMA NOVA APUCARANA. FALTA CORAGEM.

VALE A PENA SER LIDO NA INTEGRA.

Ainda tem macho no Exército...

Há tempos que me controlo em me expressar e dizer o que realmente sinto.
Basta! Ou escrevo ou tenho um câncer.
Estamos vivendo num país onde os ricos são amigos dos poderosos e nunca
são lesados ou punidos. os poderosos são ricos e entram na regra anterior.
Fazem e acontecem e nada acontece!!! Por outro lado os pobres e
miseráveis, na maioria ignorantes, a verdade seja dita, já estão
comprados pelo governo (PT) com suas bolsas, auxílios, esmolas, etc. a
classe média só se fode.
Banca os impostos dos ricos e as esmolas dos pobres.
Eu sou descontado em folha de R$ 17.000,00 por ano só de imposto de
renda, fora IPTU, IPVA, TAC, IOF, IPQP.....
Alguém paga isto de livre e espontânea vontade ao leão?
Leio os jornais e ouço os noticiários e é só desgraça, corrupção,
falcatrua e não acontece nada!!!!!
Será que a coisa tá ruim mesmo ou eu que sou muito pessimista?
Os políticos inclui-se aí o presidente, 99% do senado, 99,9% do
congresso, estão cagando pra Hora do Brasil, querem é se dar bem fazer
caixa e eternizar a curriola, revelando e apadrinhando mais fdp para
estuprar a pátria amada, embarrigá-la e abandonar o filho feio.
E a violência? Todos sabem que esta vem, em grande parte, motivada pelo
tráfico de drogas. Se abafarem as entradas da droga ela não chega aos
grandes centros e a criminalidade é asfixiada. por quê não fazem isso?
Porque grande parte dos políticos tem seus tentáculos depositados sobre
o tráfico ou vice-versa.
Aí um tenente, formado pelo melhor estabelecimento universitário do
país, a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) na qual tive orgulho
em me formar em 1989, é colocado numa favela, devido a conchavos
políticos, com a participação do exército brasileiro (meu Deus!), é
submetido a horas de patrulha no morro da providência, tendo que liderar
seu pelotão e controlar seus homens. Este tenente deve ter engolido a
seco várias e várias provocações de muitos marginais e subprodutos do
crime, até que, como todo ser humano, aloprou e fez o que fez..
A forma foi certa? Não, claro que não, mas aqueles garotos (se é que se
pode chamar assim) mas cedo ou mais tarde iriam morrer, seguindo as
estatísticas das vítimas do tráfico, e não deviam ser boa coisa não para
provocar o exército. Eu estive lá na Providência, em março, com o 25º
Batalhão de infantaria pára-quedista (25º BIPQDT) e vi a situação a que
eram submetidos meus soldados.
É muito fácil para qualquer um, de longe, cheiroso e sob um ar
condicionado crucificar tal oficial, mas guerra é guerra.

Sou carioca de Bonsucesso mas reconheço que o Rio está numa guerra e
estão colocando tropas no olho do furacão.
Lembro, o tenente é um acadêmico, outros universitários só vão à
favela para participar de ong sem vergonha e fumar maconha.. O tenente
estava trabalhando. Se eu solto meu filho de 10 anos numa loja de louças
chinesas e ele quebra um vaso caro a culpa é só dele? Foi deprimente ver
na televisão aquela visita do ministro da defesa à família de uma das
'vítimas', mais deprimente foi ver a cara de algumas 'autoridades' que o
acompanhavam, cordeirinhos! Enquanto isso cadê o General Heleno que só
falou a verdade?

Onde está agora o comandante mais moita de toda história do Exército?
A velha vaca de presépio? O Albuquerque mora em Alphaville, um dos
bairros mais luxuosos de São Paulo, recebendo parte de sua fortuna como
funcionário da Petrobrás. Foi o prêmio por domar cordeirinhos.

E os outros três generais que se rebelaram contra a Estratégia
Nacional de Defesa? Esses frouxos, só resolveram aparecer quando
passaram para a reserva. Assim fica fácil. Não estranhem se algum deles
aparecer pedindo votos ou se lamentando no Clube Militar.

