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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

1.16.2008

Corrupção derruba Brasil em ranking de liberdade econômica

O Estado de S. Paulo
Corrupção derruba Brasil em ranking de liberdade econômica
Marianna Aragão

Apesar de ser uma potência econômica regional, o Brasil ainda não obteve o status de economia livre, segundo estudo divulgado ontem pela Fundação Heritage, instituto americano de pesquisas e análises. Em parceria com The Wall Street Journal, a entidade avaliou os níveis de liberdade econômica em 162 países. O Brasil aparece na 101ª posição do ranking e é considerado "relativamente não livre". Pelo estudo, Hong Kong é a economia mais livre do mundo, seguido por Cingapura e Irlanda.

A classificação no ranking depende de dez critérios, como corrupção, carga tributária, leis trabalhistas, respeito aos direitos de propriedade e interferência do governo na economia. Com base neles, os pesquisadores calculam o porcentual de liberdade de cada economia. Por esse critério, a economia brasileira é 55,9% livre. O índice de Hong Kong é de 90,25%.

A pior colocação do País foi no item corrupção, em que obteve 33 pontos porcentuais.A Nova Zelândia, por exemplo, sexta no ranking, tem 96 pontos. No relatório que acompanha o estudo, o instituto destaca a corrupção existente, principalmente,em contratos com o governo por meio de licitação e nos órgãos do Judiciário. O critério brasileiro melhor avaliado foi a liberdade monetária (que avalia o controle do governo sobre a inflação, entre outros), com 75 pontos.

Para o analista da Fundação Heritage Anthony Kim, o Brasil perde oportunidades ao ter a classificação de "relativamente não livre". "A liberdade na economia promoveu empreendedorismo e a inovação e, por isso, sustenta a prosperidade", afirmou Kim ao Estado. Além disso, segundo ele, quanto mais livre é a economia de um país, mais fácil para sua população trabalhar, economizar e consumir.

Segundo o relatório do instituto, o Brasil não é forte em nenhuma das dez liberdades analisadas. A carga tributária sobre pessoas físicas e empresas é muito pesada, comparada a de outros países em desenvolvimento. "Existem restrições ao capital estrangeiro em diversas áreas e o governo permanece fortemente envolvido nos setores bancário e financeiro."

Em 2003, o Brasil apareceu na 58ª posição no ranking. Foi perdendo colocações, até chegar ao 99º lugar no ano passado. O único país da América Latina entre as dez economias mais livres é o Chile. Com 79,8 pontos, está em 8º lugar no estudo, à frente da Suíça e Reino Unido.

Postado por MiguelGCF
Editor do  Impunidade  Vergonha     Nacional

 

              

 


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