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Agradeço as oportunas e coerentes intervenções dos comentaristas criticando o proselitismo irresponsável do globoritarismo apoiado pela mídia amestrada banalizando as Instituições e o Poder do Estado para a pratica sistemática de crimes. Os brasileiros de bem que pensam com suas próprias cabeças ja constataram que vivemos uma crise moral sem paralelo na historia que esgarça as Instituições pois os governantes não se posicionam na defesa da Lei e das Instituições gerando uma temerária INSEGURANÇA JURÍDICA. É DEVER de todo brasileiro de bem não se calar e bradar Levanta Brasil! Cidadania-Soberania-Moralidade

2.03.2008

Orlando 'Tapioca' Silva devolve verba do cartão

Ministro dos Esportes diz ter restituído R$ 30,8 mil

Leandro Moraes/Folha
Menos de 24 horas depois de Matilde ‘Erro Administrativo’ Ribeiro ter virado ex-ministra, o titular da pasta dos Esportes, Orlando Silva convocou os repórteres, em pleno sábado (2) de Carnaval, para fazer um anúncio solene: mandou devolver à Viúva tudo o que torrara com o cartão de crédito corporativo desde o dia em que pisou no ministério. O ministro disse que deu ordem ao seu gerente no Banco do Brasil para transferir de uma aplicação pessoal para as arcas do Tesouro a importância de R$ 30.870,38.

No ranking da card-mania, Orlando Silva ocupa a terceira colocação. Considerando-se só o ano de 2007, pagou com o cartão do governo R$ 20,1 mil. Menos que os dispêndios do colega Altemir Gregolin (Pesca): R$ 22,6 mil. Muito abaixo das despesas anotadas nos extratos da ex-ministra Matilde: R$ 171,5 mil.

Ninguém supera Orlando Silva, porém, em exotismo. No mês de maio do ano passado, o titular dos Esportes, guindado à Esplanada por indicação do PC do B, sacou o cartão custeado pelo contribuinte brasileiro para pagar uma conta de R$ 8,30 numa tapiocaria de Brasília. Um acinte.

O ministro martelou neste sábado -leia aqui e aqui- o mesmo bumbo que fizera soar ao longo da semana pré-carnavalesca: a tapioca foi um erro. Mostrou aos repórteres um cartão pessoal, parecido com o governamental. Alegou que foi a semelhança entre os dois retângulos de plástico que o teria conduzido ao “erro.”

De resto, Orlando Silva disse que continuará usando o cartão de crédito corporativo. Disse também que levou a mão ao bolso não por considerar que tenha exorbitado no uso dos cartões, mas porque decidiu exibir toda a sua indignação. Abespinhou-se, segundo disse, com o fato de a imprensa ter questionado sua “vida política.”

Bobagem do ministro. O que se questiona não é a sua carreira política. Discute-se coisa bem diferente: a facilidade com que o dinheiro que o contribuinte ganha suando sai assobiando dos cofres de Brasília.

Deve-se à imprensa, aliás, a abertura de auditoria da CGU, do TCU e do Ministério Público, para esquadrinhar os gastos com cartão. Inclusive os de Orlando Silva. Que terá de informar, por exemplo, porque sacou o cartão governamental do bolso para pagar refeições em restaurantes chiques de São Paulo em dias em que sua agenda não registrava nenhum compromisso oficial.

Escrito por Josias de Souza

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