Nem mesmo a Brigada de Operações Especiais, a elite do Exército, escapa
da subserviência e frouxidão.

O Posto Médico de Goiânia vive entregue às traças e o orçamento nem dá
para 20 dias de cada mês. Quase todo orçamento destinado aquela OMS é
engolido pelo Chefe do Posto Médico que tem clínica particular (Global
Saúde, CEMEP, etc) e participação em outras OCS. Um ex-chefe do
Estado-Maior investiu em equipamentos de raio-X e outros, para drenar um
pouco do já parco recurso. Falta médicos, mas nessas clínicas
particulares podem ser encontrados desde o estafeta até o bioquímico,
além de outros médicos que até nunca prescreveram qualquer medicamento
usando uniforme militares.

Para os imbatíveis, mauricinhos e patricinhas de branco, brincando ser
médico militar.

Para a tropa dizem que não há problema algum, nada há de errado, mas se
quisessem realmente descobrir a verdade, auditavam toda a administração,
procedimentos e encaminhamentos, se não por meio do TCU, empresas
particulares isentas das falcatruas.

Não só isso esses mesmos guerreiros imortais, frouxos por natureza,
baixam a crista e permitem que sejam retiradas vagas de seus efetivos
das missões de paz para serem encaixados apadrinhados de comandantes do
Forte Apache. Motorista, taifeiro, etc.Tem sargentos apadrinhados em
missão de paz, com a nobre missão de servir cafezinho. E na hora do pega
pra capar?

E as diárias? O COTER, EME, CCOMSEX, GABCMT, etc não saem de suas salas
refrigeradas para qualquer missão sem que sejam depositadas as diárias
em suas contas-correntes. Penso que não estão errados!!!
Porém, e a tropa que faz o trabalho pesado? Os Operacionais? Ração R/2
ou catanho com pão e mortadela, banana amassada, farofa de frango e
refrigerante quente? Para os "FACAS NA SOLEIRA", representação, para ser
recebida 06 meses depois da missão, já descontado o imposto de renda? Os
companheiros operacionais da Marinha e Força Aérea, nesse ponto são
reconhecidos, Por Lá o pessoal tem culhão. Lá é outro
Exército!!!!

Com que moral essa balaiada pode pedir motivação? Só olham pro próprio
umbigo? Pena que os imortais, os FACA NA CAVEIRA, aceitam tal fato com
naturalidade. Só me vem na cabeça uma solução: são masoquistas. Que me
desculpem os companheiros Comandos e FE.. Se soubessem a FORÇA que
tem...

Para fuder mais a tropa, aparece um maluco tirando as ajudas de custo,
substituindo por diárias para alunos matriculados em cursos. O outro
inibe militares sonhadores com um Exército com representação na Câmara
dos Deputados. Puniu os militares que exerceu o seu direito político de
ser candidato, estabelecido na constituição, transferindo-os para os
mais longícuos rincões. Foram punidos por exercerem os seus direitos.
Esses militares tinham Comandantes???????????????????????????????

Não acredito que essas mentes pervesas foram criadas na gloriosa AMAN.

Só teremos mudanças quando esses velhos dinossauros vestirem seus pijamas.

Tem é político graúdo roubando feio e levando vantagens, mais uma vez,
cagando pra hora do Brasil.
Como sou militar, de tropa, sem sangue azul, sem me preocupar em me dar
bem com missões 'boca boa', sem ser carreirista, sempre sincero com
superiores e leal com subordinados, já sei como agir, nossa profissão é
meio de vida e não meio de morte, cada vez mais serei corporativista,
aos militares tudo, o resto que se f.....
Como subcomandante exijo que o batalhão cumpra horários, mas o libero na
hora certa. Estamos acostumados a cumprir a missão a qualquer custo sem
meios, sem dinheiro, etc...
Desde que entrei no exército ouço que somos pobres, até quando? Faltam
pouco mais de seis anos para que eu vá para a reserva e nada mudou.
Vai mudar? Não creio. Enquanto o Forte Apache tiver um Jurassic
Park....

