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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

10.22.2011

O MOMENTO É AGORA.

O MOMENTO É AGORA.

Transformação Social e Política No Brasil.

(Uma ideia para comprometer a sociedade brasileira e levá-la a abandonar a letargia com que se habituou a conviver em relação às questões nacionais e se sinta atingida pelo atual momento político e social do país)


Apesar de o mundo vir demonstrando a força das novas tecnologias de comunicação e informação na atuação política, o uso da internet, no Brasil, para buscar transformações sociais e políticas de maneira contínua e reiterada, ainda é muito embrionária, contudo, pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha mostra que os jovens brasileiros não levam em consideração os partidos na hora de optar por instrumentos de engajamento político, valorizando, cada vez mais, a internet como ferramenta para esse tipo de mobilização.

Neste contexto é importante considerar que o sociólogo e ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirma que "a juventude se comunica diretamente", segundo FHC, "ela salta instituições, tornando necessária uma liderança que faça a ponte entre a sociedade e a necessidade de organização institucional", enquanto o professor de filosofia da USP Vladimir Safatle, considera que “A forma partidária chegou a um esgotamento e as demandas vão se expressar de uma nova forma”.

A ideia para uma transformação social e política no Brasil é uma ação, com fins estratégicos, organizada e coordenada para atuar, a partir de diversas direções, sobre um grupo isolado ou vários grupos da sociedade brasileira, por meio do apoio de atividades permanentes de operações de informações, informação e propaganda, aproveitando um fato midiático (um acontecimento espontâneo ou planejado, que atrai a atenção de organizações de meios de comunicação, particularmente jornais, telejornais e jornais na internet), para direcionar o pensamento e a conduta das pessoas de modo a atuarem de forma relevante em proveito da defesa da democracia, da lei, da ordem, gerando, dessa forma, meios e ações de influênciação social em benefício do Estado Democrático de Direito.

A tentativa é plantar a semente de atividades de engajamento social e político por meios de redes de comunicação e sociais, e atrair membros da sociedade brasileira que não estão necessariamente envolvidos na busca de uma transformação social e política. Quanto maior for o número de grupos sociais e pessoas envolvidas, maior será a pressão por um trabalho transparente, democrático, e ético de nossos políticos e autoridades constituídas, em defesa do estado democrático de direito.

Buscar substituir ideias que até agora se mostraram ineficientes, lançar a perspectiva de desencadear uma transformação social e política no Brasil substituindo o pessimismo pela esperança é uma necessidade atual e vital em nossa sociedade, percebida por todos que estão comprometidos com a Defesa do Estado Democrático de Direito no Brasil.

É Preciso organizar vários grupos com o mesmo ideal de Defesa do Estado Democrático de Direito, “Terços da Transformação”, para através de redes sociais e de informação fazer com que uma mudança política e social, radical, seja esperada, e com o passar do tempo aconteça e vire numa certeza para nossa sociedade.

É importante considerar o olhar da sociedade brasileira, considerar a natureza dos seus elos sociais e contemplar, simultaneamente, o lado político do Estado brasileiro, e apoiar fortemente os projetos de transformação político e social a serem desenvolvidos, visando o crescimento econômico, social e da Defesa do Estado Democrático de Direito.

Há necessidade de apresentar uma visão política e social para o Brasil plausível, persuasiva e não utópica, para que se alcance a sociedade e crie a vontade e o comprometimento com uma transformação social e política no nosso país.

Deve-se compreender que mudanças sociais e políticas não vão acontecer da noite para o dia, é preciso fazer com que as pessoas e grupos sociais se sintam motivados e comprometidos a participar do mutirão em defesa da transformação social e política no Brasil.

Em primeiro lugar há necessidade de montar um mailing (Seguidores que oferecem seus E-mails para receber informação) com endereços válidos, o que é o grande desafio para se iniciar uma campanha em rede social ou de informação.

Em segundo lugar convencer estes seguidores a organizar Terços da Transformação, cada Terço para a rede de informação teria sessenta participantes: dez seriam escolhidos entre aqueles amigos mais íntimos (Aqueles que todos gostariam que estivessem com você nas comemorações e nas necessidades) e teriam a responsabilidade de organizar novos Terços; e os cinquenta restantes pertenceriam aos diversos grupos sociais, entre eles militares; civis; federação das indústrias; federação da agricultura; políticos (Senadores, deputados federais e estaduais, prefeitos, e etc.); grupos de serviços; lojas maçônicas, grupos religiosos; e etc. em todos Estados e Municípios, os grupos, também, usariam a combinação de ideias, a tecnologia de comunicação e informação, para a busca constante do apoio dos meios de comunicação, TV, imprensa escrita, rádio, e muito particularmente a internet (Jornais eletrônicos, Blogs, Orkut, Face Book).

A reação tem que começar em algum lugar e de alguma forma, não fique apenas no previsível, se formos iguais manteremos a rotina política e social de sempre, e jamais daremos o grande salto que o Brasil precisa.

O momento é agora. Não podemos poupar força, energia e trabalho para tornar real nosso ideal de um Brasil desenvolvido e que respeite o Estado Democrático de Direito.



Niterói, 27de setembro de 2011.

General de Exército da Reserva, Carlos Alberto Pinto Silva, ex-comandante de Operações Terrestres (COTer), do Comando Militar do Sul, e do Comando Militar do Oeste, e Acadêmico Fundador da Academia Brasileira de Defesa.

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