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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

10.14.2008

Povos Geraizeiro, Caatingueiro, Vazanteiro, Veredeiro, Xacriabá

Desde a aprovação da Convenção 169 da OIT- Organização Internacional do Trabalho que versa sobre os pretensos direitos dos povos indígenas ou tribais, ONGs, Pastorais,Sindicatos de trabalhadores rurais, Universidades e o Estado estão descobrindo novas “comunidades”, todas à procura de um “resgate histórico”, que nada mais é  do que a pretensão de “retomarem `seus´ territórios”.

A reconstrução do Brasil primitivo

A Pastoral da Terra da CNBB, que é porta-voz da Teologia da Libertação, inspira e aglutina todo tipo de população dita  “marginalizada” , para atuar em comum. Esta, por sua vez, tem a seu dispor para formação  e orientação milhares  de intelectuais de extrema esquerda e ativistas de todo tipo, que organizam conferências, Congressos, debates, eventos, exposições, manifestações etc., mantendo mobilizados esses  incautos  “povos”. Prometem propriedade, mas só concedem o uso. Coletivizam a terra. Contam com o auxílio  inclusive financeiro de ONGs. Na região do Cerrado em Minas Gerais estão se formando os assim chamados povos Geraizeiro, Caatingueiro, Vazanteiro, Veredeiro, Xacriabá (indígena) e Quilombola (afro-descendentes).

Segundo o Boletim Famaliá “a denominação de povo Geraizeiro (localizado no Norte de Minas) está relacionada com as comunidades que vivem em ambientes de cerrados e que desenvolveram ao longo dos séculos, um modo de vida muito singular associando à produção de alimentos e a criação de animais com o extrativismo, com o aproveitamento das frutas nativas, plantas medicinais, madeira lenha e forragem (solta dos animais) em áreas comunais”. Com essas características pleiteiam a condição de povo tribal, sob a proteção da Convenção 169 da OIT.

O contexto é a “luta das populações tradicionais do norte de Minas Gerais, pela retomada de seu território”, para nele reconstituir o Brasil de 1.500.

É a mesma utopia: reconstruir o Brasil de 1.500 com as etnias tribais

Com os povos indígenas essas novas tribos poderiam dizer: “ Nós, povos marginalizados, passaremos mais 500 anos, se preciso for, dizendo a todos os excluídos essa verdade, e quando todos nós estivermos unidos em torno dessa causa, os governantes não serão mais ninguém, apenas uma névoa que um dia manchou a história desta terra e o horizonte desta gente” . Este texto foi tirado do livro Outros 500 – Construindo uma nova história, publicado pelo CIMI – Conselho Indigenista Missionário.

É uma nova vertente do mesmo comunismo e do mesmo anarquismo do século passado, que quer para nosso País uma nova civilização . O que está em jogo é a civilização brasileira: ou ela segue seu caminho trilhando os rumos benditos da civilização cristã ou será entregue à barbárie.

Os geraizeiros

No final do ano passado foi realizada em Vereda Funda, Rio Pardo de Minas a 3ª. Conferência Geraizera, com participação de mais de 100 comunidades, de mais de 30 municípios. Participaram também diversas ONGs, Pastorais, sindicatos de trabalhadores rurais, Universidades e o Estado de Minas Gerais.

Trata-se de uma “nova modalidade” de articulação, em tudo semelhante às das tribos indígenas e aos quilombolas.

Vejamos o que dizem os geraizeiros: “As comunidades geraizeiras do Norte de Minas tiveram seu território expropriado na onda desenvolvimentista da década de  1970/1980, que destruiu o cerrado para implantação de “monoculturas”. A expansão grandes empreendimentos resultou em sérios desequilíbrios ambientais: assoreamento de rios, secamento de nascentes, degradação dos solos e da rica diversidade de plantas e animais do cerrado, desestruturando assim o sistema de produção e o modo de  vida geraizero, modo este intimamente vinculado ao ambiente natural”. Todas essas catástrofes estão afirmada, mas nada provado.

A verdade é outra. O que foi feito foi uma verdadeira colonização, com agricultores sobretudo do sul do País,que recuperaram uma terra pobre com a parceria da iniciativa privada.  Mas iessa verdade é inadmissível para o miserabilismo de certa “esquerda católica” que só admite que é bom o tribalismo e a reconversão do país a cinco séculos atrás.

Para onde caminham os geraizeiros?

Segundo eles próprios, desde 2000 as comunidades geraizeiras vêm desenvolvendo propostas para a retomada de seus territórios”... já apresentaram ao governo do Estado de Minas Gerais e ao Governo Federal um programa  de Reconversão extrativista das áreas de “monocultura” do eucalipto e a constituição do RESEX – Reservas Extrativistas Geraizeiras. Essas comunidades encontram-se articuladas com o MASTRO – Movimento Articulado dos Sindicatos de Trabalhadores Rurais da Região do Alto Rio Pardo, com a FETAEMG, com a REDE DESERTO VERDE, com a VIA CAMPESINA, com a REDE CERRADO, com a Asa (Articulação do Semi-Árido) e com a ANA (Articulação Nacional de Agroecologia (sobre agroecologia vide página específica em www.paznocampo.org.br).

Nota: A 3ª. Conferência Geraizeira realizou-se na “comunidade” Vereda Funda  que é  considerada  um marco da luta geraizeira pela “reapropriação” de seu território. Dizem que o município em que se encontra foi um dos mais devastados para a plantação de eucaliptos. Faz parte do complexo de mais de 1 milhão de hectares desta cultura que atinge a região norte-nordeste de Minas, uma das maiores áreas contínuas de eucalipto do planeta.

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