Num país onde bilhões são desviados para bolsos de safados e ilhas
fiscais, temos que engolir que não há dinheiro para as forças armadas.
Nun único ano, o velho Albuquerque recebeu mais de R$ 250.000,00
(duzentos e cinqüenta mil reais) em diárias. E tem gente que engole ou
finge que engole para não se queimar.

Meu compromisso é com minha família e com meus amigos, que me respeitam,
com eles não posso me queimar, com o resto? Não estou preocupado. Me dói
ver safados chamar o período de 1964 a 1985 de ditadura, vê-los receber
indenizações como vítimas dele, vê-los nos achincalhar, pisar, submeter
e humilhar, vê-los no poder nos olhando com soberba. Me enfarta vê-los
serem agraciados com medalhas do pacificador. Eu, que tenho quase 20
anos só na tropa, destes, 10 anos na brigada pára-quedista, nunca fui
punido, sempre fui leal ao exército, não tenho. O José Genoíno, a
terrorista Dilma Russef, neste
universo, é melhor do que eu. Não me interessa botar no peito uma
Medalha que esses facínoras receberam. Alíás nunca houve critérios
justos na distribuição dessas Medalhas.

Sabem o que me dói também é ver oficiais da nossa força, que vestem a
pele de amantes da instituição, mas na verdade estão preocupados apenas
com seu umbigos, em não se queimar.
A razão de ser do exército é a tropa, na hora do pau é esta que vai dar
a cara para bater, mas tem oficial que diz que medalha de corpo de tropa
é para sargento, que quem é de tropa é burro e fica aí piruando ser
instrutor da AMAN, ESAO e ECEME para ganhar pontinhos e pegar 'bocadas',
chegam a coronel e general sem ter nem 10 anos de tropa, brincadeira!
Depois vão pra Brasília e viram 'ideúdos'. Os verdadeiros criadores de
doutrinas. O novo TAF ta ai. Será que eles, do Forte Apache vão tirar MB
no novo TAF?? Duvido. E a Medalha Osório?

Qual critério foi criado para, não beneficiar, mas reconhecer os
operacionais, aqueles que sempre estão comendo ração R/2. Dar o
verdadeiro valor a quem tem valor e não a quem tem preço?

Alguns subordinados se queixam de algumas injustiças. Nada posso fazer,
a não ser sugerir que sigam para Brasília e arrumem um padrinho. Desse
modo terão uma carreira bem sucedida. Aos mais novos, passem em outro
concurso. Ralar pra que? E se o pára-quedas não abrir?

Estou começando a achar que sou otário. Vou ficando por aqui, agradeço a
atenção.

Não vou mais engolir sapo, homens têm que ter coragem.
Homem não tem medo de homem. Boca é pra falar.
Tenho um filho e não quero que ele veja em mim um covarde.
Nunca me vendi e nunca me venderei por conveniência, sigo meus princípios.

Olho nos olhos das pessoas com que falo.. Minha única fortuna é o meu
caráter. Minha vida é minha família. Desta vida só levamos a família e
os amigos. De toda a vida, apenas aqueles que estiverem ao redor de seu
túmulo no dia do seu funeral é que valeram a pena, o resto foi o resto!

BRASIL, ACIMA DE TUDO!!!
MAJOR FREDERICO RAMOS PEREIRA
PQDT NR 56.288

'Comece fazendo o que é necessário, Depois o que é possível, E de
repente você estará fazendo o impossível'

"São Francisco de Assis"

3.18.2009

O PRÍNCIPE CHARLES VEIO À AMAZÔNIA PARA PARTICIPAR DA CAÇA À RAPOSA!

Justamente quando a raposa deverá ser entregue, de vez,  pelo STF à cobiça estrangeira.
Vem pela 2a. vez e foi à AMAZÔNIA dançar com as índias que vão ser do seu protetorado.
E os do Governo assistem embevecidos certamente ignorantes do que vai acontecer...Será?
 
__________________________________
84%?
Quem paga mensalão também compra opinião.
Ester J. Azoubel
Membro do Clube dos 16%
Reserva Indígena é gueto - Vamos combatê-la!
Eu vaio Lula!"!
 


NO PRÓXIMO DIA 18, O STF IRÁ OU NÃO SACRAMENTAR UMA GRANDE TRAIÇÃO À PÁTRIA.

Lula decretou aberta a "temporada de caça à Raposa Serra do Sol", coincidindo com a chegada do Príncipe Charles (que o Itamaraty, talvez intencionalmente, chamou de “Príncipe Chávez”) à região Amazônica, tão cara que é à esquerda latinoamericana a coroa inglesa...

Também não é coincidência que, logo mais, dia 18 de março, será feito o julgamento pelo STF da “constitucionalidade” da demarcação, em faixa contínua de fronteira, da reserva indígena Raposa Serra do Sol, na fronteira do Estado de Roraima com a Guiana Inglesa e a Venezuela (de subsolo riquíssimo em nióbio, onde estão mais de 90% das reservas planetárias deste elemento químico altamente estratégico, entre outras riquezas minerais e biomáticas), com o voto do ministro Marco Aurélio Mello, o mesmo que pediu vistas do processo, meses atrás...

Vários ministros do STF já votaram favoravelmente à demarcação contínua... Demonstrando uma vergonhosa subserviência ao Executivo.

Aliás,  ontem pela TV ouvi Obama afirmar a Lula que gostaria de visitar o Brasil e aqui entrar pela porta da Amazônia... Eu ouvi!

O mundo está de olho em nossas riquezas... Na verdade, sempre esteve, só que, agora, pela primeira vez na história deste país, temos um governo que parece disposto a entregá-las!

Quando, finalmente, o governo Lula obedecer as ordens da ONU – a filha de Bretton Woods mais corrupta que existe – podemos nos preparar para renunciar à maior parte do território de Roraima e suas riquezas minerais, aquíferas, e todos os tesouros que a floresta contém. 

Os índios ‘agraciados’, naturalmente, serão tutelados por governantes de países do Primeiro Mundo indicados pela ONU, como a Inglaterra, a França e a Holanda, com interesses de aumentar os territórios das suas Guianas e do Suriname, ou ainda, embora muito pouco provável, os Estados Unidos. Tudo isso será feito de maneira bem “altruísta e desinteressada’ , naturalmente, apenas para manter os silvícolas numa espécie de zoológico humano, condenando-os a jamais se desenvolver e a viver para sempre na idade da pedra lascada.

Como se pode definir o crime que está em vias de ser cometido contra o Brasil?

Seria o de 'lesa-pátria' ?

Ou de TRAIÇÃO ao país?

Ou, ainda, a venda, ou barganha, pura e simples, pelos favores dos europeus à esquerda latino-americana?

Em qualquer dessas hipóteses, você concorda?

Eu não.

Texto original enviado por

Mara Montezuma Assaf

Saudações,

3.17.2009

Cavalgada da Violência

 por Valdemir Caldas
Valdemir Caldas - , 17/03/09 08:00

Longe, muito longe, vão os tempos de uma Porto Velho bucólica em que se podia dormir com as janelas abertas para aproveitar a aragem das madrugadas frias de uma cidade arborizada e cordial.

A capital rondoniense continua traumatizada pelo assassinato de cinco pessoas, no bairro Ulisses Guimarães, Zona Leste da cidade.

Não que a morte dessas cinco vítimas seja um acontecimento diferente e, por isso mesmo, merecedor das considerações do colunista.

Diariamente, em todos os bairros e por qualquer motivo, muitas vezes de uma irrelevância que torna inexplicável a sua explosão, vítimas são imoladas no altar da violência, famílias são privadas das presenças dos seus chefes e crianças condenadas ao desespero de um futuro incerto por falta de seus pais.

Os registros das crônicas policiais revelam que a violência atinge, indiscriminadamente, todas as camadas da população. É o apodrecimento de alguns segmentos sociais que, embrulhados pelos mais diferentes motivos, ou enlouquecidos pela absorção de drogas estupefacientes, investem contra o tecido social a que pertencem, como um câncer.

Agora, o que deixa qualquer cidadão indignado, além da impunidade reinante, é a brutalidade desproporcional com que os facínoras investem contra suas vítimas, na maioria das vezes, pessoas indefesas.

Vive-se, hoje, um regime de guerra civil, com marginais fortemente armados, assaltando a luz do dia. Ninguém tem mais a mínima segurança. Até pobres e remediados já estão sendo seqüestrados.

O mal não pode continuar vencendo o bem, na luta que trava a sociedade pacífica e organizada, contra o bantidismo. Não é justo, porém, atribuir a responsabilidade pelo caos que impera na segurança pública estadual apenas ao governo estadual.

O governo federal também tem sua parcela de contribuição, quando deixa o abacaxi nas mãos do Estado. É preciso investir mais na construção de presídios, na contratação e preparação de pessoal, pagar salários decentes aos policiais e melhorar as condições de trabalho desses profissionais, a fim de que eles possam se tornar protetores legítimos da população.

A sociedade, por sua vez, precisa participar mais, sair às ruas e cobrar providências de seus representantes no Congresso Nacional, na Assembléia Legislativa e Câmaras de Vereadores, aqui e alhures, contra essa cavalgada de violência.

Urge colocar um freio no império da violência e da impunidade. A criminalidade não é apenas um caso de polícia, como pensam muitos desavisados, mas, também, de competência, seriedade, responsabilidade e, principalmente, de falta de educação.

Vivemos em estado de alerta máximo contra a violência, contra a impunidade e em defesa da solidariedade, da fraternidade e da democracia.

 do:http://www.rondonoticias.com.br

 

 

Grito de Alerta!

Sem Medo da Verdade
Boletim Eletrônico de Atualidades - N° 87 - 16/03/2009
www.paznocampo.org.br
linhagrossa

Caso não esteja visualizando o texto deste boletim, acesse através do endereço:
http://www.paznocampo.org.br/boletim

Grito de Alerta!
Estão querendo acabar com o País e com a produção agrícola nacional.
Apelo ao Congresso Nacional

Dia 18 de março próximo o Supremo Tribunal Federal vai julgar em definitivo a ação civil pública, impetrada pelo Governo do Estado de Roraima contra a demarcação continua das terras da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol. Independente do resultado, o problema se insere num panorama mais amplo, que se configura em autêntico engessamento da produção rural, coletivização das terras, e completa desordem fundiária.

Esse é o tamanho que o Brasil teria que ter (por enquanto) ...

...se tiver que cumprir todas as demandas adicionais por terras pelas leis ambientalistas e para atender às exigências de sem-terra, índios e quilombolas se outros movimentos minoritários. Teríamos que acrescentar ao território nacional um Uruguai + Bolívia, Peru, Colômbia e Argentina.

É proibido produzir - O Brasil engessado e coletivizado

Nos últimas 15 anos, um número significativo de áreas rurais foram destinadas à preservação e proteção ambiental e ao uso territorial exclusivo, sob regime coletivizado, de minorias como sem-terra, índios e quilombolas. Corresponde a 76% do território nacional. O resto, como cidades, indústrias, o agronegócio, tem que caber nos restantes 24%.

O Brasil está se tornando inviável.

É a conclusão a que chega um estarrecedor estudo da Embrapa Monitoramento por Satélite, responsável pelos dados acima, apresentados bioma por bioma, estado por estado, demanda por demanda, preparado pelo competente professor Evaristo de Miranda e sua equipe.

Mais um dado também extremamente preocupante - o caso do cerrado

A PEC 150/95 que tramita há mais de 10 anos na Câmara tem como autor o deputado Pedro Wilson (PT – GO) – define o cerrado como patrimônio nacional. Ora o cerrado não é um bioma pequeno. Veja sua extensão. Vem aí mais uma série de restrições à atividade agropecuária..



Cerrado
Fonte: ONG WWF

E tem mais. Essa PEC inclui também a Caatinga como patrimônio nacional.



Caatinga
Fonte: ONG WWF


Grito de Alerta

Vamos nos dirigir a nossos Congressistas, fazendo um apelo para que se movam o quanto antes, por todos os meios possíveis pela conservação do Brasil antes que seja tarde demais!


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